Bala na Cesta

Em entrevista exclusiva, campeão Dirk Nowitzki abre o jogo

Fábio Balassiano

Dirk Nowitzki demorou 33 anos para realizar o sonho da sua vida. Após um punhado de frustrações e rótulos como 'amarelão', conquistar o título da NBA na temporada 2010-2011, a melhor liga de basquete do mundo, foi a concretização do sonho de infância deste alemão de 2,13m. Mas ele não pensa em descansar nas férias. Junto com a seleção de seu país Dirk jogará o Eurobasket da Lituânia, competição que classifica as duas melhores seleções para as Olimpíadas de Londres em 2012. Nesta longa entrevista com o Bala na Cesta o ala-pivô, um dos mais técnicos que a modalidade já viu, falou sobre o troféu conquistado com o Dallas Mavericks, a expectativa para o torneio continental e sua evolução como atleta. Confira.

BALA NA CESTA: Neste momento você começa a sua preparação para o Eurobasket, certo? Qual a expectativa para a competição? Será que a Alemanha consegue, de cara, carimbar a vaga para as Olimpíadas de Londres?
DIRK NOWITZKI: Será a competição mais equilibrada entre seleções européias dos últimos anos, mas esperamos ir bem. Com a adição do Chris Kaman (pivô do Los Angeles Clippers), ganhamos em força e técnica no garrafão. Faremos de tudo para chegar às Olimpíadas. Se não agora, no Eurobasket, ao menos via Pré-Olímpico Mundial, como foi em 2008 na Grécia. Queremos muito jogar em Londres.

BNC: Não sei se você sabe, mas este lado de querer sempre defender a Alemanha te faz ser ainda mais admirado no Brasil. Por aqui, por incrível que pareça, a mão é invertida, e alguns atletas preferem não jogar pela seleção. É possível explicar isso?
DN: Não posso falar pelos outros, mas eu amo jogar pelo meu país e sei da importância que isso tem para a modalidade na Alemanha. Não é que seja o melhor germânico no basquete, mas pela popularidade que adquiri na NBA sei exatamente quão bacana é para os que me acompanham durante nove, dez meses nos EUA me verem com a camiseta alemã. E eu curto demais isso. Jogar uma Olimpíada sempre fez parte dos meus sonhos, e fico feliz em ter atuado há três anos na China. Ainda estou me recuperando da lesão no dedo que tive nas finais da liga contra o Miami, mas acredito sinceramente que estarei na lista final para ir ao Eurobasket. É meu desejo maior neste momento.

BNC: Uma das críticas mais comuns a você de cinco, seis anos pra cá é que de que você não decidia partidas importantes, que não conseguiria ser campeão. Com o anel, você espera que este tipo de raciocínio se dissipe de vez?
DN: De verdade? Nunca dei ouvido para isso. Se fosse me preocupar com tudo o que dizem de mim… Sério: é uma sensação indescritível ganhar um título da NBA. Poderia citar algumas coisas para comparar, mas seria irreal. Posso te dizer que sou o cara mais feliz do mundo em trazer o título para Dallas, uma cidade que me viu crescer e sempre me apoiou. Foi uma conquista de equipe, e de uma equipe que nunca deixou de acreditar em sua capacidade. Costumo dizer que seria um cara muito triste caso não tivesse conseguido conquistar um título da liga. Conquistá-lo pelos Mavs, a franquia que me abraçou desde o meu ano de estreia, foi gratificante demais.

BNC: Foram 13 anos de NBA até chegar ao título e algumas derrotas bem dolorosas. Você chegou a fazer algum tipo de trabalho psicológico para ficar mais forte mentalmente?
DN: Equilíbrio emocional é importante na hora de decidir as partidas, mas você só dá valor a isso quando começa a perder e não consegue explicar o porquê. Não gosto de falar muito sobre isso, mas o aspecto psicológico foi algo que, sim, trabalhei para evoluir. Além disso, a experiência com os anos te leva a aprender com os erros e a desenvolver técnicas para não repeti-los. Um jogador precisa ter em mente que errar faz parte da vida, mas que apenas aprendendo com os erros será um grande atleta. Acho, também, que o fato de termos uma equipe experiente em Dallas nesta temporada ajudou bastante a suportar a pressão dos playoffs. Isso contou muito.

