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Bala na Cesta

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Ano começa bem para a gestão Guy Peixoto com patrocinador novo na CBB

Fábio Balassiano

11/01/2019 04h00

O contrato foi fechado nos últimos dias de 2018, mas divulgado apenas na tarde desta quarta-feira. A Confederação Brasileira anunciou ontem o primeiro patrocinador deste ano. E um patrocinador de peso. É a CIMED, de medicamentos e com ampla participação como apoiadora do esporte no Brasil. O acordo foi assinado com a presença da Rainha Hortência, embaixadora da modalidade no país (não possui cargo diretivo). Abaixo alguns detalhes que o blog apurou:

1) O contrato é de um ano, com intenção das duas partes de renová-lo por bem mais tempo até 2024 (ciclo olímpico completo);

2) O valor não foi divulgado, mas como bem disse o Professor Jorge Eduardo Scarpin, a informação deve constar do balanço da CBB já neste mês de abril. Até onde apurei, o montante cobrirá as despesas fixas da entidade máxima em 2018 (algo em torno de R$ 1 milhão);

3) A verba de patrocínio contempla as seleções masculina e feminina, além da modalidade 3X3 (olímpica ano que vem);

4) Além do valor fixo mensal que será destinado pela CIMED, há ativações relacionadas aos eventos já programados pela Confederação para 2019;

5) Um destes eventos desejados pela Confederação, como o blog já antecipou anteriormente, é o Pré-Olímpico Feminino;

6) Não será surpresa se um adendo ao contrato for assinado pela CIMED junto à CBB justamente para tratar do basquete feminino, já que a empresa possui um interesse gigantesco no mercado das mulheres no país;

7) Dois outros patrocinadores, nos mesmos valores da CIMED, estão bem encaminhados também. O máster, com valores maiores, ainda não.

Esta é, sem dúvida alguma, uma grande vitória do presidente Guy Peixoto, que, se ainda procura um patrocinador máster e dois ou três outros apoiadores com mesmo aporte financeiro que a CIMED, traz para perto da entidade máxima uma empresa com reputação incrível no cenário brasileiro, uma nova linha de receita e dá um respiro para a CBB conseguir se planejar, organizar e pensar no longo prazo.

Já são dois anos de gestão e a gente sabe quão no atoleiro estava a CBB desde que Guy e seu time assumiram a entidade após 16 anos do "maravilhoso" duo Grego e Nunes. Que a Confederação continue conseguindo seus patrocinadores, suas receitas, para desenvolver e massificar o basquete no Brasil todo.

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