Bala na Cesta

Arquivo : setembro 2012

Contagem regressiva: a vez do milagroso chute de John Paxson no tricampeonato do Bulls
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Fábio Balassiano

O companheiro Gustavo Hofman, dos canais ESPN e colunista do ExtraTime, enviou o seu lance favorito da NBA para a contagem regressiva do Bala na Cesta. Aconteceu no dia 20 de junho de 1993 em Phoenix, Arizona, e não teve Michael Jordan como protagonista do Chicago Bulls.

Era o jogo 6 da série, os Bulls venciam por 3-2 os difíceis Suns de Charles Barkley, Dan Majerle, Kevin Johnson e Danny Ainge e vinham fazendo um último período de doer (apenas nove pontos – todos de Michael Jordan). Perdendo de 98-96 com 15 segundos por jogar, Phil Jackson pediu tempo, orientou seu time a rodar a bola e a encontrar John Paxson livre. Jordan serviria como isca, e o arremesso de Paxson, um especialista, tinha boas chances de cair.

O resultado todo mundo já sabe. Cesta, 99-98 para o Chicago, tricampeonato para os Bulls em uma jogada clássica de Phil Jackson (ele viria a repetir a sacada anos depois, com os Lakers, com Kobe Bryant como isca, Derek Fisher como arremessador e o Orlando Magic como vítima nas finais da NBA). Relembre este momento clássico no vídeo abaixo com a não menos clássica narração de Marv Albert.


Irritado, presidente da Federação do Pará declara voto em Grego na eleição da CBB em 2013
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Fábio Balassiano

A eleição para o cargo de presidente da Confederação Brasileira de Basketball só acontece ano que vem (abril, provavelmente), mas os movimentos políticos já têm sido feitos agora. Nesta semana, Marcley Lima, Presidente da Federação Paraense de Basketball, enviou um e-mail para o atual gestor maior da entidade, Carlos Nunes, reclamando de seu mandato e declarando-se oposição no pleito de 2013. A mensagem foi encaminhada pelo Clipping do Basquete, de Alcir Magalhães.

”A sua falta de consideração com a minha federação chegou ao limite. Além de não passar recursos para nós, como deveria ser para preparação das seleções, não tens nenhum projeto para o basquete brasileiro”, “Declaro, assim, que a Federação do Estado do Pará é oposição a atual gestão Carlos Nunes”,  “Todas as federações estão vendo que você não tem condição de ser presidente por novos quatro anos” e “Estaremos em lados opostos nesta eleição por acreditar que o basquete nacional pode mais, e deve ser em todo o Brasil” foram alguns dos trechos da mensagem de Marcley a Nunes no dia 26 de setembro.

Só lembrando: o candidato da oposição, conforme antecipado por este blog há quase um ano, é Gerasime Bozikis, o Grego, cujo sustentáculo político/administrativo encontra-se justamente no Estado do Pará. Infelizmente não surgiu a terceira via que o basquete brasileiro tanto precisava, e ao que parece iremos para o pleito de 2013 com mais do mesmo. Grego, que dirigiu a entidade por longos 12 anos (1997-2009, período em que a modalidade quase afunou), e Carlos Nunes, cuja gestão atual na CBB beira o ridículo (nepotismo, problemas financeiros gravíssimos etc.) são os candidatos da eleição.

Pobre basquete brasileiro.


Com muita concorrência, Marcelinho Huertas terá temporada importante e difícil no Barcelona
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Fábio Balassiano

Começou ontem a Liga Espanhola, e hoje alguns jogos já rolaram. Titular, Raulzinho teve 12 pontos e três assistências na derrota para o Joventut Badalona (números aqui), Lucas Bebê teve nove minutos, cinco pontos e dois rebotes na ótima estreia do Estudiantes (aqui estatísticas), Paulão jogou seis minutos na vitória do Gran Canarias e Vitor Faverani teve oito pontos e 12 rebotes (20 de eficiência) no triunfo do Valencia. Mas o nome que mais chama a atenção entre os brasileiros na Espanha é o de Marcelinho Huertas.

