Bala na Cesta

Arquivo : outubro 2012

Coluna ExtraTime: Os favoritos você já conhece, mas quem pode surpreender na NBA?
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Fábio Balassiano

Todo mundo sabe que a temporada 2012-2013 da NBA começou ontem, né. E todo mundo sabe que Los Angeles Lakers, Miami Heat, Boston Celtics, Los Angeles Clippers, San Antonio Spurs e Oklahoma City Thunder surgem como favoritos ao título da temporada. Por isso eu pensei, aqui, em citar times que podem aparecer não como candidatos ao caneco, mas sim como franquias que terão momentos de brilho no certame. Vamos lá:

1) Minnesota Timberwolves – Kevin Love perderá as primeiras quatro semanas do campeonato, Ricky Rubio só volta em 2013, mas o time do Minnesota parece ganhar forma com Brandon Roy e Andrei Kirilenko nas alas e Nikola Pekovic no pivô. Junte-se a isso Derrick Williams (ex-calouro, ele disse estar mais bem preparado), o russo Alexey Shved e J.J. Barea. Dá para sonhar com a oitava vaga no Oeste.

2) Sacramento Kings – Esta é uma aposta ousada, mas válida. O técnico Keith Smart tem um punhado de jogadores talentosos (DeMarcus Cousins, Thomas Robinson, Tyreke Evans, Marcus Thornton, Isiah Thomas e Jimmer Fredette) e se conseguir colocar um mínimo de disciplina na rapaziada, poderá ir longe. Olho em Cousins, tão talentoso quanto desmiolado.

3) Detroit Pistons – Não será fácil para Lawrence Frank, o técnico, e talvez o elenco ainda não esteja preparado, mas gosto muito da formação que os Pistons terão para esta temporada. Ben Gordon se foi, e Brandon Knight, entrando em seu segundo ano, será realmente o chutador da franquia. No pivô, Greg Monroe poderá se consolidar como o melhor gigante do Leste – ao seu lado, Andre Drummond, calouro, no garrafão poderá causar estragos. O elenco de apoio tampouco é ruim (Prince, Stuckey, Jerekbo, Flynn e Singler), e brigar por vaga na pós-temporada no Leste é absolutamente palpável.

4) Golden State Warriors – Marc Jackson, o técnico, disse que passou metade da pré-temporada convencendo seus atletas de que, sim, era possível jogar de igual para igual contra as maiores potências do Oeste e da NBA. Aparentemente, ele conseguiu, já que os Warriors foram muito bem nos amistosos (6-2) e parecem ter encontrado uma boa formação com Stephen Curry, Klay Thompson, Harrison Barnes (talentosíssimo), David Lee e o nigeriano Festus Ezeli, que substitui os quase sempre lesionados Andrew Bogut e Andris Biedrins. No banco, os experientes Richard Jefferson, Carl Landry e Brandon Rush. Caso consiga defender com consistência e tenha Bogut ou Biedrins em metade dos jogos, pode, sim, sonhar.

5) Washington Wizards – John Wall, o calouro Bradley Beal, Trevor Ariza, Nenê e Emeka Okafor. Este é o quinteto titular do Wizards para a temporada 2012-2013 (o brasileiro está lesionado e perderá o começo do campeonato, é bom dizer). É lógico que o banco é muito fraco, mas até que pode dar caldo no Leste. O time de Randy Wittman dependerá muito da melhora de Wall nos arremessos, da maturidade de Beal na adaptação ao melhor basquete do mundo e da forma física de seus pivôs (Nenê e Okafor). Caso tenha estas três variáveis a seu favor, poderá sonhar com playoffs.

E você, concorda comigo? Será que estas cinco franquias podem aprontar? Comente!

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Coluna originalmente publicada em 30.10.2012 no ExtraTime, site hospedado no UOL.


Completos, Lakers perdem de desfalcado Dallas na estreia – time ainda não venceu na temporada
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Fábio Balassiano

Foram oito derrotas na pré-temporada, e todo mundo dizia que eram só amistosos. Então ontem foi pra valer. Na estreia do quinteto titular formado por Steve Nash, Kobe Bryant (ele atuou apesar dos problemas físicos), Ron Artest Metta World Peace, Pau Gasol e Dwight Howard, o Los Angeles Lakers conseguiu a façanha de perder para um Dallas Mavericks sem Dirk Nowitzki. Levou 99-91 e agora soma incríveis nove derrotas seguidas na temporada 2012-2013. Foi apenas a quarta vez que os Lakers abrem o campeonato com derrota em casa nos últimos 21 anos.

