Bala na Cesta

Agora no Houston, Jeremy Lin é aplaudido por torcedores e vence em volta a Nova Iorque

Acontece neste momento, em Nova Iorque, a primeira partida de Jeremy Lin contra seu ex-time, o New York Knicks. Agora jogando pelo Houston Rockets, o armador, responsável pela Linsanity que o tornou como o esportista mais, digamos, buscado no Google em 2012, foi absurdamente aplaudido quando foi apresentado e faz questão de mostrar o que sabe fazer.

(Post atualizado às 07:45) Lin foi bem demais, terminando a partida com  já tem 22 pontos, oito assistências e quatro rebotes, ajudando a equipe que decidiu investir nele a bater os Knicks, que preferiram Raymond Felton, por 109-96 fora de casa.

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Não acho que os Knicks fizeram mal ao buscar Felton, evidentemente e os resultados falam por si só (a turma da Big Apple lidera o Leste com 18-6, não teve Carmelo Anthony na noite de ontem e tem uma equipe absurdamente sólida), mas foibacana demais ver Jeremy Lin alucinar a equipe que o colocou nos holofotes. O Garden está mudo neste momento.

Abaixo vídeos do primeiro jogo de Lin em Nova Iorque!

O APLAUSO DOS TORCEDORES

A CONCENTRAÇÃO NO HINO

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Nesta noite, a primeira vez do agora Rocket Jeremy Lin contra o New York Knicks

Rodada pra lá de interessante, e cheia (serão 12 jogos) esta hoje pela NBA. Alguns destaques:

1) Há um Lakers e Memphis na calada da madrugada que promete muito (pode ser o primeiro duelo em que podemos dizer que Marc está melhor que Pau Gasol, creio).

2) O Oklahoma City Thunder visita o Boston Celtics em partida que também promete sair faísca entre armadores (Westbrook x Rondo), alas (Pierce x Durant) e pivôs (Perkins/Ibaka x Garnett).

3) Outros ótimos armadores medem forças no Brooklyn. Deron Williams e os Nets, que vêm de duas derrotas seguidas, recebem Chris Paul e os Clippers, que haviam vencido seis consecutivas antes de caírem diante do Oklahoma na quarta-feira.

4) Pode parecer ridículo, mas é interessante, pela surpresa, este Charlotte x Atlanta também. São dois times que ninguém dava nada, não apostava muito, mas cujas campanhas (6-4) surpreendem até aqui. O trabalho de Mike Dunlap, do Bobcats, até então é excelente, e sua defesa pressionada tem impressionado a todos. Vale ficar de olho, até porque é o jogo que começa mais cedo (22h de Brasília).

5) Lá no Texas, a rodada marcará o reencontro de Jeremy Lin com o New York Knicks que o fez tão famoso na temporada passada (14,6 pontos e 6,2 assistências naqueles dois meses mágicos pacas). Agora com a camisa do Houston Rockets, o armador tem tido alguns problemas (2,8 erros por noite e 33,3% de aproveitamento nos arremessos), mas até que não faz muito feio, não – são 10,3 pontos e 6,3 assistências por noite. O problema é que do outro lado os seus substitutos (Jason Kidd e Raymond Felton) têm jogado muita coisa, a campanha dos nova-iorquinos é de 8-2 e quase ninguém por lá está sentindo falta da Linsanity. Vai ser bacana ver a reação de seus ex-companheiros e se Lin terá algum sentimento de ter que provar algo dentro de quadra. O jogo começa às 23h.

Vai ver a rodada da NBA? O que está esperando? Comente!

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Deron Williams analisa armador do Knicks: ‘Raymond Felton é melhor que Jeremy Lin

“Eu diria que Raymond Felton é um armador melhor que Jeremy Lin. Felton já mostrou quão bom ele pode ser com a camisa do New York Knicks. E, bem, Lin teve números absurdos durante aquele período da temporada passada, mas precisa provar que pode ser ótimo durante mais tempo. Se tivesse que apostar, eu não teria dúvida em contratar o Felton”

A declaração é de Deron Williams, armador do Brooklyn Nets. Ele também se meteu na polêmica em torno do armador titular do New York Knicks ao afirmar que o rival da cidade acertou ao contratar Felton (17 pontos e nove assistências na temporada 2010-2011 em 54 jogos pelos nova-iorquinos antes de ser envolvido na negociação de Carmelo Anthony) e ao não renovar com Lin para esta temporada.