Melhor jogador brasileiro atuando na Europa na atualidade, ele jogou foi o jogador mais aplaudido pelos 3.700 torcedores que foram ao Palau Blaugrana. Sua cesta milagrosa (reveja aqui) contra o Real Madrid na final da temporada passada ainda tem eco, mas em quadra o que se viu foi um Barça ainda hesitante. O time perdeu para o mediano Valladolid, ex-time de Oscar Schmidt, por 78-71, e Huertas teve seis pontos, três assistências e -4 de eficiência jogando 28 minutos.

Num primeiro momento, nada a se preocupar, mas eu confesso estar ansioso para saber como será a divisão de minutos de Xavi Pascual para a armação, posição que tem, além do brasileiro, o queridinho da torcida Victor Sada e o ídolo Sarunas Jasikevicius (que hoje não jogou). Pragmático ao extremo, Pascual certamente terá uma média para cada um de seus três bons armadores, mas obviamente só saberemos ao longo da temporada.

Meu único temor é que Huertas, que terminou a temporada de clubes e de seleções tão em alta (todos lembram dos rumores sobre uma possível ida para a NBA), perca um pouco de espaço justamente por causa desta concorrência absurda que há no Barcelona. Ele tem muito mais talento que Sada e obviamente mais pernas que o veterano Sarunas, mas não será fácil convencer Pascual que seu tempo de quadra precisará ser o mesmo do campeonato passado. Para quem vinha evoluindo sem parar, minha preocupação é que a armação inchada do clube catalão freie um pouco o desenvolvimento do camisa 9.

O que será que acontece com Huertas no Barça? Comente!


Dois momentos incríveis da brilhante carreira de Kobe Bryant na contagem regressiva da NBA
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Fábio Balassiano

Já coloquei aqui um vídeo de Kobe Bryant na contagem regressiva para o começo da temporada 2012-2013 da NBA, mas o companheiro Gustavo Faldon, do site da ESPN, enviou dois momentos da carreira do cara que não tive como não colocar por aqui. Conta aí, Gustavo!

“Quem acompanhou a temporada 2005-2006 da NBA testemunhou uma das melhores performances individuais da história do basquete. Aos 27 anos e em seu auge, Kobe Byant era quase imparável em quadra à época. No entanto, mesmo com Phil Jackson no banco, o Los Angeles Lakers tinha um elenco muito aquém do que havia conquistado três títulos seguidos anos antes e possuía nomes como Smush Parker, Chris Mihm e Kwame Brown (aquele mesmo) no seu elenco.

No dia 22 de janeiro de 2006, o então camisa 8 de Los Angeles mostrou do que era capaz quando o assunto era marcar pontos. Naquele domingo, o Los Angeles Lakers entrou no Staples Center vestindo seu uniforme branco e com uma campanha mediana (21-17), enquanto o Toronto Raptors – sem o brasileiro Rafael “Baby” Araújo, titular à época, pelo segundo jogo seguido – era um dos piores times da Liga.

Kobe teve uma ótima atuação no primeiro tempo, marcando 26 pontos. Mesmo assim, Toronto vencia por 63 a 49. Minutos após o intervalo, a liderança foi para 71 a 53, e alguns dos quase 19 mil fãs no Staples já começaram a desacreditar na vitória. O resultado final foi a vitória dos Lakers por 122 a 104 com incríveis 81 (!!!) pontos de Kobe Bryant. Somente Wilt Chamberlain, que conseguiu 100 pontos no dia 2 de março de 1962, havia tido uma performance melhor em termos de pontos na história da NBA.

Em quase 42 minutos em quadra, Kobe acertou 28 de 46 nos chutes de quadra (7 de 13 de três pontos) com 18 dos 20 lances livres convertidos. ‘Não imaginava isso nem nos meus sonhos. Isso foi algo que simplesmente aconteceu, é difícil de explicar’, disse Bryant, após a performance que o fez sair de quadra aplaudido e com gritos de “M-V-P!” no Staples. Em uma entrevista, o astro ainda revelou que comeu pizza de pepperoni antes do lendário jogo de 81 pontos. ‘Já vi jogos memoráveis, mas nunca vi um igual a esse antes’, completou Phil Jackson à época.