E de cara os velhos problemas apareceram. Kobe Bryant esteve ótimo nos arremessos (22 pontos em 11/14), Dwight Howard até que mostrou suas garras (19 pontos e oito rebotes até ser eliminado com seis faltas), mas o aproveitamento dos três pontos foi fraco (3/13), o de lances-livres foi patético (12/31 – Howard teve 3/14) e o banco de reservas pouco produziu (apenas 17 pontos em 56 minutos). Do outro lado, o armador Darren Collison brilhou com 17 pontos, mas foi muito bem coadjuvado por outros cinco atletas que tiveram 11 ou mais pontos. Os suplentes de Rick Carlisle, aliás, somaram 37 pontos em 89 minutos). Até Eddy Curry, vejam só, foi bem com sete pontos e quatro rebotes.

Nas entrevistas coletivas, Steve Nash, Kobe Bryant e Dwight Howard disseram que tudo isso faz parte do processo de entrosamento de um time novo, mas que evidentemente as coisas não estão saindo tão fáceis/naturais como deveriam sair. Nash foi muito bem ao resumir: “É um processo, mas ao mesmo tempo estamos enroladíssimos. Estamos fora de sintonia, e teremos mais alguns destes espasmos assim neste começo de temporada”, afirmou o canadense, que teve  sete pontos (3/9 nos arremessos).

Para piorar a situação, os angelinos desembarcaram às 2h30 da madrugada de quarta-feira em Portland, onde logo mais enfrentam os Blazers (sim, dois jogos seguidos logo para abrir o certame). Nos retrospecto, quatro vitórias nos últimos 21 jogos de temporada regular no Rose Garden. Na quadra, um rival em renovação mas que conta com LaMarcus Aldridge, certamente um dos melhores alas-pivôs de toda a liga. Não seria um problema para o papel do time dos Lakers. Mas na prática, estamos vendo, a teoria está sendo outra. E por incrível que pareça, o jogo de hoje já pode ser considerado importantíssimo.

Caso perca, os Lakers jogariam o clássico de sexta-feira contra os Clippers com 0-2 e uma pressão imensa em cima do elenco e do fraco Mike Brown. Já dá pra se preocupar com a fase angelina? Comente!


Anderson Varejão beira triplo-duplo, bate recorde de rebotes e começa bem a temporada no Cavs
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Fábio Balassiano

No primeiro quarto do primeiro jogo da temporada da NBA, Anderson Varejão deu um susto em todo mundo. Caiu de mau jeito, saiu de quadra e colocou gelo no cotovelo. Poderia ser uma noite trágica, mas o cabeludo do Clevelans Cavs não quis nem saber.

Ele voltou para a quadra e saiu-se com nove pontos, nove assistências, dois tocos e anormais, incríveis, surrais 23 rebotes (recorde de sua carreira), sendo 12 ofensivos (também melhor marca). Seu time, no final das contas, acabou vencendo o Washington Wizards, de Nenê, que não atuou, por 94-84 com 17 pontos do estreante Dion Waiters e 29 da fera Kyrie Irving. Isso tudo, é bom lembrar, depois de o ala-pivô brasileiro ter ficado o final da temporada passada fora por lesão, hein! Ah, o último jogador do Cleveland a apanhar 23 rebotes em um jogo foi Brad Daugherty, em 1991.

É óbvio que não se espera de Anderson essa anormalidade de rebotes (os Wizards, todos, tiveram 39 – só ele, 23), mas a liderança do brasileiro (oito anos da NBA), o mais experiente do grupo ao lado de Luke Walton (sim, ele ainda joga – teve 12 minutos ontem), será fundamental para o Cleveland, cujo elenco tem média de idade menor que 25 anos (no time titular há dois calouros e um jogador de segundo ano, só pra se ter uma noção).