BNC: Você fala sobre aprender os erros, ser mais forte mentalmente, mas o momento que mais me marcou da comemoração do Dallas foi quando o cronômetro ia zerar e você decidiu sair de quadra para chorar. Consegue relembrar aqueles segundos, e o que passou pela sua cabeça?
DN: De verdade? Não. Muitas emoções juntas me fizeram sair correndo de quadra. Nem sabia para onde estava indo para ser sincero. Naquele momento eu pensei em todo o árduo trabalho que tive até realizar o meu sonho, que era ganhar o troféu da NBA. Senti que as lágrimas estavam chegando e precisava de um momento sozinho no vestiário para chorar e me recuperar em paz. Posso te dizer que depois de tudo o que passei que valeu a pena.

BNC: Falando em momentos difíceis, é inevitável lembrar da perda do título de 2006, quando o Dallas ganhava a série por 2-0 e tinha uma confortável vantagem no jogo 3, em Miami. O que você lembra daquela decisão, e quais foram as lições aprendidas para a deste ano?
DN: Foi a maior decepção da minha vida esportiva sem sombra de dúvida. Chegar tão perto de uma conquista e do nada perder foi bem difícil de superar. Foi complicado acreditar que seria possível atingir o objetivo de ganhar um título depois daquilo que passei, mas quando a oportunidade chegou, nós sabíamos que estávamos mais fortes e experimentados para aquele tipo de situação. Valeu a pena.

BNC: Muitas pessoas dizem que a vitória do Dallas foi a vitória do basquete, do verdadeiro basquete (coletivo) sobre um punhado de jogadores individualistas do Miami. Você concorda com isso?
DN: Não posso te responder isso, mas posso dizer que foi excepcional ganhar um título tão importante tendo como alicerce principal o espírito coletivo. Nós acreditamos muito na qualidade do grupo e nos ajudamos para que isso acontecesse.

BNC: Quando você se tornou agente-livre ao final da temporada passada muita gente disse que você deveria procurar outra equipe para ganhar um título. Você também pensou nisso?
DN: Sim, de fato pensei em outras alternativas e possibilidades. Mas quando me encontrei com o Mark Cuban não tive dúvidas de que ficar em Dallas era a coisa certa a se fazer.

BNC: Você conseguiria falar um pouco sobre a transformação que aconteceu em seu estilo de jogo? Você começou na NBA como um ala (3), abusando dos chutes de três pontos (em 2001 arremessou 390 de longe), mas depois acabou migrando para um jogo mais sólido e consistente no garrafão (em 2010-2011, apenas 168 bolas de longe tentadas). Como foi esse processo?
DN: Você tem razão quando descreve essa minha mudança, mas ela foi natural e baseada em muito trabalho (foram horas ralando e treinando sozinho no ginásio). Acabei percebendo com o tempo que não precisava de tiros longos para ser um jogador dominante e que precisaria me tornar mais versátil se quisesse ter vida longa na NBA. Quando cheguei na liga precisei me acostumar com o jogo de contato que há por lá, e acabei me esquivando um pouco disso nos tiros de três pontos. Além disso, tive que me tornar um passador e um defensor melhor, além de adquirir técnicas de infiltração, coisa que não tinha quando era um novato.

BNC: O grande impasse que envolve proprietários de franquias e atletas tem data para acabar? O que você pensa em fazer caso o locaute continue?
DN: Não posso falar muito sobre isso, mas espero sinceramente que toda a situação seja resolvida rapidamente. Torço para que as duas partes conversem e se entendam. Tenho três anos de contrato com o Dallas, e espero cumprir. Caso a temporada de fato não ocorra terei que pensar no que fazer. Mas, sinceramente, isso nem passa pela minha cabeça. Quero voltar aos Estados Unidos e defender meu título com meus companheiros.

BNC: Você poderia falar sobre quatro pessoas importantes nesta conquistar do Dallas Mavericks? Mark Cuban, o excêntrico proprietário da equipe, Rick Carlisle, o treinador, Tyson Chandler, o pivô e “cadeado defensivo” do time, e Dwane Casey, assistente-técnico que montou a defesa por zona de vocês.
DN: Mark é um grande dono de franquia e um grande amigo. É apaixonado por basquete, e exatamente por isso talvez passe do ponto. O título significou muito pra ele, não tenho dúvida. O Casey montou a nossa defesa, é dele o mérito total de termos conseguido entender quão importante era marcarmos com sabedoria e paciência. Tyson foi, como você disse, o nosso melhor defensor durante todo o ano e um dos nossos líderes e atletas que mais lutaram para que conseguíssemos o anel. Sobre o Carlisle, ele teve o mérito de ter fechado e unido o grupo como nunca havia visto na liga. Além disso, e isso vejo pouca gente falar, deu grande liberdade para o Jason Kidd armar – e acho que isso deu resultado, né.

