Bala na Cesta

Arquivo : Deron Williams

Após surra no jogo 1, fica a pergunta: o Chicago Bulls terá força para reagir contra o Nets?
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Fábio Balassiano

A primeira pergunta da entrevista coletiva do técnico Tom Thibodeau após seu time ter levado uma surra de 106-89 do Brooklyn Nets no sábado, na abertura do playoff, foi: “Você acha que Derrick Rose poderá jogar em algum momento dessa série?”. Tom bufou, respirou, coçou a cabeça e respondeu qualquer coisa que não fazia muito sentido. Na verdade, nada para Thibs fazia sentido naquela noite no Brooklyn.

O Chicago, a melhor defesa da NBA, viu o rival acertar 16 dos 20 chutes em um segundo período alucinante (35-21), levou 106 pontos ao todo (13 a mais que sua média na temporada regular) e viu o Nets fazer a festa da turma de Brooklyn, que não via um jogo de pós-temporada desde 1956 (17 mil pessoas foram a loucura, inclusive Jay-Z, o rapper que anunciou sua saída como sócio da franquia para se dedicar às suas atividades de cantor e, agora, de agente de atletas também).

Em suma: o Nets tem méritos, mas o Chicago não jogou nada, foi dominado pelo Nets do começo ao fim (na verdade, os donos da casa jogaram com freio de mão puxado no último período, tamanha era a facilidade e o conforto no placar) e saiu de quadra com um gosto amargo. A pergunta do repórter, na verdade, poderia ser entendida também como um “meu nobre, o que você fará para reverter essa situação bizarra que vimos há alguns segundos ali na partida?”.  É isso que o Chicago precisa responder a partir das 21h dessa segunda-feira também na casa do rival.

No jogo 1, Joakim Noah, com o pé todo lascado, foi pro jogo, mas não foi efetivo e viu Brook Lopez parecer Hakeem Olajuwon no garrafão com 21 pontos e cinco rebotes sem muito esforço. Luol Deng, bem marcado, errou oito de seus 11 arremessos. Kirk Hinrich, quase sempre tão bom na defesa, não conseguiu deter Deron Williams (o armador do Nets saiu-se com 22 pontos, 7 assistências e 3 roubos – foto à esquerda). A defesa, quase sempre tão boa, forçou poucos erros (apenas oito, contra 18 assistências), viu o rival fazer a festa dos três pontos (seis conversões em 14 tentativas) e levou anormais 56 pontos no garrafão (na temporada foram 39,6).

Com 0-1, voltar para Illinois com duas derrotas seria terrível para as pretensões do time na pós-temporada e uma mudança de atitude e um pouco mais de senso de urgência fazem todo sentido logo mais. Será que o Chicago consegue reagir, ou Tom Thibodeau vai começar a entrevista coletiva desta segunda-feira na Barclays Center tendo que falar sobre Derrick Rose, a maior novela da NBA nesta temporada? Comentem!


Deron Williams bate recorde de bolas de três em um tempo na NBA – veja o show do armador!
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Fábio Balassiano

Deron Williams, armador genioso e talentoso do Brooklyn Nets, viveu ontem uma noite inesquecível jogando em casa. Contra o fraco Washington Wizards, o jogador começou com tudo, acertou seis seguidas nos primeiros quatro minutos (chegou a estar 24-2) e terminou o primeiro tempo com nove bolas de três pontos (33 pontos ao todo, mesmo número do rival da capital dos Estados Unidos). Foi o recorde da história da NBA, que agora tem os seguintes jogadores atrás de D-Will:

9 – Deron Williams, Brooklyn (2013)
8-Tim Thomas, Milwaukee (2001)
8 – Michael Redd, Milwaukee (2002)
8 – Ray Allen, Milwaukee (2002)
8 – Kobe Bryant, L.A. Lakers (2003)
8 – Tracy McGrady, Orlando (2004)

No segundo tempo, Williams tirou o pé, viu o Washington forças faltas em Reggie Evans (5-16 nos lances-livres, além de incríveis 24 rebotes) para evitar outro vexame na defesa (que coisa patética isso!) e terminou com “apenas” 11 bolas de fora (além de 45 pontos). Com isso, o camisa 8 terminou com 11 (em 15 tentativas), ficando a um acerto de igualar Kobe Bryant e Donyell Marshall, os recordistas. Veja a lista antes de assistir o show de Deron no primeiro tempo desta sexta-feira.