Além disso, espera-se que Varejão consiga ter sequência de jogos. Nos últimos dois anos, foram lesões que atrapalharam a evolução que parecia, e era mesmo, nítida (no campeonato passado ele foi cogitado para o Jogo das Estrelas, se lembram?). Caso consiga crescer os 10,8 pontos e 11,5 rebotes por partida da temporada 2011-2012, seu papel já terá sido bem executado nos Cavs. Caso consiga, além disso, ajudar a molecada a chegar próximo (ou entrar) nos playoffs, ainda mais.

Anderson é querido em Cleveland (é o jogador mais antigo da franquia em atividade) e tem tudo para se beneficiar com isso. Não ganhará título, mas terá o respeito e a admiração de uma torcida. Isso não é pouco, e ter começado com 23 rebotes a temporada deve ter sido ótimo sinal.

Que ele assim continue!

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Twitcam de abertura da temporada 2012-2013 da NBA
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Fábio Balassiano

Começando a temporada 2012-2013 em poucos minutos, e o blog abre os trabalhos com uma Twitcam esperta. Perguntas pelo link do Twitter (@balanacesta), pelo e-mail (fabio.balassiano@gmail.com) ou pela caixinha de comentários! Valendo!

Tags : Twitcam


James Harden chega a Houston, e diz que Kevin Durant ficou chocado com sua negociação
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Fábio Balassiano

“Estou muito feliz com esta negociação. Todos foram muito carinhosos comigo e fizeram com que esta transação desse certo. É óbvio que fiquei chocado, um pouco mexido com a saída do Oklahoma, mas é um ambiente profissional e as coisas acontecem assim mesmo. Não há muito o que se dizer além disso. Quando liguei para Kevin Durant no domingo à noite, ele disse que estava em estado de choque, ainda assustado com a notícia, mas ambos iremos viver, ser amigos para sempre. Estou em um time novo, com fome de conseguir coisas grandes e tenho certeza que serei feliz aqui”

A declaração é de James Harden, que desembarcou ontem mesmo em Houston e foi apresentado oficialmente como novo jogador e principal esperança de dias melhores nos Rockets.

TWITCAM DO BALA NA CESTA HOJE 19h30! NÃO PERCA!

O gerente-geral da franquia, o nerd Daryl Morey, está em êxtase, e disse que Harden é o jogador que a franquia queria (planejou, inclusive, trazer outras “estrelas”, segundo suas próprias palavras).

A grande questão é: será que James Harden tem bagagem para ser O cara de uma franquia da NBA (liderá-la, pontuar criando seus arremessos etc.)? Comente!


O grande desafio de Fab Melo em Boston – será que ele conseguirá passar pelo crivo de Garnett?
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Fábio Balassiano

No duelo de maior rivalidade e emoção na noite de abertura da temporada 2012-2013 da NBA, dois brasileiros estarão no banco de reservas de Doc Rivers, técnico do Boston Celtics que terá o Miami Heat pela frente logo na estreia: o experiente Leandrinho, contratado às pressas para ser o reserva de Rajon Rondo, e o novato Fab Melo (foto). Dos dois, fico muito mais preocupado com o último.

Pivô de 2,13m e 22 anos, Fab Melo tem uma história bem distinta. Surgiu nas divisões de base do basquete mineiro, foi para o Junior College nos Estados Unidos, se destacou e ganhou a chance de ouro de jogar em um dos melhores programas do país, o de Syracuse. Vinha tendo uma segunda temporada excelente, sendo reconhecido como o responsável pela melhora defensiva dos laranjinhas, mas acabou por escorregar em seus próprios erros.

TWITCAM DO BALA NA CESTA HOJE 19h30! NÃO PERCA!

Foi suspenso pela NCAA por razões disciplinares na semana do March Madness (ele teria notas abaixo da média, embora isso não seja confirmado), deixou seus companheiros e técnicos na mão e aí decidiu pular para a NBA – sem sequer cogitar um retorno a Syracuse para se desenvolver em termos técnicos e comportamentais.

Sem fundamentos prontos (seu arsenal ofensivo ainda é muito pobre, e eu não sei se franquias que buscam produtos prontos terão paciência de esperar muito), sem estar totalmente preparado, acabou sendo recrutado para a maior das pauleiras – jogar na melhor liga do mundo, no time mais tradicional dos Estados Unidos e dividir o garrafão com um dos caras mais exigentes do planeta, Kevin Garnett (se você não lembra, dá só uma olhada no que ele fez com Glen Davis há alguns anos clicando aqui).