BNC: Para fechar: você jogou em grandes times do Dallas que não foram campeões. É possível compará-los? Dá pra dizer que este Dallas Mavericks, campeão da NBA, não é melhor do que muitos outros que você fez parte?
DN: Pergunta complicada a sua. Não vou dizer que sim nem que não, mas posso te afirmar que de atletas não foi o melhor de que fiz parte. Mas foi o que melhor encontrou soluções para vencer. Acho que isso faz, e fez, bastante diferença e mostra muito da grandeza de espírito e de atitude deste grupo do Dallas.

  1. Fábio Balassiano

    08/08/2011 23:35:45

    sensacional ver você por aqui, ídolo! abs, fábio

  2. Ricardo Santos

    08/08/2011 22:57:19

    Sensacional a entrevista, perguntas criativas, inteligentes, diretas e diferentes. Da pra ver que o Derk gostou das perguntas, fugiu do básico. Parabéns rapaz. Vou voltar a fazer exercício para marcarmos de dar uns arremessos no aterro. Irado. Abração

  3. marilamar

    31/07/2011 19:01:22

    Ele é alemao e na Alemanha tem gente honesta....enquanto no Bresil tudo vira corrupçao, jeitinho brasileiro e vantagens sobre alguem.....a nossa cultura é roubar e roubar!!!! Esta muito correto os atletas brasileiros nao defender a seleçao em qq esporte, pois o Nusman, Ricardo Teixeira,, Midia Corrupta(veja, folha, oesp, globo, rede globo) e outros empresarios e politicos(prefeitos, governandores, deputados estaduais e federais, senadores) sao todos envolvidos com alta corrupçao, eles nao vao defender o Brasil e sim o bem estar dos corruptos e corruptores que mandam neste Bresil . Parabens ao alemao que tem um País serio, onde o patriotismo esta sempre presente, enquanto nois é nois!!!

  4. AloneMoreira

    28/07/2011 18:03:41

    Primeiramente parabéns Fabio pela entrevista ,perguntou coisas que muitos de nós gostáriamos de ter perguntado e o Dirk esse cara realmente merece ser campeão , nossa isso que é atleta tenho inveja dos alemães por ter ele na seleção e eu gostaira muito que certos jogadores tivessem um pouquinho mas só um pouquinho da humildade dele já tava bom !

  5. marcos potiguar

    28/07/2011 11:51:35

    perder para um jogador como dirk faz a dor de ver o heat perder o titulo menor.

  6. Victor Lima

    28/07/2011 00:48:39

    Mto boa a entrevista com o heroi de Cleveland, o cara é mto bom jogador e é um bom jogador no jogo ofensivo!

  7. Fábio Balassiano

    27/07/2011 17:11:44

    valeu, felipe! obrigado mesmo. eu não perguntei sobre a zoada do miami, cara. foi "culpa" minha mesmo. achei que não cabia. o dirk é bem maior que isso, nao acha? obrigadíssimo!

  8. Felipe Itu

    27/07/2011 17:07:31

    Fábio, aos poucos estava acompanhando seu trabalho, porém nessa entrevista você matou a pau. Parabéns, perguntas bem inteligentes, de quem conhece e acompanha. Jovem ainda você terá um futuro promissor no jornalismo esportivo ligado ao basquete. Não sei se a assessoria dele quem cortou ou ficou faltando perguntar a sensação dele ao ganhar o título depois da zoada do Miami. Abraço.

  9. Fábio Balassiano

    27/07/2011 14:26:07

    Valeu, vinnie. abs

  10. Vinnie diSouza

    27/07/2011 14:05:03

    Caro Fabio, sensacional a entrevista. excelentes questionamentos que o Alemão respondeu de forma clara e bem bacana, parabens irmão!!!!

  11. Fábio Balassiano

    27/07/2011 13:48:40

    valeu, denis! abs

  12. Denis Fernando

    27/07/2011 12:39:06

    Parabens pela entrevista. Show de bola.