Kobe terminou a temporada com médias de 35,4 pontos (mais alta da NBA), 5,3 rebotes, 4,5 assistências e 1,8 roubos de bola. Porém, os Lakers ficaram apenas com a sétima melhor campanha no Oeste (45-37). Dessa forma, seguindo a tradição da Liga, era muito difícil o “Black Mamba” ser eleito o MVP. Tal honra ficou com Steve Nash pela segunda vez seguida – 18,8 pontos e 10,5 assistências por jogo -, que conduziu o Phoenix Suns ao segundo melhor recorde na conferência (54-28).

Isso fez com que Los Angeles Lakers e Phoenix Suns se enfrentassem na primeira rodada da pós-temporada. No dia 30 de abril de 2006, o Phoenix Suns, surpreendentemente, perdia a série por 2 a 1 para os seus rivais de divisão. Em um jogo que parecia ser um divisor de águas, Bryant proporcionou mais um momento de genialidade.

Com 7,9s no relógio, e Phoenix liderando por 90 a 88, Steve Nash recebeu um passe e ficou aguardando a falta. No entanto, Smush Parker conseguiu um roubo de bola que acionou um contra-ataque dos Lakers. E Kobe Bryant finalizou com um bandeja milagrosa, empatando o duelo com 0,7s para o fim. Na prorrogação, mais uma vez o armador canadense tinha liderança (98 a 97) e apenas 6,1s de jogo, mas Luke Walton conseguiu forçar uma bola presa.

Mais alto, Walton conseguiu ganhar no tapinha, a bola sobrou para Kobe. O camisa 8 conseguiu um novo milagre e fez uma cesta perto da ponta do garrafão no estouro do cronômetro para dar a vitória a seu time. Como nota-se no vídeo abaixo, parecia que o Los Angeles Lakers, com 3 a 1 na série, estava perto de surpreender o mundo da NBA (veja a reação dos jogadores dos Suns após a cesta). Mas no final das contas, Phoenix acabou vencendo o confronto em 7 jogos. Mesmo assim, não apagou um dos maiores momentos da história da Liga realizado por Kobe Bryant.

Abaixo os vídeos!


Por redenção, Paulão retorna a Liga Espanhola pelo Gran Canaria para reviver ótima fase
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Fábio Balassiano

Não foram fáceis os primeiros cinco anos da carreira do brasileiro Paulo Sergio Prestes, o Paulão. Paulista de Monte Aprazível, o pivô de 2,10m surgiu muito bem pelo Ribeirão Preto em 2005, chamando a atenção de todos. Dois anos mais tarde, foi destaque do Mundial Sub19 da Sérvia de 2007 com 23 pontos e 14,7 rebotes (aqui). Projetava-se, então, uma jornada brilhante para ele.

Mas os problemas físicos vieram, a evolução física parou e Paulão vive, em 2012, um grande recomeço no Gran Canaria, clube espanhol que decidiu apostar as fichas no brasileiro. Depois de terminar o campeonato passado pelo lituano Pieno Zvaigzdes, o brasileiro poderá repetir o desempenho que, em 2010, chamou a atenção do Minnesota Timberwolves, da NBA. Naquela temporada ele teve 9,3 pontos e 7,3 rebotes até que uma grave lesão no tornozelo fez seu mundo mudar um pouco (relembre aqui).

Os Wolves até chegaram a escolhê-lo no Draft de 2010, neste ano ele fez algumas boas partidas na Liga de Verão pela franquia, mas ainda não foi a vez do salto para a NBA (leia mais aqui e também aqui).E isso não é ruim, já que na Espanha ele poderá recuperar a confiança e o basquete que ele apresentava no começo de sua carreira (isso, claro, sem esquecer da obrigatória evolução física – seu corpo precisa passar por uma transformação urgentes, e o corpo técnico do Minnesota já o havia alertado disso há dois anos).

Portanto, o que se espera de Paulão, apesar da forte concorrência no elenco do técnico Pedro Martinez (o croata Uros Slokar e o espanhol Xavi Rey), é que aos poucos ele recupere o basquete que todo mundo sabe que ele tem. Na Espanha ele teve a melhor fase de sua carreira. É na Espanha que ele ganhou uma nova chance de recomeçar. Ele é jovem (24 anos), o elenco é razoável e a pressão é pequena. Talvez não exista oportunidade melhor. É bom não desperdiçá-la.