Por isso a preocupação com Fab (seu nome é Fabricio), cujo rendimento na pré-temporada inspirou ainda mais cuidados (ele teve apenas dois pontos nos 47 minutos que ficou em quadra durante oito jogos, sendo o menos aproveitado dos homens de garrafão dos Celtics). Com gigantes de bom nível (Garnett, Green, Sullinger, Bass e o experiente Chris Wilcox), fica difícil esperar alguma coisa do brasileiro nesta temporada.

Se tiver alguns minutos, terá que aproveitar, jogar como nunca, defender como um louco. Nos treinos, tem que mostrar a Kevin Garnett, a Rajon Rondo e a Paul Pierce, cardeais de um elenco que sabe o que quer nesta temporada, que pode, sim, estar entre eles, jogar ao lado deles (nisso Leandrinho poderá ajudá-lo, diga-se). A Doc Rivers, qualquer demonstração de defesa acima da média já contarão.

Insisto que não será um ano fácil para Fab (não duvido que ele seja emprestado para a afiliada do Boston na D-League), mas ele não pode desistir – como sempre foi em sua carreira. É aproveitar a chance de treinar e ver Kevin Garnett, um dos melhores de todos os tempos, de perto e evoluir rapidamente.

Será que ele terá sucesso com uniforme verde? Comente na caixinha!


Na abertura da temporada, Ray Allen reencontra o Boston Celtics – promessa de jogaço!
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Fábio Balassiano

Confesso que vai ser um pouco estranho olhar para Ray Allen na noite de hoje, a de estreia do campeonato 2012-2013. O mundo da NBA é profissional, mas vê-lo com a camisa do Miami Heat contra o Boston Celtics (22h de Brasília, com promessa de transmissão do Space e certeza de exibição do League Pass – atenção: os primeiros 15 dias são GRÁTIS no LP!) na abertura da temporada vai provocar no mínimo uma sensação diferente.

Não será, portanto, apenas um jogo, mas sim o melhor jogo da rodada de abertura e com uma série de significados especiais. Será que Rajon Rondo, armador dos Celtics e maior desafeto de Allen na última temporada em Boston, irá abraçar o agora camisa 34 do Miami (na entrevista coletiva de ontem, Rondo se referiu a ele como “o número 20” – sem falar seu nome)? E Kevin Garnett, que disse ter apagado o telefone de Ray de sua agenda, como reagirá? E o público da Flórida, quase sempre frio, aplaudirá pouco ou muito o maior reforço de Pat Riley para o campeonato?

FIQUE LIGADO! TWITCAM DO BALA NA CESTA HOJE 19h30! NÃO PERCA!

São dúvidas que cercam o melhor embate desta terça-feira de NBA (nos outros duelos, Cavs x Wizards às 21h e Lakers x Mavs, que começa 00h30 de quarta-feira ). Se isso tudo não fosse o bastante, e talvez pouca gente lembre disso, o Miami esteve perto da eliminação na final do Leste da temporada passada justamente diante do Boston Celtics. Naquele jogo 6, em Boston, uma das mais magníficas atuações de LeBron James livrou os Heat da derrota e a conquista da conferência veio no sétimo e decisivo duelo.

Do seu lado, o sempre calmo Ray Allen diz: “Eles são meus amigos, sempre serão. Não tenho nenhum sentimento ruim em relação a eles, de verdade. Vivemos cinco ótimos anos juntos, e quando olhar Paul Pierce amanhã, não sentirei raiva alguma”, afirmou ao site da ESPN.

Dá pra acreditar em Ray? O que acontecerá em quadra logo mais quando o Miami Heat, na minha opinião o maior favorito ao título, entrar em quadra? Será que o Boston Celtics estraga a festa do anel de LeBron James e companhia? Comentários na caixinha!


São José mostra força, vence Bauru, empata a série e força quinto jogo no Paulista
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Fábio Balassiano

Não vou nem comentar sobre o horário do quarto jogo entre São José e Bauru (16h30 de uma segunda-feira é ridículo, vão me desculpar), mas o fato é: mais uma vez Murilo (foto) fez a diferença a favor dos joseenses. O camisa 21, o melhor jogador do NBB4 e recém-operado no joelho, teve incríveis 31 pontos e 11 rebotes para guiar o seu time a uma fundamental vitória por 92-79 contra Bauru.