Algo me diz que Jeremy Lin entrará na temporada que começa amanhã com a faca nos dentes para provar a meio mundo que ele tem, sim, potencial para figurar entre os grandes. Titular da armação do Houston Rockets, ele agora terá o valioso reforço de James Harden, que chega hoje ao Texas.

Será que Lin conseguirá repetir os números (14,6 pontos e 6,2 assistências) da temporada passada (antes da lesão, claro)? Será que ele consegue a façanha de levar os Rockets aos playoffs? Comente!

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Em campanha, basqueteiro Obama compara: ‘Nós somos o Miami Heat; Romney, Jeremy Lin’

Não sei se você, querido leitor, sabe, mas Barack Obama é um basqueteiro de mão cheia. Esteve recentemente no amistoso entre Estados Unidos x Brasil, em Washington (chegou a se assustar quando o time de Rubén Magnano ganhava a peleja no primeiro período, lembram?), vira e mexe assiste às partidas da NBA e chegou a praticar a modalidade em seus tempos de colégio.

Além disso, seu cunhado, Craig Robinson, foi técnico universitário nos Estados Unidos e, durante a campanha que levou Obama a presidência dos EUA em 2009, ele fez questão de sempre jogar uma “peladinha” de basquete nas manhãs que antecediam as prévias regionais (acabou dando sorte na primeira, se não me engano em Charlotte, e o então candidato decidiu não mais tirar as práticas basqueteiras matinais de sua programação). Mas o que isso tudo tem a ver com a atual campanha presidencial, você pode estar se perguntando. Bem, muita coisa.

Em uma reunião do partido democrata em fevereiro deste ano, Brian Schweitzer, Governador de Montana, perguntou o que ele faria para ganhar a eleição. Obama coçou a cabeça, chegou a não gostar muito, mas respondeu na lata: “Nós somos o Miami Heat. Mitt Romney (candidato republicano), o Jeremy Lin”.

Para quem não se lembra, Obama se refere ao confronto entre New York Knicks e Miami Heat em 23 de fevereiro deste ano. Naquela época, a Linsanity estava a toda, e o armador dos Knicks era O fenômeno da NBA no momento. No duelo, porém, Lin recebeu um boas-vindas do mundo real do basquete, chutou 1-11, cometeu oito erros e viu seu time ser surrado por 102-88 (aqui os números).

Não sei se o Obama vai ganhar as eleições, mas foi uma ótima tirada, concordam? Abaixo os melhores momentos da partida que Barack Obama citou!

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Carmelo Anthony e Jr Smith reclamam, e Jeremy Lin está quase fora do New York Knicks

“Eu, pessoalmente, não posso falar sobre isso. É uma questão de os dirigentes do Knicks dizerem se vão ou não cobrir esta oferta ridícula por Jeremy Lin. Eu nunca joguei com Raymond Felton, mas o Amare e ele, Felton, já atuaram juntos, se deram muito bem e só posso esperar o melhor, caso ele volte a ser um Knick”, Carmelo Anthony

“Não tenho dúvidas que caso o Knicks cubra a oferta do Houston teremos um problema imenso no vestiário. Alguns dos caras levam, mesmo, para o lado pessoal, e alguns pensarão que estão há muito tempo neste negócio, ralando e brilhando, sem ter tido o reconhecimento que Lin teria por menos de 50 jogos de sua carreira. Eu não sei o que pode acontecer, não”, Jr Smith

As declarações são de Carmelo Anthony e Jr Smith, jogadores do New York Knicks que não tiveram o menor pudor em opinar sobre a cada vez menos provável renovação de Jeremy Lin com o New York Knicks. A franquia de NY tem até amanhã para cobrir a oferta de US$ 25 milhões por três temporadas do Houston Rockets, mas parece cada vez mais impossível que a Linsanity continue na Big Apple.