Com loja virtual, Americana lança e coloca uniforme à venda para torcedores
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Fábio Balassiano

Nesta quinta-feira, Americana lançou seus uniformes para a temporada 2012-2013. Além do tradicional modelo branco, o time decidiu criar um (belo) dourado (na foto com as pratas da casa Tássia, Débora e Leila Zabani), inédito na história do time. Mas a grande novidade não é essa, não.

Em uma iniciativa inovadora e (pelo que me conta) sem precedente na história do basquete feminino brasileiro, o time decidiu colocar seus uniformes para vender no site da equipe. Clicando aqui, é possível comprar a camisa dourada e a branca (o preço é de R$ 79,99, pode ser parcelado em 12 vezes e o frete é grátis) antes mesmo de ela ser usada pelas atletas em quadra.

“O que temos visto é que as equipes, seja de futebol ou basquete, lançam seus uniformes e depois colocam para vender aos torcedores. Invertemos o processo. Nossos torcedores terão o privilégio de adquirir a nova camisa antes do time estreá-la em dezembro. Até lá, os torcedores irão ao jogos da equipe com a nova camisa e poderão participar do arremesso dourado. Tenho certeza que ficarão orgulhosos de terem a nova camisa antes da equipe. Essa ação foi uma homenagem a eles, que incentivam a equipe”, disse Ricardo Molina Dias, presidente do ADCF Unimed, clube responsável pelo basquete feminino de Americana, ao blog por e-mail.

Nos jogos no Centro Cívico, em Americana, a partir das semifinais do Campeonato Paulista até o encerramento da LBF, os torcedores que forem ao ginásio com uma das novas camisas da equipe serão sorteados para participar do Arremesso Dourado, promoção que distribuirá R$ 100 por partida para quem acertar o arremesso (quando não houver ganhador, o prêmio fica acumulado para o jogo seguinte).

Parabéns a diretoria de Americana, atualmente o melhor centro de basquete feminino do país, e que atitudes assim sejam vistas em outros pontos da modalidade no Brasil. O basquete está precisando de ações de comunicação/marketing assim.


Na contagem regressiva para a NBA, uma homenagem aos Bad Boys do Detroit Pistons
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Fábio Balassiano

Quando comecei a gostar de basquete, eu tinha um pouco de medo daquela galera de Michigan. O apelido da tal turma não deixava dúvidas: Bad Boys. Eram os Pistons, de Detroit, que foram bicampeões da NBA em 1989 e 1990 com um elenco que tinha os excepcionais Isiah Thomas e Joe Dumars, além de Dennis Rodman, Bill Laimbeer, Mark Aguirre, Vinnie Johnson, Rick Mahorn, John Salley e Adrian Dantley. Ou seja: só fera maluca – todas comandadas pelo general Chuck Daly, que depois foi o treinador do Dream Team em 1992.

Abaixo um vídeo-tributo aos Bad-Boys do Detroit Pistons, provavelmente o time mais intenso, e violento, que a NBA já conheceu!


Com contrato renovado no Valencia, Vitor Faverani quer entrar de vez na elite da Europa
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Fábio Balassiano

Vitor Faverani terminou muito bem a temporada 2011-2012 na Espanha. Com o Valencia nas semifinais contra o Barcelona, impressionou Xavi Pascual, que fez de tudo para levar o pivô brasileiro de 2,10m e 24 anos para o clube azul-grená da capital da Catalunha. Mas Vitor incrivelmente recusou a oferta do Barça. Confiante no trabalho que vem fazendo com o exigente técnico Velimir Perasovic, ele preferiu ficar no Valencia, que renovou seu contrato até 2015 (leia mais aqui).

Mas é óbvio que com a renovação as cobranças tendem a aumentar – e muito. Titular da posição, queridinho (com justiça) do técnico e cobiçado pelos grandes da Europa, o ex-garoto enchaqueca tem papel fundamental de um Valencia que quer ganhar pontos para voltar a ser grande no continente (recentemente chegou às finais da Liga Europa, o que já é alguma coisa, mas falta disputar a Euroliga).

