Bala na Cesta

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Palmeiras vence 7° partida consecutiva em casa e mantém vivo o sonho de ir aos playoffs
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Fábio Balassiano

Por Bruno Mesquita, direto de São Paulo (SP)

O clima atual no Palestra Itália está totalmente diferente daquele encontrado na primeira metade do campeonato. A vitória neste sábado diante do Bauru por 89-83 foi mais uma demonstração de força da equipe alviverde, que venceu a sétima seguida em casa e subiu uma posição na tabela (agora é o 14° com 10-20, enquanto Bauru caiu para 5° com uma campanha de 20-10).

A luta do Palmeiras, que até rodadas atrás era pra fugir do rebaixamento, agora é por uma vaga aos playoffs (missão que pode parecer difícil na prática, mas matematicamente ainda é possível). Com 10-20, o verdão persegue Limeira, o último na zona de classificação, que tem 12-18, e Mogi, o primeiro fora com 11-19. O time passou a jogar muito melhor coletivamente, obtendo melhores resultados e consequentemente inflamando a torcida, que tem comparecido em maior número e empurrado o time para as vitórias.

O armador Arthur Pecos falou sobre essa mudança quando perguntado qual era o sentimento da equipe: “Estamos felizes demais! No começo era muito difícil por ser um time novo, disputando seu primeiro ano de NBB, então precisávamos encaixar, e foi o que aconteceu nesse segundo turno”.

O jogo foi eletrizante e intenso do início ao fim. Desde os primeiros minutos de partida o armador Caleb Brown (cestinha da equipe com 20 pontos) impôs sua liderança técnica, conduzindo muito bem sua equipe e fazendo com que outros jogadores crescessem de produção, como Marcão (16 pontos) por exemplo. E jogando muito bem os donos da casa venceram o primeiro período por 26-19. No começo do segundo quarto, o Palmeiras perdeu momentaneamente o ímpeto ofensivo e o ritmo caiu um pouco com a entrada de alguns reservas (com exceção de Arthur Pecos, que anotou 17 pontos). Mas a equipe retomou rapidamente o ritmo veloz e manteve boa vantagem até o intervalo (45-36).

No recomeço do jogo Bauru reagiu, e com cinco minutos jogados no terceiro período cortou a diferença para dois pontos. O pivô Coleman (cestinha do jogo com 31 pontos) foi o principal responsável por manter a equipe viva na partida. Mas o Palmeiras estava numa daquelas noites em que tudo dá certo, encestava arremessos de todas as formas e assim dilatou novamente o placar (66-52).

O último quarto foi o mais tenso da partida. Bauru jogou com disposição total em busca de uma última chance de reagir, fazendo com que a confiança palmeirense ficasse um pouco abalada. Só que para infelicidade dos visitantes, a reação veio tarde demais, e nem com muita luta foi possível reverter o resultado. Nos momentos finais, o Palmeiras foi para a linha de lance livre diversas vezes até garantir a vitória por 89-83.

Os jogadores palmeirenses se uniram todos no meio da quadra para comemorar a vitória, carregando nos braços Eran Sherzer, técnico do Sub-19 que assumiu provisoriamente o comando da equipe na ausência de Arturo Alvarez, que está na Espanha resolvendo problemas de documentação. A vitória para Eran na verdade foi só um pequeno presente por uma felicidade infinitamente maior, já que sua filha nasceu poucas horas antes da partida. Sobre o trabalho ele explicou: “O mérito de toda essa evolução que o time está apresentando é do Arturo, que batalhou desde o começo, que passou pela dificuldade de montar um time novo e entrosar todo mundo. Infelizmente nesse momento bom ele teve que sair, mais o mérito é dele, a gente só dá continuação no trabalho, não mudamos nada além de pequenos ajustes. Defesas, jogadas, estilo de jogo, é tudo dele”.

A sequência do Palmeiras no NBB5 é a seguinte: Flamengo (F), Tijuca (F), Joinville (C) e Limeira (C). Com quatro vitórias, o sonho de se classificar aos playoffs pode se tornar realidade Em caso de algum tropeço, só uma combinação milagrosa daria a vaga ao alviverde. Com relação ao Bauru, uma vitória contra Pinheiros em casa na próxima rodada o recoloca no G4 na classificação.


Basquete Cearense vacila, quase deixa a vitória escapar, mas vence Palmeiras na prorrogação
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Fábio Balassiano

Por Thiago Carvalho, direto de Fortaleza (CE)

Já está virando rotina para o torcedor cearense. Depois de mais um jogo em casa com alta dose de sofrimento, o SKY/Basquete Cearense derrotou o Palmeiras, na noite do último sábado no Ginásio Paulo Sarasate em Fortaleza, por 85-83 na prorrogação após o tempo regulamentar acabar em 71-71.

