Bala na Cesta

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Americana vence Ourinhos, conquista título Paulista Feminino e consolida ótimo trabalho
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Fábio Balassiano

O time feminino de Americana subiu mais um degrau na escala de consolidação de grandes trabalhos no basquete brasileiro (escala criada por mim neste exato minuto – risos).

A equipe de Zanon venceu Ourinhos fora de casa por 77-75 na prorrogação (cesta da irregular-porém-batalhadora Babi no segundo final), fechou em 3-1 o confronto final do Paulista feminino de basquete e conquistou o título de uma competição que, embora quase invisível, chegou ao fim com emoção na última peleja (tal qual aconteceu com os rapazes).

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Parabéns a Ourinhos, outro projeto de longa data e com enormes conquistas e contribuições a este tão mal tratado basquete feminino nacional, mas é importante deixar aqui um registro todo especial a Americana, seus patrocinadores (a Unimed, em especial), técnicos, jogadores, torcedores e cidade.

Quem já esteve lá em Americana, como eu, sabe que o projeto é muito, muito bom mesmo. Que sirva de referência para outras cidades e que a Confederação ajude a criar mais polos de basquete como o do atual campeão da LBF e do Paulista.


São José joga bem, vence Pinheiros fora de casa e conquista quarto título Paulista
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Fábio Balassiano

Terminou há pouco o campeonato paulista masculino de basquete. E terminou da melhor maneira do mundo pra quem gosta da modalidade. Decidido nos últimos segundos, em uma partida emocionante, São José fez um ótimo segundo tempo, conseguiu vitória incrível contra o Pinheiros por 80-79, fechou a série em 3-2 e conquistou o seu quarto título estadual (1980, 1981 e 2009).

O norte-americano Andre Laws (na foto) foi o grande nome da partida, ao anotar 24 pontos, quatro rebotes e ainda distribuir quatro assistências, liderando uma equipe guerreira que venceu todos os rivais da pós-temporada por 3-2(Franca com mando de quadra e Bauru e Pinheiros com desvantagem de jogos em seu ginásio), feito inédito na história do campeonato paulista.

Ao Pinheiros, meus parabéns pela bela campanha e que os erros das finais sejam aprendidos para o restante da temporada. O clube é organizado e tem estrutura para se recuperar.

Ao time do Vale do Paraíba, meus sinceros abraços e felicitações. São José é uma cidade que abraçou não só o basquete masculino, mas também o feminino e entendeu que a grandeza da modalidade, mesmo escondida por tanta incompetência da Confederação e Federação, é imensa e que o esporte é o mais emocionante de todos. Os joseenses, que jogaram sem Murilo (MVP do NBB4, é sempre bom lembrar), abraçaram o basquete e merecem comemorar a conquista desta quarta-feira.

Andre Laws merece estátua pelo jogo de hoje. Seus companheiros, o carinho eterno da torcida. Parabéns a eles e a comissão técnica liderada por Régis Marrelli.


Enfim chegou o dia: Pinheiros e São José jogam final do Paulista hoje em São Paulo
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Fábio Balassiano

Enfim chegou o grande dia. Depois de idas, vindas, idas e mais vindas, acontece hoje (20h, com transmissão da ESPN Brasil) o quinto e decisivo jogo do Paulista Masculino de basquete. Em seu ginásio, o Pinheiros recebe o São José tentando conquistar o bicampeonato da competição. Os joseenses, por sua vez, tentam resgatar a conquista de quatro anos atrás e conseguir um feito muito complicado – bater o dono da casa no jogo 5.

Do lado do Pinheiros, o período sem muitos jogos deve ter sido muito comemorado (e nisso a eliminação da Liga Sul-Americana acabou por ajudar também). Vindo de uma maratona insana de jogos (foram oito em dez dias), o time da capital conseguiu dar uma descansada e jogar duas vezes pelo NBB (Paulistano na quinta-feira passada e Limeira na segunda-feira) para não perder o ritmo completamente. Contra Limeira, na vitória no tempo extra, Paulinho, Joe Smith, Shamell e Rafael Mineiro tiveram 20 ou mais pontos, prova da força do elenco.

Por São José, imagino que Fúlvio terá papel fundamental logo mais. Tal qual aconteceu em Bauru, quando também houve a quinta partida, o armador provavelmente tentará colocar um pingo de dúvida na cabeça dos rivais desde o começo. Se conseguir iniciar bem a peleja, pontuando e deixando seus companheiros em condição de decidir, os joseenses terão muita, muita chance mesmo.

Quem será que vence? Pinheiros ou São José? Comente!