Com o resultado, São José empatou a série em 2-2, forçando a quinta e decisiva peleja, que será realizada no dia 8 de novembro às 20h15 em Bauru (a folga no calendário não é bacana, mas explica-se porque os joseenses viajam para a Liga Sul-Americana ainda esta semana).

Na outra semifinal, o Pinheiros vence o Paulistano por 2-0 (caso avance à decisão por 3-0 ou 3-1 terá mando de quadra independente do adversário da outra chave), mas terá que esperar para entrar em quadra. De acordo com a Federação Paulista (leia aqui), a ESPN Brasil solicitou a alteração da partida, que seria amanhã, para a próxima quinta-feira.

Viu a partida de hoje? Foram 55 chutes de três pontos, hein (nenhuma surpresa). Comente!


Deron Williams analisa armador do Knicks: ‘Raymond Felton é melhor que Jeremy Lin
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Fábio Balassiano

“Eu diria que Raymond Felton é um armador melhor que Jeremy Lin. Felton já mostrou quão bom ele pode ser com a camisa do New York Knicks. E, bem, Lin teve números absurdos durante aquele período da temporada passada, mas precisa provar que pode ser ótimo durante mais tempo. Se tivesse que apostar, eu não teria dúvida em contratar o Felton”

A declaração é de Deron Williams, armador do Brooklyn Nets. Ele também se meteu na polêmica em torno do armador titular do New York Knicks ao afirmar que o rival da cidade acertou ao contratar Felton (17 pontos e nove assistências na temporada 2010-2011 em 54 jogos pelos nova-iorquinos antes de ser envolvido na negociação de Carmelo Anthony) e ao não renovar com Lin para esta temporada.

Algo me diz que Jeremy Lin entrará na temporada que começa amanhã com a faca nos dentes para provar a meio mundo que ele tem, sim, potencial para figurar entre os grandes. Titular da armação do Houston Rockets, ele agora terá o valioso reforço de James Harden, que chega hoje ao Texas.

Será que Lin conseguirá repetir os números (14,6 pontos e 6,2 assistências) da temporada passada (antes da lesão, claro)? Será que ele consegue a façanha de levar os Rockets aos playoffs? Comente!


Sem contrato, Derek Fisher corre risco de ficar de fora da temporada – alguém se habilita?
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Fábio Balassiano

Logo depois que acabou a temporada 2011-2012 da NBA eu escrevi aqui que o mercado de agentes-livres e o Draft estavam recheados de armadores disponíveis. Quase todo mundo já arrumou uma franquia para o campeonato que começa amanhã, o que não é surpresa.

Surpreendente é notar que Derek Fisher, veterano armador de 38 anos, cinco anéis de campeão e oito finais (sete com o Lakers e uma com o Oklahoma no certame mais recente), tenha sido esquecido. E certamente não é por causa de sua folha de serviços prestados, evidentemente.

Comenta-se em Los Angeles que Kobe Bryant está importunando a cabeça de Mitch Kupchak, gerente-geral da franquia, para trazer Fisher, seu eterno companheiro de armação nos Lakers, para ser o terceiro armador do time que já conta com o não menos veterano Steve Nash. Para isso, os angelinos, que dispensaram o jovem Andrew Goudelock no último sábado, teriam que limar Steve Blake ou Chris Duhon para que o ex-camisa 2 voltasse a pisar no Staples Center vestindo a camisa amarela (ou branca).

O que eu acho disso tudo? Sinceramente que ainda vale contar com Derek Fisher no elenco e para os minutos finais. Ele é experiente pacas, bom de grupo e serviria para auxiliar jovens armadores (como tutor de um Deron Williams, por exemplo, ele seria perfeito) ou comer tempo de veteranos que precisariam de descanso (Nash ou Tony Parker). Isso, claro, sem falar na estrela que Fisher carrega consigo em momentos decisivos.

E você, concorda comigo? Se você fosse gerente-geral de alguma franquia da NBA contrataria Derek Fisher, ou acha que a carreira do veterano terminou mesmo? Comente!