Com o resultado, o time cearense quebra uma sequência de quatro derrotas e ganha uma posição na tabela (11º) com 12-15, enquanto o Palmeiras segue sua sina de péssimo visitante (1-14) e permanece em 16º com 8-20. Na próxima rodada, o SKY/Basquete Cearense pega o Paulistano/Unimed, fora de casa, na quinta-feira (21). O Palmeiras, no mesmo dia, joga em casa contra a Liga Sorocabana.

Foi apenas o segundo jogo no Paulo Sarasate, justamente noutro confronto contra um clube associado ao futebol. O público deixou a desejar, bem abaixo da expectativa. Obviamente ninguém esperava um ginásio tão cheio como foi contra o Flamengo, mas o total de espectadores chegou apenas ao que costuma dar em média no Ginásio da Unifor (quase 2.000 torcedores). Vale ressaltar a presença de uma das torcidas organizadas do time visitante (cerca de 100 membros), servindo para dar uma animada no clima da arquibancada e “contagiar” a torcida local em muitas oportunidades.

O jogo

O Basquete Cearense começou imprimindo ritmo forte e aparentando muita disposição (o que acabou dando resultado posteriormente, principalmente no setor defensivo). Porém o time paulista soube manter a partida bem “truncada” e não deixou o adversário desgarrar no placar, apesar de começarem muito mal no ataque. Isso ficou nítido na distribuição dos pontos da equipe, onde apenas 2 jogadores marcaram tentos no primeiro quarto: Wiggins (6) e Marcão (4). Pelo lado do mandante, destaque para o sempre regular pivô Drudi, anotando 6 pontos e dando uma vantagem de 17-10 após 10 minutos jogados. O segundo quarto iniciou-se com um reserva vindo banco bem inspirado. O ala Jimmy anotou 7 dos seus 9 pontos no período. O time nordestino chegou a abrir 36-23 ao final do primeiro tempo, mas os visitantes conseguiram uma pequena reação comandada pelo ala Guto com 8 pontos no quarto, e terminaram perdendo por 38-29, após a equipe cearense vencer o período por 21-19.

A partida recomeçou com o Palmeiras mostrando evolução: rodando mais a bola, distribuindo e arquitetando melhor suas posses; o que permitiu que o time desse mais assistências e mais jogadores pontuassem. Resultado foi que os comandados pelo técnico Arturo Alvarez encostaram no placar (42-38). Contudo, o time fortalezense anotou 11 pontos seguidos e chegou a abrir o que seria a sua maior vantagem no decorrer do jogo, 53-38, boa parte graças ao ala-armador André com 7 pontos no quarto. Ao final do período, a equipe da capital paulista consegue uma sequência de 12-4 e fecha terceiro quarto perdendo por apenas 6 pontos (57-51).

O último período mostrou mais do mesmo do que vem ocorrendo com o Basquete Cearense durante toda a temporada. Palmeiras foi encostando, apertando a marcação até empatar o confronto em 71 pontos restando 30 segundos no relógio. O placar parcial foi de 20-14 pró-Palmeiras e não foi mais por causa dos 4 lances livres desperdiçados em momentos cruciais no final. Vale uma observação: assim como muitos que presenciaram o ocorrido, também achei falta no pivô Tiagão no último lance da partida, num chute de 3 que daria direito a 3 lances livres pros palmeirenses restando apenas poucos segundos no cronômetro.

Diferentemente do quarto decisivo, o tempo extra foi cheio de faltas (muitas delas consideradas “faltinhas” e que podiam ter sido deixadas de lado) e lances livres já que ambas as equipes tinham superado o limite de faltas. A prorrogação foi lá e cá, numa alternância na liderança após cada time ultrapassar o outro convertendo lances livres. Até que surgiu a estrela decisiva de André Goes (foto ao lad0), anotando 9 dos 14 pontos do time nos 5 minutos complementares e dando uma margem razoável de 4 pontos (83-79) no minuto final. A partir daí, restou ao Basquete Cearense jogar com inteligência e usufruir da vitória no sufoco por 85×83.

Sobre o jogo e a importância da vitória, Alberto Bial comentou: “O que esses jogadores fizeram dentro da quadra, para superar as dificuldades que se apresentaram a partir de determinado momento do jogo, foi uma coisa brilhante. Eles tiveram espírito de superação, vencer na prorrogação da maneira como foi, me dá uma alegria. Era um jogo que envolvia muita coisa, a gente sabia da nossa situação de resultados negativos e da classificação”.