12 – Kobe Bryant, L.A. Lakers (2003)
12 – Donyell Marshall, Toronto (2005)
11-Dennis Scott, Orlando (1996)
11 – Deron Williams, Brooklyn (2013)


Técnico do mês de novembro na NBA, Avery Johnson é demitido do Brooklyn Nets
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Fábio Balassiano

LeBron James definiu muito bem no Twitter: “Avery Johnson foi demitido? Ele foi o técnico do mês passado, não foi? É como se o jogador do mês da NBA fosse demitido no mês seguinte”. E, bem, foi o que aconteceu na tarde de ontem na melhor liga de basquete do mundo.

Eleito o técnico do mês de novembro, Avery Johnson, do Brooklyn Nets, foi demitido pela franquia na tarde desta quinta-feira após 14 vitórias em 28 jogos pela nova franquia de Nova Iorque (três vitórias e dez derrotas em 13 partidas em dezembro, quando as lesões vieram). Sem dúvida uma das mais controversas demissões que eu já vi no basquete.

Avery é um técnico muito, muito bom (levou o Dallas de 2006 às finais da NBA contra o Miami, lembram?), competente pacas e um viciado em defesa. Tentava transformar um time bem médio em um candidato ao título do Leste com a chegada de Joe Johnson, astro cujo ego é tão inflado quanto seu salário. Mas acabou esbarrando em alguém cujos poderes são maiores do que a gente consegue imaginar.

Este rapaz com a camisa 8 aí da foto é Deron Williams, e já foi responsável por “aposentar” Jerry Sloan do Utah Jazz há cerca de dois anos. Criticou duramente o trabalho de Avery Johnson em dezembro, dizendo que o time não estava jogando tão bem quanto poderia, e viu Avery cair. Coincidência, não? Não, certamente que não.

A imprensa norte-americana usou o termo ‘quit‘ (desistiu) para descrever a relação de D-Will, que tem as médias de 16,6 pontos, 8 assistências, 39,8% nos tiros de quadra e 29% nos chutes de três pontos (piores números desde sua temporada de calouro, só isso…), com Avery Johnson, afirmando que Deron simplesmente ignorava as ordens do treinador. Ou seja: derrubou mais um.

Espero, sinceramente, que Mikhail Prokhorov, novo dono do Nets, não siga a cartilha dos seus compatriotas donos do futebol (Chelsea principalmente), que demitem técnico a qualquer sinal de (pra usar uma palavra que a imprensa dos EUA usou) desistência de suas principais estrelas. Deron Williams é apenas um jogador, e não faz o menor sentido uma equipe que está começando agora ceder às pressões para mantê-lo feliz e no controle das ações.

Agora começa a busca por um novo treinador. Alguém que acate as ordens não de Prokhorov e Jay-Z, os proprietários, mas sim do principal jogador do time. Phil Jackson? Stan Van Gundy? Qualquer um que for sabe que quem mandará ali não será o treinador, mas sim o camisa 8.

Tristeza, não?


Em ótima fase, Knicks e Nets fazem clássico de Nova Iorque nesta noite na NBA
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Fábio Balassiano

Era pra ter sido o primeiro jogo da temporada, mas o Sandy não deixou. Então chegou a hora de New York Knicks (9-3) e Brooklyn Nets (8-4) medirem forças na temporada 2012-2013 da NBA. E não sei se poderia haver momento melhor, hein. As duas franquias de Nova Iorque, que jogam hoje no Barclays Center, no Brooklyn, estão em segundo e terceiro no Leste, venceram as suas partidas de ontem e parecem firmes na briga por boas posições nos playoffs. Vamos a alguns pontos interessantes.

1) A direção da NBA não é boba, e colocou seu novo entrante no mercado pra jogar muitas partidas neste começo de temporada em casa. Os Nets precisariam cativar a comunidade do Brooklyn, e vencer partidas no começo do campeonato seria bem bom. Sete dos 12 jogos disputados pela franquia foram no Barclays Center, e a campanha de 6-1 animou os torcedores, que têm comparecido com boa assiduidade (16.700 por jogo). De todo modo, depois de hoje os Nets embarcam em uma turnê que inclui Boston, Orlando e Miami. Vencer, portanto, parece bem recomendável ao time de Avery Johnson e Deron Williams (ambos na foto).

2) Sobre o Brooklyn, as estrelas de fato são D-Will (16,8 pontos e 8,5 assistências) e Joe Johnson (15,8 pontos por noite), mas a temporada de Brook Lopez, cujo nome estava envolvido em todos os rumores para que os Nets trouxessem Dwight Howard, tem sido fantástica. O pivô, altamente subestimado, tem 19,4 pontos, seis rebotes e 2,6 tocos. Excelentes números, não?

3) Pelo lado do New York Knicks, o trio JR Smith, Carmelo Anthony (foto) e Raymond Felton segue dando as cartas. Tyson Chandler é o cadeado defensivo, Jason Kidd é o porto-seguro e o responsável por colocar a bola nas mãos de Melo apenas para a definição com arremessos (quando ele é realmente mortal), mas quem quiser vencer os Knicks precisa parar o trio, responsável por 56,8 dos 103,4 pontos por noite da franquia.