Faverani teve 6,9 pontos em 15,4 minutos por partida na temporada regular de 2011-2012, mas foi durante os playoffs que seu basquete explodiu. Recuperado de uma lesão no pé,  melhorou seus números para 12 pontos, 12 de eficiência e 22 minutos no mata-mata contra Lagun Aro e Barcelona.

E é justamente esta parte final do campeonato que todo mundo espera ver do camisa 13 na Liga ACB. De surpresa da temporada passada, Vitor Faverani precisa, neste campeonato que começa no domingo para os valencianos contra o Fuenlabrada, mostrar que pode ser o grande jogador que aparentou ser.

Se conseguir levar o Valencia aos playoffs como um dos líderes do time, ganhará (ainda mais) pontos com o técnico, torcida e até com Rubén Magnano, técnico da seleção brasileira com quem deixou de conversar em Murcia há cerca de dois anos.


Site coloca LeBron James como melhor jogador da atualidade; Kobe é o sexto – você concorda?
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Fábio Balassiano

Como sempre costuma fazer pra passar o tempo entre uma temporada e outra, a ESPN decidiu não deixar de publicar suas famosas listas de férias. Desta vez o site foi além. Com um colegiado de 104 jornalistas especializados (aqui a galera completa), elencou os 500 melhores jogadores da NBA na atualidade (o pior é o possante Eddy Curry, que, é bom dizer, estava no elenco campeão do Miami na temporada passada).

E como toda lista, a que terminou de ser divulgada ontem contém uma série de polêmicas – ou imperfeições. Acho que vocês já sabem que não curto muito esses ranqueamentos, principalmente porque os critérios são quase sempre numéricos (como se o basquete se resumisse a isso – e vocês sabem que adoro estatísticas…), então não vou nem comentar, mas confesso estranhar demais as dez primeiras colocações com Kobe Bryant apenas em sexto. Abaixo coloco os primeiros, e aqui o link para o ranking completo.

1) LeBron James
2) Kevin Durant
3) Dwight Howard
4) Chris Paul
5) Derrick Rose
6) Kobe Bryant
7) Kevin Love
8) Dwayne Wade
9) Russell Westbrook
10) Deron Williams

Apenas duas observações antes de passar a bola pra vocês: 1) dos dez mais bem colocados, quatro são armadores, o que mostra uma tendência que já havia falado há dois anos; 2) Com seu quarteto fantástico (Nash, Kobe, Gasol e D12), os Lakers têm quatro jogadores entre os 20 primeiros colocados.

A bola está, querido leitor, com você neste momento. Concorda com a lista? LeBron James é realmente o melhor jogador da atualidade? Comente na caixinha, o espaço é seu!


Contagem regressiva: Everaldo Marques lembra do All-Star Game de Magic Johnson em 1992
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Fábio Balassiano

Contagem regressiva a toda aqui no blog para o começo da NBA, hein. E hoje Magic Johnson volta por aqui. Desta vez, com o momento enviado pelo Everaldo Marques, narrador boa-praça dos canais ESPN. Ele relembra o único momento em sua vida escolar que o basquete foi mais comentado que o futebol em uma segunda-feira. E foi por causa do All-Star Game de 1992. Quem lembra?

O All-Star Game de 1992 (em Orlando) teve Earvin “Magic” Johnson como protagonista. Ele voltou às quadras após ter anunciado, em 1991, que havia contraído o HIV e deu um verdadeiro show naquela tarde. Para se ter uma ideia do tamanho daquele evento, os elencos contavam com 11 dos 12 atletas que meses depois disputariam as Olimpíadas de Barcelona naquele que ficou conhecido como o Dream Team (o único que não estava lá era Christian Laettner, o universitário do Time dos Sonhos).

Naquela noite de 9 de fevereiro o armador anotou 25 pontos e deu nove assistências, mas emocionou a todos quando desafiou Isiah Thomas e Michael Jordan para duelos de 1-1 (o último deles, contra Isiah, foi no fim da peleja).  Para quem não lembra, coloco abaixo o vídeo do chute final que coroou a atuação memorável de Magic Johnson, MVP do All-Star, e os últimos quatro minutos da peleja (para quem quiser ver o jogo completo, aqui está a primeira das 18 partes no Youtube). É emocionante!