A respeito da melhora defensiva (cujo time havia tomado mais de 90 pontos nos últimos quatro jogos), o técnico do time cearense respondeu: “Primeiro foi uma atitude mental, que a gente foi trabalhando de uma maneira grande. Segundo foi o trabalho do (Flávio) Espiga (auxiliar técnico), que foi essencial para que a defesa ganhasse situações no jogo de 1 contra 1 e no jogo de dupla”.

Para finalizar, Bial elogiou o destaque da prorrogação: “O André foi decisivo, chamou a responsabilidade pra ele, teve a frieza dos grandes jogadores e definiu numa hora que ninguém conseguia definir nos dois lados”.


Com Murilo inspirado, São José vence Palmeiras e segue firme rumo ao G4 do NBB5
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Fábio Balassiano

Por Lucas Vinicius, direto de São José (SP)

São José x Palmeiras tinha tudo para ser um jogo morno, com vitória tranquila e sem sustos para o time do Vale do Paraíba. Mas aos poucos o jogo foi ganhando bons ingredientes para que a história se inclinasse a mudar. No final, no entanto, vitória dos joseenses por 77-65.

“Não marcamos do jeito que estamos acostumados. Mas em jogos assim, o importante é a vitória. Agora a cabeça está na Liga das Américas”, disse o técnico Régis Marrelli, lembrando da competição continental que tem início na próxima sexta-feira.

Fúlvio foi poupado da partida visando a Liga das Américas no próximo fim de semana,  Jefferson ainda se recupera de dores nas costas e Ícaro ainda não está 100 % recuperado de sua lesão. Assim, São José foi a quadra com seu elenco reduzido. E a torcida palmeirense marcou presença no ginásio Lineu de Moura, com cerca de 15 barulhentos torcedores, entre sócios, membros de uma torcida organizada e torcedores comuns. E como, por menor que seja a torcida adversária, jogo com duas torcidas sempre é um ingrediente a mais, o jogo começou com outra cara, diferente da que se evidenciava.

O São José do início ao fim não fez uma partida de encher os olhos. Com atuações apagadas de vários atletas, o time teve que confiar a esperança em Dedé e Murilo, que sozinhos anotaram 46 dos 77 pontos da equipe. E o Palmeiras tinha uma noite inspirada da boa dupla norte-americana Brown/Wiggins. Acionando bastante o pivô Tyrone (em uma dessas com uma ponte aérea de encher os olhos) e o ousado Wiggins, o time palmeirense permaneceu na cola da águia do vale durante os primeiros 10 minutos. O São José contou com um bom início do pivô Deivisson, que na primeira etapa anotou 7 pontos. Com os 2 times ainda se organizando, o resultado foi um placar baixo: 16×14. No segundo quarto o São José engrenou. Murilo permaneceu mais tempo em quadra e começou a comandar uma boa vantagem. O Palmeiras ainda apostava nas jogadas de efeito (outra ponte aérea, esta de Guto para Tyrone) e na agilidade de Wiggins, mas não conseguia encaixar boas sequencias de ataques. Com a marcação pesada no garrafão (Murilo e Chico foram defensivamente extremamente eficientes), o time joseense começou a apostar nas bolas de três e aí a diferença no placar veio. Com várias tentativas seguidas, o time viu que não era uma noite pra continuar tentando ( acertaram 4 de 27 tentativas). No intervalo, 40-25 para São José.

Na volta do vestiário um novo personagem entrou no jogo: Guto. Após bons arremessos de média distância, o jogador começou a causar uma preocupação antes não tão direcionada da defesa joseense. Ofensivamente o time do Vale caiu bastante, e teve que acionar muito Dedé para conseguir manter uma saudável vantagem no placar. O ala correspondeu bem, principalmente da linha dos 3 pontos (5/7), fazendo com que a esmagadora reação palmeirense não tivesse consequẽncias ainda maiores no placar. Mesmo assim um espantoso 19×28 no placar. Com isso o São José foi ao último quarto com a diferença de apenas 6 pontos: 59×53.

E quem achava que, junto com a torcida aumentando o apoio, o time do Vale também engataria e assumiria de vez a vitória, se enganou. Com um time altamente vibrante em quadra o Palmeiras trouxe a diferença pra 3 pontos e transformou a história do jogo. Os arremessos de 3 pontos ainda não caíam, mas o time se encontrou com Coloneze no garrafão e Brown, mesmo jogando praticamente os 40 minutos, ainda ágil demais para a defesa joseense. Com isso o São José teve que usar e abusar de sua grande arma: Murilo Becker. Dominando os rebotes (houve um lance em que mesmo com marcação de Marcão e Coloneze, o pivô tentou 2 arremessos, errou, pegou os 2 rebotes, e em um terceiro arremesso converteu), o camisa 21 concretizou mais uma vitória com um double double 22-16, mostrando que, mesmo não estando 100%, o jogador já é extremamente letal. E com isso o São José se manteve com pontos preciosos à frente do placar, encerrando a partida em 18×12 e o placar em 77×65.