4) Sobre o time de Mike Woodson, vale a pena ficar de olho na rotação do treinador para o seu veterano time. Sabendo que agora não haverá decisão de nada, o treinador coloca dez jogadores para jogar dez ou mais minutos por noite (Carmelo, o que mais joga, tem 35), dando um respiro aos experientes e tempo de quadra para os mais jovens. Rasheed Wallace, voltando à NBA, tem 15,1 por noite e 8,2 pontos.

5) Aqui vale abordar Carmelo Anthony também. Na temporada passada, quase 38% de suas ações ofensivas saíram de jogadas de um-contra-um. Neste campeonato, o índice caiu para 28,6%, com eficiência maior (0,86 pontos por posse de bola, contra 0,74 de antes). Ainda é pouco, Melo pode variar ainda mais suas ações, mas já é uma evolução.

Quem será que vence o clássico de Nova Iorque nesta noite? Comente!


Deron Williams analisa armador do Knicks: ‘Raymond Felton é melhor que Jeremy Lin
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Fábio Balassiano

“Eu diria que Raymond Felton é um armador melhor que Jeremy Lin. Felton já mostrou quão bom ele pode ser com a camisa do New York Knicks. E, bem, Lin teve números absurdos durante aquele período da temporada passada, mas precisa provar que pode ser ótimo durante mais tempo. Se tivesse que apostar, eu não teria dúvida em contratar o Felton”

A declaração é de Deron Williams, armador do Brooklyn Nets. Ele também se meteu na polêmica em torno do armador titular do New York Knicks ao afirmar que o rival da cidade acertou ao contratar Felton (17 pontos e nove assistências na temporada 2010-2011 em 54 jogos pelos nova-iorquinos antes de ser envolvido na negociação de Carmelo Anthony) e ao não renovar com Lin para esta temporada.

Algo me diz que Jeremy Lin entrará na temporada que começa amanhã com a faca nos dentes para provar a meio mundo que ele tem, sim, potencial para figurar entre os grandes. Titular da armação do Houston Rockets, ele agora terá o valioso reforço de James Harden, que chega hoje ao Texas.

Será que Lin conseguirá repetir os números (14,6 pontos e 6,2 assistências) da temporada passada (antes da lesão, claro)? Será que ele consegue a façanha de levar os Rockets aos playoffs? Comente!


Deron Williams renova com os Nets, e Brooklyn terá um timaço pra torcer na próxima temporada
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Fábio Balassiano

A mensagem foi retuitada (os famosos RT’s) mais de nove mil vezes até o momento em que escrevo este post. Com uma foto da logo da franquia Nets, e a frase “difícil decisão tomada”, Deron Williams anunciou que permanecerá no time que disputou a última temporada por cinco anos e US$ 100 milhões.

A notícia é boa, mas não é tudo. Foi confirmada, por executivos de Nets e Atlanta, a troca que envia Jordan Farmar, Johan Petro, Anthony Morrow, Jordan Williams, DeShawn Stevenson por Joe Johnson e seu contrato não menos imenso (quase US$ 90 milhões pelos próximos quatro campeonatos). Um dia antes, Gerald Wallace renovou por quatro anos (US$ 40 mi).

Tem mais: o bósnio Mirza Teletovic, do Baskonia (13,1 pontos na temporada 2011-2012), teria acertado as bases salariais com o Nets para jogar na franquia as próximas três temporadas. Além dele, pode pintar por lá o croata Bojan Bogdanovic. Se isso não fosse tudo, uma troca envolvendo Brook Lopez, Kris Humphries, MarShon Brooks e escolhas de Draft pode, enfim, trazer Dwight Howard aos Nets. É difícil, uma engenharia financeira e de picks futuros precisa acontecer, mas não é possível, como escreveu John Hollinger em ótimo artigo ontem na ESPN, descartar o novo rico da NBA, não. E Jason Kidd, como reserva de D-Will, ainda pode pintar.

Isso tudo, minha gente, no Brooklyn, novo lar da franquia pilotada pelo magnata russo Mikhail Prokhorov e pelo rapper Jay-Z (este um dos mais influentes artistas dos EUA hoje; aquele, um dos 50 homens mais ricos do planeta) e bairro da moda em Nova Iorque.

Se Howard acertar, o quinteto inicial forma com Williams, Johnson, Wallace, Reggie Evans (também será trazido) e D12. Não é um time, mas um timaço capaz de brigar, sim, para ir a final da NBA. É óbvio que o banco ainda precisará ser reforçado, Avery Johnson terá trabalho para dirigir um elenco tão renovado e com egos e salários infladíssimos, mas não resta dúvida que temos, no Brooklyn, a nova casa das estrelas da liga.