  13. emerson

    27/07/2011 11:15:02

    Bacana a entrevista com o Dirk, um excepcional atleta, mas no post seguinte voce vincular - de modo ironico - essa entrevista com a postura de jogadores brasileiros na NBA que nao "querem" jogar pela selecao nacional, nao concordo. Sao realidades distintas e historias de vida com rumos nao comparaveis, o que nao ajuda a avaliar como cada um tomou as suas decisoes em relacao a selecao brasileira e a politica da CBB para atletas de alto nivel (se é que isso existe aqui). Acho sim que voce faz um grande servico ao esporte trazendo esse tipo de depoimento aqui de caras como o Dirk (seria interessante perguntar ao D.Wade e ao Lebron o que se passou na cabeca deles ao zombar da forte gripe do Dirk durante os playoffs finais). No mais, parabens pela iniciativa. Ficou devendo uma entrevista desse nivel com o Nene e o Leandrinho. Abs, Emerson.

  14. Athos Maia

    27/07/2011 00:38:00

    SENSACIONAL!!! ótima entrevista, o Dirk foi simplesmente genial na campanha do Mavs na última temporada... GO GO GO GO MAVS!!!

  15. Felipe de Oliveira

    27/07/2011 00:37:08

    Parabéns pela entrevista com o Dirk, passei a gostar e a entender mais de basquete lendo seu blog. Susseso para você !

  16. caixao

    26/07/2011 22:41:41

    Esse alemão joga bem, e é humilde, um bom exemplo para muitos que se achan o cara no basquete sem ter ganho nada.Boa entrevista

  17. Ricardo Camilo

    26/07/2011 22:28:10

    Muito boa a entrevista, parabéns! Depois de 2006 eu não esperava ver o Dallas campeão, mas graças a Dirk e o jogo coletivo deste elenco, o título veio. Ao ler a entrevista pude reviver aquele domingo memorável, sensacional!

  18. Fábio Balassiano

    26/07/2011 22:05:42

    professor paulo, só de o senhor vir aqui já é motivo dee orgulho. citar-me no seu texto, ainda mais. já havia lido! ;) abs, fábio

  19. Fábio Balassiano

    26/07/2011 22:04:14

    valeu, vini! abs

  20. Fábio Balassiano

    26/07/2011 22:02:36

    valeu, marcelo!

  21. Paulo Murilo Alves Iracema

    26/07/2011 21:48:06

    Prezado Fabio, bela entrevista, objetiva, esclarecedora, marcante. E de tal ordem sua importância que tomei a liberdade de tomá-la como tema do artigo que postei hoje no Basquete Brasil. Obrigado por tão importante e bem formulado material. Parabéns.Paulo Murilo.

  22. vini

    26/07/2011 21:15:20

    muito boa essa entrevista, mostra que temos q aprender com caras como dirk defende suas equipes ate quando puder.Parabens pelo blog, finalmente achei um decente

  23. Marcelo Mariano Nogueira

    26/07/2011 19:06:06

    Grande Bala!Meus sinceros parabéns! Excelente trabalho. Abç!

  24. Fábio Balassiano

    26/07/2011 18:13:49

    valeu, amigo! se você gostou eu fico ainda mais feliz. abs

  25. Klaus

    26/07/2011 18:07:37

    Fabio, que entrevista! Impressionante. E que atleta é esse alemão, hein. No jogo e nas palavras.

  26. Fábio Balassiano

    26/07/2011 17:53:26

    foi dureza, xará. voltei algumas vezes... abs

  27. Fábio Balassiano

    26/07/2011 17:53:09

    valeu, alex! abs

  28. Paulo Rogerio

    26/07/2011 17:47:38

    Parabéns pela entrevista.Este mais um exemplo de perseverança, e que não importa o quanto vc seja bom, sempre tem que treinar duro, respeitar o jogo de equipe e valorizar sempre os seus companheiros. E que seja mais um exemplo para os jogadores brasileiros que a bandeira do nosso país é nosso maior orgulho e que devemos fazer de tudo para defender o nosso país. Pois tem muitos que vão se espelhar nele por isso. Acorda Nenê e Leandrinho esqueçam um pouco esta mala e soberba pois um dia vcs precisaram muito da seleção e agora ela precisa muito de vocês.