Estranhas as declarações de Melo e Smith, não? No mínimo pouco comuns. Ego?

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Na frente de Kobe Bryant e LeBron, Jeremy Lin tem a 2ª camisa mais vendida da NBA

Como já se tornou tradicional, a NBA divulgou na manhã desta quinta-feira a lista das camisas mais vendidas da temporada.

E a grande surpresa não foi Derrick Rose, o atual MVP que lidera o ranking das camisas mais vendidas. Chuta quem vem atrás do armador do Chicago Bulls? Sim, ele, Jeremy Lin. Impressionante, não?

As vendas, feitas através do site da NBA e de sua loja temporária em Nova Iorque fizeram de Lin o segundo mais vendido, ficando na frente de bambas como Kobe Bryant (cuja camisa foi a mais vendida em seis ocasiões nos últimos 12 anos), LeBron James e Carmelo Anthony, seu companheiro de Knicks.

O mais impressionante da história é que Lin, como sabemos, não só não jogou a temporada desde o começo (suas camisas começaram a ser vendidas apenas em fevereiro) e depois de sua cirurgia no joelho houve um desconto de quase 50% no preço das peças. Tudo isso, porém, não foi suficiente para diminuir o apetite dos fãs do rapaz que se formou em Harvard e que chegou a NBA sem ter passado pelo Draft da liga até brilhar intensamente pelos Knicks no começo do campeonato.

Completam os dez mais vendidos Dwyane Wade, Dirk Nowitzki, Kevin Durant, Blake Griffin e Rajon Rondo.

A expectativa dos Knicks é que Lin retorne ao time no começo dos playoffs (contra Rose e os Bulls ou LeBron e os Heat).

Linsanity é isso aí!

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Fim da Linsanity em Nova Iorque? Lesionado, Jeremy Lin pode perder o restante da temporada

Você já deve estar sabendo que Jeremy Lin machucou o joelho na partida contra o Dallas e, ao contrário do que se previa, a lesão foi mais grave do que parecia.

O norte-americano terá que operar, a previsão de volta é de seis semanas e isso significa que muito provavelmente ele não estará mais vestindo a camisa 17 do New York Knicks nesta temporada (a não ser que 1) os Knicks avancem para a segunda rodada dos playoffs ou 2) que sua recuperação seja estupenda). Como se vê, o roteiro de filme está todo desenhado, rascunhado, é só apertar o play.

Mas, voltando ao basquete, a pergunta que fica agora é: será que chegou ao fim o reinado de Jeremy Lin em Nova Iorque? E aí eu explico o porquê de estar falando isso. Lin recebe o terceiro menor salário dos Knicks na temporada e será agente-livre ao final da temporada 2011-2012. Acima dele, na lista dos menos bem pagos da sexta franquia que mais gasta em salários na NBA (US$ 75,6 milhões), está Landry Fields, ala que foi recrutado no final do Draft e cujas atuações merecem elogios há dois anos (ele é um dos poucos que defendem por lá)..

Com isso, não sei exatamente se será em Lin que a direção do New York Knicks depositará um novo salário gordo. Com a folha inchada e com o trio Amare Stoudemire, Carmelo Anthony e Tyson Chandler consumindo quase toda a folha salarial (os três somados têm quase US$ 50 milhões anuais), acho complicado que sobre grana para contratos longos de Fields e Lin. E eu, de verdade, não sei o que faria, já que o rendimento de Lin naturalmente caiu e suas atuações ao lado de Carmelo Anthonym a estrela da companhia, não foram geniais como haviam sido sem ele (natural também).

Terá sido o fim da Linsanity em Nova Iorque?

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Mais da Linsanity: Jeremy Lin ganha rap nos Estados Unidos – ouça!

