Topo
Bala na Cesta

Bala na Cesta

Sem confiança, número 1 de Draft da NBA cobra lance-livre com bizarra mecânica - confira!

Fábio Balassiano

18/11/2018 04h21

MITCHELL LEFF / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP

Escolhido na primeira posição do Draft de 2017, Markelle Fultz, armador do Philadelphia 76ers, tem uma história que merece ser estudada.

De promessa do basquete norte-americano ele passou a ser motivo de chacota devido ao seu errático começo de carreira. Lesionado na pré-temporada de 2017/2018, perdeu quase o campeonato passado inteiro, mas não só isso. Após a lesão, Fultz admitiu publicamente ter perdido totalmente a noção de como se faz para arremessar de longe (algo meio, digamos, bizarro pra um jogador de basquete…), algo que o fez procurar um treinador específico de arremesso (já demitido pelo próprio atleta…) e também um psicólogo. Nesta temporada de 2018/2019, ele está tentando recuperá-la (a confiança), seus números nem são tão ruins assim (8,8 pontos, 42% nos chutes e 23 minutos por jogo), mas seus métodos são, digamos, pouco convencionais.

Na sexta-feira contra o Utah Jazz Fultz inaugurou uma espécie de lance-livre batata-quente em uma das mecânicas mais bizarras da história do basquete. Na linha fatal, a bola chegava a sua mão vinda da arbitragem, e ele passava da esquerda para a direita até chegar a posição do lançamento. A metodologia é tão estranha, mas tão estranha, que até Jae Crowder, o rival do Utah Jazz, olhou assustado. No final da noite, 2 acertos em 4 tentativas para Fultz com sua nova forma de arremessar lance-livre.

Dá só uma olhadinha nele e na reação de Crowder:

Sobre o blog

Por aqui você verá a análise crítica sobre tudo o que acontece no basquete mundial (NBB, NBA, seleções, Euroliga e feminino), entrevistas, vídeos, bate-papo e muito mais.