  29. Alex Aquino

    26/07/2011 17:43:03

    Simplesmente incrivel a entrevista! Parabéns bala

  30. Fábio Carvalho

    26/07/2011 17:35:48

    Show de bola, xará!Deve ter sido duro conseguir a entrevista com ele! Mas ficou muito bacana! Não foram respostas automáticas, deu pra sentir muita sinceridade em tudo.Parabéns!Abs!

  31. Jorge Luiz/ Sertãozinho SP.

    26/07/2011 14:46:09

    Por que será que os estrangeiros sempre se senten honrados em jogar para seu País e os brasileiros nem tanto. Será que é cultural ou " FARTA DE DINHEIRO MEMO" QUE MERDA NÃO?

  32. Fábio Balassiano

    26/07/2011 13:56:36

    obrigado, leo. abs.

  33. Leonardo Valejo

    26/07/2011 13:10:36

    Bala, você acabou de conseguiu uma entrevista com o melhor jogador de basquete da última temporada. Para um país como o Brasil, onde nossa modalidade ainda precisa crescer muito, isto é algo sensacional. Você ajuda muito mais o nosso basquete do que a CBB.Abraço e muito obrigado

  34. Fábio Balassiano

    26/07/2011 13:02:22

    obrigado, léo! abs

  35. Fábio Balassiano

    26/07/2011 13:02:03

    valeu, paulinho! obrigado pela força. abs

  36. Fábio Balassiano

    26/07/2011 13:01:47

    ainda nao. abs

  37. Fábio Balassiano

    26/07/2011 13:01:24

    valeu, denis! tb acho

  38. Denis

    26/07/2011 12:50:46

    Muito boa a entrevista, Bala!! E muito boa a última pergunta, legal que o Dirk reconheça que esse time do Dallas não foi o melhor elenco que o time já teve. Mas já estamos cansados de saber que isso não é o bastante.Abraços!

  39. Douglas William

    26/07/2011 12:47:57

    Muito boa a entrevista, com conteudo, ao ler você parece que vê o jeito simples do DN....Parabéns...Sobre o Locaute, tivemos alguma novidade?

  40. Paulinho

    26/07/2011 12:39:17

    Muito boa a entrevista parabéns Bala. Serve mais uma vez de lição para que o basquete brasileiro e os jogadores reflitam e busquem melhorias!

  41. Rafael Wuthrich

    26/07/2011 12:35:32

    Excepcional trabalho. Muitas respostas convincentes, algumas ficadas no muro, mas um perfil bem claro do craque alemão. Como diria o Everaldo Marques, "na hora da decisão, bola para o alemão".Achei muito bacana a posição dele sobre defender a Alemanha - pena que muitos dos nossos atletas não definam isso de forma clara.

  42. Léo

    26/07/2011 12:08:50

    SENSACIONAL ENTREVISTA!!!!PARABÉNS!!!!

  43. Leonardo Rodrigues

    26/07/2011 12:06:34

    Parabéns pela entrevista, Bala.Na minha opinião, seu blog é a principal referência do esporte (basquete) no país.

  44. Fábio Balassiano

    26/07/2011 12:06:07

    obrigado, professor. abs

  45. carlão

    26/07/2011 12:00:05

    o alemão é um exemplo cara..sério...fiquei muito feliz por ele,e chupaaaa lebron aprenda um pouco de comprometimento e carater com esse alemão.

  46. Marcos André

    26/07/2011 11:45:24

    Excepcional entrevista. Melhor arremesso de meia-distância que já vi. Quase impossivel marcá-lo que sobe e angula pra trás. É um exemplo esportivo de trabalho árduo, técnica, sinceridade e não deslumbramento.

  47. Jorge

    26/07/2011 11:38:45

    Bala, parabéns, ótimo trabalho jornalístico.

  48. Fábio Balassiano

    26/07/2011 10:59:03

    obrigado, marcio! valeu pela força. abs

  49. marcio

    26/07/2011 10:57:40

    Amo o basket e de uma coisa posso falar...vc. com seu blog vem fazendo mais pelo nosso basket, divulgando-o, analisando-o e com entrevistas super legais,....muito mais que a prórpia CBB que nem site tem um decente....quem gosta de basket de verdade entende o que vc. fala e pergunta...o basket nacional precisa de gente como vc...continue assim...sempre!!! abraços.

  50. Ricardo

    26/07/2011 10:52:36

    Muito boa! O cara é um exemplo mesmo.

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