Jeremy Lin jogou mal ontem pelos Knicks, na partida contra o Miami, em mais uma partida em que a Linsanity aconteceu apesar de um desempenho não tão bom (oito erros, 1/11 nos chutes, +/- de -19 e derrota por 102-88). Gritos de MVP ecoaram no ginásio, o preço do ingresso dobrou e a atmosfera era de playoff. Foi bacana mesmo, e a Linsanity veio pra ficar, ao que parece.

Tanto é assim que Lin ganhou um rap bem divertido do cantor Mega Ran (ou Random, ou Random Beats). Quer ouvir? Clica abaixo.

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Sobre o fenômeno Jeremy Lin e o exagero que cerca seu nome

Estava muito claro que a direção da NBA procurava uma brecha para incluir Jeremy Lin (não preciso explicar quem é essa fera, certo?). E assim foi feito na sexta-feira, quando a liga anunciou que Lin jogará o desafio entre calouros e jogadores de segundo ano embora, na primeira lista divulgada semana passada, seu nome não constasse. Sim, foi cancetada das grandes.

É óbvio que o armador do New York Knicks tem feito um bocado de coisa, sua história é linda, impressionante e emocionante, e depois de tudo o que aconteceu no locaute a NBA precisaria limpar a sua barra com torcedores/imprensa/comunidades, e a figura de Lin vem para não só para trazer uma situação nova, e boa, para a liga, mas principalmente uma renovada possibilidade de entrada da marca NBA no mercado asiático (que estava morno pós-aposentadoria de Yao Ming).

Mas, com todo o respeito, acho que está havendo um grande exagero nisso tudo. Para se ter uma ideia do tamanho da loucura, o site da NBA coloca Lin em uma possível disputa de MVP da temporada. Sim, amigos, MVP – o melhor jogador do certame. Alguns, um pouco mais comedidos, citam o norte-americano como grande candidato a vencer o prêmio de maior evolução da temporada, esquecendo, por exemplo, do monstro que Greg Monroe, do Detroit Pistons, se transformou de uma temporada para cá e de como Ryan Anderson, do Orlando, passou a jogar.

Entendo, e até aceito, que em um momento em que as mídias sociais pulsam bizarramente e que o noticiário esteja praticamente dominado por ele, o nome de Jeremy Lin ganhe força e domine o mundo do basquete com toda força (e eu até gosto, pois, de novo, eu acho uma baita história!). O que não consigo compreender, no entanto, é que análises racionais sejam substituídas tranquilamente por devaneios momentâneos de alguém que ainda não completou dez jogos como titular da NBA (eu disse dez!).

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A Linsanidade continua: Jeremy Lin faz cesta da vitória do New York Knicks na NBA

Então os Knicks perdiam por 15 pontos, Jeremy Lin, a sensação da NBA na atualidade, tinha cinco erros e módicos 15 pontos em sua primeira apresentação após ter sido eleito o jogador da semana. Parecia que os canadenses do Toronto Raptors sairiam com a vitória, mas como diz Mike D’Antoni, técnico dos Knicks, Lin é duro na queda.

Lin recuperou-se, anotou 12 de seus 27 pontos no último período (fechou com 11 assistências também) e fez o mais importante: com o jogo para ser decidido nos momentos finais, anotou seis pontos no último minuto (primeiro com uma falta+cesta, e depois com uma bola de três pontos a 0,5s do final).

Deu a vitória aos Knicks por 90-87 (a sexta seguida), provou mais uma vez que é, de fato, duro na queda e colocou os nova-iorquinos a apenas uma vitória de “zerar” a campanha (agora 14-15). Isso tudo, é bom lembrar, sem Carmelo Anthony, a estrela da companhia. No fim, foi humilde pacas:

“Estávamos jogando bem, mas não conseguíamos vencer os jogos apertados. Agradeço ao técnico e aos meus companheiros por terem confiado em mim desde que entrei, e digo que só por causa deles é que tenho jogado bem nas últimas semanas”.

Veja o lance final de Jeremy Lin na noite de ontem e responda na caixinha: já dá pra dizer que Lin é uma realidade da NBA, ou é preciso esperar um pouco mais?

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