Presidente da Federação Paulista dispara: ‘Liga quer matar o Paulista, mas eu não vou deixar’
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Fábio Balassiano

“Não é possível fazer o Campeonato Paulista correndo junto com o NBB. Tivemos este ano Sul-Americano pra lá, Sul-Americano pra cá, Jogos Abertos…E o NBB não quis de jeito nenhum adiar seus jogos, e aí ficou nesse lenga-lenga. Ano que vem vou bater o pé. Vou querer o Paulista até o dia 5 de dezembro. O Paulista vai de agosto até o início de dezembro, como sempre foi. Essa situação ocorre porque os estados que não fazem basquete, como Brasília e Rio, querem que o NBB comece o quanto antes. O negócio deles é matar o Paulista, mas eu não vou deixar”

A declaração, dada ao repórter Alessandro Lucchetti, foi veiculada ontem no site do Estado de S. Paulo (leia aqui), e foi dada pelo presidente da Federação Paulista, Toni Chakmati (foto). Ele fala sobre a celeuma que fez a entidade que dirige mudar a data dos jogos do campeonato masculino umas 23 vezes nesta pós-temporada.

Não vou entrar de novo no mérito sobre quem está certo nessa questão (de novo, não!), mas eu fico admirado em detectar que nossos dirigentes não pensam no que deveria ser o bem comum a todos que possuem cargos diretivos da modalidade – o basquete. Sem brincadeira, parece briguinha de criança mimada de sete, oito anos pra saber quem é o dono da bola da escola.

Só quem perde é o basquete, infelizmente. Só uma perguntinha pra fechar: que tal desde agora Liga Nacional, ABASU e Federação Paulista sentarem para organizar o calendário do próximo ano? Ou vão deixar chegar até lá pra discutir tudo de novo?


Federação Paulista altera data das finais novamente – até quando veremos essa zona?
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Fábio Balassiano

Este é um assunto recorrente, e chato pacas, posso garantir a vocês. Na noite de ontem, começou a pipocar no Twitter informações sobre nova mudança no calendário das finais do paulista masculino de basquete. E ela se confirmou. Antes prevista para ser na domingo passado, a decisão entre Pinheiros e São José foi modificada para 9/12 e ontem, vejam só que loucura, voltou a ser mudada. Ela será, até nova alteração, evidentemente, na quinta-feira, 6/12, no ginásio do clube da capital paulista.

Mas ontem a Federação Paulista, presidida com mão de ferro por Toni Chakmati (foto), se superou, gente. Além de mudar a data masculina, ela conseguiu modificar, também, a decisão do feminino. Americana e Ourinhos, que começariam a jogar em 6/12, agora iniciam o duelo apenas no dia seguinte (provavelmente para não coincidir com a masculina). Só lembrando: a última semifinal aconteceu em 13/11, ou seja, a série final começará quase um mês depois da semi. Muita coisa, não?

Agora me respondam: dá pra acreditar em seriedade em uma competição assim organizada? Foram, sem brincadeira, DEZENAS de alterações de datas e horários nos playoffs, demonstrando uma absurda falta de respeito e consideração com atletas (alô, jogadores, até quando vão aturar isso?), torcedores, imprensa e patrocinadores.

Até quando veremos essa vergonha no basquete brasileiro? Só lembrando: São Paulo tem o melhor campeonato estadual da modalidade em todo país (e isso já diz muito quando vemos uma zona dessas). Qual o limite?


Em casa, São José pode conquistar título paulista neste sábado caso vença o Pinheiros
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Fábio Balassiano

Pode acabar neste sábado o campeonato Paulista masculino de basquete. Em casa e com 2-1 na série decisiva, São José recebe o Pinheiros (19h, com transmissão da ESPN Brasil) e pode conquistar o segundo título estadual em três anos (repetindo o feito de 2009, quando bateu outro time da capital, o Paulistano).

Para isso, precisará contar com novas boas atuações de sua dupla Fúlvio (20,3 pontos e seis assistências na final – na foto) e Jefferson (10,6 pontos e 10,3 rebotes por jogo na decisão), mas principalmente com novas boas performances dos coadjuvantes Erick (olho no menino!), Laws, Calvo e Dedé. O time do Vale do Paraíba certamente terá um ginásio praticamente todo a apoiá-lo, mas é bom não bobear muito, não. Retornar a final para São Paulo não é lá muito recomendável para os joseenses, não.