Outro armador de destaque, Deron Williams também tem futuro indefinido na NBA
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Fábio Balassiano

Falei aqui no sábado sobre os armadores disponíveis no mercado de agentes-livres da NBA. Chama-me a atenção qual será o futuro de Steve Nash, simplesmente por não ser uma decisão lá muito fácil, mas outro que deve escolher o seu futuro e merece todos os holofotes é Deron Williams (foto), que jogou no Utah Jazz e, depois de discutir e praticamente aposentar Jerry Sloan (mancada, hein, D-Will!), foi trocado para o New Jersey Nets.

Ele é o agente-livre irrestrito mais cobiçado do mercado, e segundo o pessoal da ESPN dos Estados Unidos receberá proposta de Lakers, Nets (agora no Brooklin), Blazers, Dallas, Phoenix e Houston. No entanto, na cabeça de Deron, e também uso a ESPN como fonte, apenas dois times serão considerados para a sua decisão: Nets e Mavs (ele jogou por lá no colegial e tem um carinho enorme pela região).

Longe de mim querer jogar uma luz na cabeça genial e geniosa de Deron Williams, mas de verdade eu não creio haver dúvidas entre uma coisa e outra (isso, claro, se ele realmente estiver descartando o Los Angeles Lakers, que estaria disposto a fazer um sign-and-trade entre ele, D-Will, e Pau Gasol). O New Jersey Nets é um time fraco, ainda em reconstrução, sem tantas peças de talento assim e demorará minimamente uns dois ou três anos para se acertar (isso, claro, mande bem nas escolhas do Draft). Seria muito bacana jogar em uma nova casa, mas para alguém que completa 28 anos amanhã talvez não seja tempo de esperar tanto assim.

O Dallas, por sua vez, também passará por reformulação (os Jason’s, Kidd e Terry, talvez não fiquem), mas é um time que foi campeão há uma temporada, possui duas feras sob contrato (Dirk Nowitzki e Shawn Marion), grana para investir em Deron Williams e até mesmo em outra fera para reforçar o elenco. Seria uma tacada certa, em um time que jogaria os playoffs com alguma chance de sucesso ao meu ver.

De todo modo, a gente sabe bem como funciona a cabeça de jogador, e nem sempre o aspecto esportivo prevalece em relação ao financeiro. O que você, estimado leitor, faria se fosse Deron Williams? Ficaria no Nets, iria para o Dallas ou tentaria uma terceira via (Lakers, Suns ou Rockets)? Comente na caixinha!


Domingo sensacional da NBA tem brilho de Kobe e Rondo, e recorde de D-Williams
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Fábio Balassiano

Que domingo fantástico na NBA, hein. Quem conseguiu ficar em casa e assistiu às partidas de ontem viu muita, muita coisa boa. Vamos aos grandes destaques.

- Deron Williams anotou 57 pontos, a maior marca da temporada. Tudo bem que foi contra o Charlotte Bobcats, um timeco de quinta categoria, mas não é qualquer um que quase bate os 60 na NBA, né. O seu New Jersey venceu por 104-101 e D-Will ainda deu sete assistências.

- Mais cedo, Rajon Rondo e Paul Pierce foram excepcionais na vitória do Boston contra o New York Knicks por 115-111 na prorrogação. Pierce anotou seis pontos no minuto final, a bola de três que levou a peleja ao tempo extra e viu Rondo igualar um feito que apenas Magic Johnson e Jason Kidd haviam conseguido (obter o famoso 15-15-15). O armador teve extraordinário 18 pontos, 17 rebotes e 20 assistências, uma atuação para a história, sem dúvida alguma. E aí, Danny Ainge, ainda vai trocar o camisa 9, vai?

- Kobe Bryant havia dito que a partida contra o Miami Heat seria a mais importante da temporada para os Lakers. E o ala-armador mascarado (veja a foto) mostrou como se faz. Anotou 18 pontos no primeiro período, nove dos últimos 12 dos angelinos, terminou com 33 (é a terceira partida seguida com mais de 30 pontos) e viu seu time bater os rivais pela primeira vez desde que LeBron James mudou de time por 93-83. LeBron, que mais uma vez jogou de ala-pivô (Chris Bosh está lesionado) foi bem na marcação a Pau Gasol (apenas dez arremessos), mas novamente foi “apenas” um passador no ataque. Nos três minutos finais, sem Dwyane Wade (estourou em faltas), o camisa 6 chutou apenas uma vez (e errou). Mais do mesmo portanto.

E você, acompanhou alguma partida ontem? Gostou do que viu? Comente na caixinha!