Do outro lado estará o Pinheiros, que estará jogando a sua sétima partida em dez dias (em três competições distintas, com três bolas diferentes) e cuja eliminação em seu ginásio na Liga Sul-Americana pode deixar marcas. Caso consiga superar cansaço e insucesso no torneio continental, terá chance de bater um difícil e empolgado rival. Precisará muito que Rafael Mineiro (nove pontos e cinco rebotes na última partida), Paulinho (8,5 pontos apenas nas derrotas do time na série) e Shamell (mesmo ainda não estando no melhor de sua forma física) apareçam bem para jogar.

Será que o Paulista acaba hoje? Comente na caixinha!


Outro absurdo no feminino: final do Paulista acontecerá 20 dias depois da semifinal
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Fábio Balassiano

Confesso que estava com a televisão quase no mudo durante o terceiro jogo da final masculina entre Pinheiros e São José ontem quando o narrador falou sobre o duelo do Paulista feminino. Na hora, eu levei um susto, porque simplesmente não lembrava que teria decisão das meninas. Mas depois eu entendi o que estava acontecendo. O speaker da ESPN Brasil afirmou que as finais entre Americana e Ourinhos só acontecerão em dezembro, depois que a masculina acabar. Epa, como é?

Bem, está aí mais um caso de como as coisas são (mal) tratadas no basquete feminino brasileiro. Americana fez o quinto jogo da semifinal contra Santo André no dia 13 de novembro. Ourinhos, no dia 10/11. Sei bem que houve os Jogos Abertos do Interior no meio disso tudo, mas a competição terminou no final de semana (Americana foi campeã – como demonstra a foto). Não faz, pois, sentido algum (algum!) que a decisão do estadual mais importante do país não comece essa semana. É ruim para atletas, técnicos e torcedores, e principalmente para o produto, que já é tratado com descaso por dirigentes, mas que agora chega a um nível bizarro de tratamento.

Em primeiro lugar, porque não há relação alguma entre os campeonatos masculino e feminino. Em segundo lugar, porque a alegação de que a ESPN Brasil não tem grade de programação para exibir os jogos entre Americana e Ourinhos não cola. Até sábado, quando poderiam ser disputadas quatro partidas (hoje, amanhã, quinta e sexta-feira, por exemplo), não há basquete e, portanto, concorrência com outro jogo de basquete, e a atração poderia ser exibida na ESPN.

Mas o mais grave não é isso. Esperar a TV para mostrar o nome dos patrocinadores eu já  não entendo (a lógica está invertida). Aguardar mais de 20 dias para acontecer a final por causa de uma emissora de uma competição mostra bem a quantas anda o estado do basquete feminino do país. Beira o ridículo, portanto, que seja um canal de televisão que esteja, com anuência da Federação e clubes, decidindo o calendário do basquete feminino deste país. Enquanto a mentalidade dos dirigentes, técnicos e atletas não mudar, viveremos neste amadorismo que tem levado o esporte das meninas para o buraco.

Este é apenas mais um dos milhares e bizarros exemplos da (falta de) gestão do basquete feminino. E o pior: não vai parar por aqui. O objetivo, de acabar com a modalidade, continua a todo vapor. Eles vão conseguir…


Com quarto período arrasador, São José vence Pinheiros e fica a um jogo do título Paulista
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Fábio Balassiano

Vou poupá-los de toda a lamúria sobre a leseira tática que nos foi apresentada neste domingo em São José porque soaria altamente repetitivo e vocês sabem exatamente o que penso. O jogo foi, mais uma vez, fraco em termos técnicos e com uma arbitragem confusa e sem deixar as defesas marcarem com agressividade. Então vamos lá.

No Vale do Paraíba, São José contou com 29-11 no último período para bater o Pinheiros por 82-65, abrindo, assim, 2-1 na final do Paulista masculino. Fúlvio, melhor armador puro do país em minha opinião, esteve muito bem com 22 pontos e sete assistências, mas eu gostei mesmo foi de ver o menino Erick na quadra. O pivô, substituindo a Deivisson, mal hoje, e Murilo, lesionado, saiu-se com 16 pontos, seis rebotes e ótima defesa a Rafael Mineiro, que teve apenas nove pontos e cinco rebotes.

O jogo 4 será no próximo sábado, e novo triunfo fará com que os joseenses conquistem o título da competição. Ao time da capital, só resta vencer as duas partidas restantes da série. Viu o jogo? Gostou? Comente!


No Vale do Paraíba, São José e Pinheiros fazem jogo-chave na final do Paulista masculino
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Fábio Balassiano

Jogo importantíssimo hoje às 17h (com ESPN Brasil) entre São José e Pinheiros no Vale do Paraíba, hein. Empatados em 1-1 na grande decisão do Paulista masculino de basquete, os dois times lutam pelo desempate na série em melhor de cinco jogos, mas não só isso. Quem vencer logo mais fica muito, muito próximo do título da competição (sinceramente acredito que quem sair com o triunfo logo mais abocanha o caneco).

A razão do meu raciocínio é bem simples. Se o clube da capital vencer, empurra a decisão no mínimo para o quinto jogo, na capital. Caso São José saia com a vitória, a pressão e a força da torcida no jogo 4, o do título, seriam imensas para que o confronto não voltasse para São Paulo.

“Temos que entrar em quadra com a mesma postura do primeiro jogo, quando a nossa concentração foi grande e conseguimos marcar bem os principais pontos do nosso adversário. Além disso, vamos jogar em casa, e os nossos torcedores comparecem e nos apoiam bastante”, analisa Jefferson William, de São José.

O interessante é que os dois times entraram em quadra ontem pelo NBB, fazendo, assim, o terceiro jogo em três dias seguidos (hoje, portanto, será o quarto em quatro). De um lado, Régis Marrelli deu descanso aos seus principais jogadores. Na derrota por 82-62 para Bauru, os joseenses não tiveram Laws, Fúlvio, Calvo, Deivisson e Jefferson, poupados. Na capital, o Pinheiros venceu o Joinville na prorrogação por 88-87 (o jovem Lucas Dias saiu com lesão no tornozelo), e a turma de Cláudio Mortari não teve moleza. Paulinho e Márcio tiveram 32 minutos, Mineiro outros 29, Bambu 38 e Shamell, voltando de lesão, 26.

“Vamos nos concentrar e tentar vencer, mesmo desgastados fisicamente. A maratona é grande, mas estamos preparados”, afirmou ao site da FPB o pivô Rafael Mineiro, do Pinheiros.

Quem será que vence? Comente na caixinha!


Em outra partida ruim, Pinheiros vence São José e iguala final do Paulista masculino em 1-1
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Fábio Balassiano

Foi outro jogo ruim, bem ruim em termos técnicos, mas desta vez o vencedor mudou na final do Paulista masculino. Em casa, o Pinheiros estava contra a parede e não poderia perder outra.

Contou com a volta de Shamell depois de longa recuperação (dez minutos, seis pontos), jogou até um bom primeiro tempo, quando fez 48-32, caiu bastante na segunda etapa (23 pontos em 20 minutos), mas mesmo assim venceu a partida por 71-63, empatando a decisão em 1-1 graças aos 25 pontos, sete rebotes e cinco assistências (27 de eficiência) de Paulinho (foto), armador que esteve apagado no duelo inicial mas que foi fundamental nesta sexta-feira.

Destaque, também, para a pressionada marcação de Márcio Dornelles nas linhas de passe de Fúlvio, principal condutor de São José (ele teve quatro erros e três assistências ontem).

“Entramos em quadra com uma postura diferente do primeiro jogo e logo impusemos o nosso ritmo e a maneira como o time gosta de jogar. Isso nos fez abrir vantagem, que foi bem administrada até o final. Agora é manter o mesmo foco para buscar, pelo menos, uma vitória fora de casa”, disse Paulinho ao site da Federação Paulista.

Sobre a partida, é até cansativo falar isso, mas ontem foram 38 erros em 40 minutos de partida. Ninguém aguenta, sério mesmo. É quase um desperdício de bola por minuto ou dois a cada cinco posses de bola. É um absurdo, não? Nos ataques, novo exagero nos três pontos (e de novo sem a pontaria necessária): 12/42, ou 28,5%. E aí eu não entendo mesmo: se nos 70 chutes de dois pontos houve aproveitamento somado de 48,5% (34/70), por que diabos insistir em tiros longos que, definitivamente, não têm caído com a consistência que a quantidade sugere? Será que não dá pra perceber que não está sendo boa a opção? As comissões técnicas têm, evidentemente, culpa no cartório, mas aos jogadores em quadra caberia um pouco de discernimento. Enfim, coisas que estamos mais do que calejados no nosso basquete e que parece que não irá mudar tão cedo. Isso tudo, é bom lembrar, com uma falta de combatividade terrível nas defesas (as marcações aqui são moles demais).

O terceiro confronto será disputado amanhã às 17h em São José, com transmissão da ESPN Brasil. Se vencer as duas em casa, os joseenses voltam a se sagrar campeões Paulistas. Ao Pinheiros só há uma opção: vencer uma das partidas para evitar que o título seja decidido no Vale do Paraíba.