Com atuação consistente, Palmeiras vence 2ª consecutiva e segue reagindo no NBB
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Fábio Balassiano

Por Bruno Mesquita, direto de São Paulo (SP)

O Palmeiras derrotou o Minas na tarde de ontem por 96-87 no Ginásio Palestra Itália, conquistou a sua quinta vitória no campeonato e se manteve na 16º colocação, fora da zona de rebaixamento. Com o revés, os mineiros caíram uma posição e agora ocupam o nono lugar (12-11). Tão importante quanto vitória (que foi muito festejada pelo time palmeirense) foi a atuação coletiva da equipe, que quase atingiu a marca centenária na pontuação mesmo diante de um bom adversário.

Antes do jogo, o técnico palmeirense Arturo Alvarez queria um comprometimento defensivo de sua equipe semelhante ao que foi na partida passada: “A defesa foi muito importante, limitamos o Vila Velha a 65 pontos mesmo com jogadores importantes como Simmons e hoje se queremos ganhar precisamos rebaixar sua quantidade de pontos. A defesa será a chave do jogo”.

O primeiro quarto foi o único em que o Palmeiras demonstrou uma instabilidade preocupante, mas ao menos, minimizou o prejuízo no placar (18 a 15 a favor de Minas). A partir daí, o alviverde se acertou na partida em termos ofensivos. Marcou 30 pontos no segundo período e só não foi com uma vantagem maior para o intervalo (45 a 40) porque permitiu contra-ataques de Minas num momento do jogo em que houve uma troca constante na pontuação.

O pivô Mineiro se mostrou insatisfeito no intervalo: “Nossa defesa está muito ruim. Tomamos 30 pontos no segundo quarto. Podemos atacar da melhor maneira, mas se a defesa não ajudar, não vamos conseguir ganhar. Fazendo a conta, estaríamos jogando pra tomar 120 pontos. Mas voltaremos melhor ajustados na defesa pra tentar diminuir o placar”.

No intervalo, houve mais uma eliminatória para participar do torneio de três pontos no All-Star Game. O jovem Bruno Irigoyen representou Minas, enquanto Guto (foto à esquerda) foi o escolhido pelo lado palmeirense. A disputa foi de alto nível, e os dois jogadores se classificaram com 19 e 18 acertos respectivamente.

Na volta da partida, o Palmeiras passou por alguns momentos difíceis por méritos da equipe mineira, que voltou com muito mais disposição para marcar quadra inteira e muitas vezes até dobrar em quem estivesse com a bola, e assim venceu o quarto por 21 a 17, mas não aguentou até o final. O Palmeiras voltou a se impor ofensivamente no último período, não se descontrolou nos momentos em que ficou atrás do placar, e quanto tomou a dianteira, concretizou sua merecida vitória por 96-87. Os destaques individuais da equipe alviverde foram os norte-americanos Caleb Brown, que anotou 23 pontos e vem crescendo de produção a cada jogo, além de Tyrone Curnell (22 pontos).

Apesar da grande exibição, o ala Betinho (cestinha do jogo com 27 pontos) lamentou a derrota: “Acho que a atuação individual é o de menos. A gente só pensa em ganhar o jogo. Tivemos uma derrota hoje, contra uma equipe que teve um aproveitamento espetacular de três pontos e agora vamos trainar durante a semana para recuperar essa derrota que não estava nos nossos planos”.

Por outro lado, o Pivô Coloneze descreveu o atual momento da equipe alviverde: “Estamos com o sentimento de que conseguimos encaixar o jogo. Estávamos procurando por isso durante o campeonato, tanto o melhor momento de atacar quanto o ajuste da nossa defesa, estamos conseguindo isso nesse segundo turno, agora é manter”.

O Palmeiras tentará dar sequência a boa fase encarando o São José fora de casa na terça-feira. Já o Minas terá outro clube paulista pela frente, dessa vez em casa, joga contra o Paulistano, na quarta-feira.


Em jogo emocionante, Pinheiros vira diante do Palmeiras, que segue na lanterna da competição
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Fábio Balassiano

Por Bruno Mesquita, direto de São Paulo (SP)

Pinheiros e Palmeiras fizeram uma partida eletrizante na noite desta quinta-feira no Poliesportivo Henrique Villaboim, sede do tradicional clube de São Paulo. Os donos da casa venceram por 87-82 num confronto muito disputado, com viradas de placar, disputa intensa até a última posse de bola e, infelizmente, uma arbitragem confusa. Com a vitória, o Pinheiros segue firme rumo aos playoffs (divide o quarto lugar em aproveitamento com Bauru com uma campanha de 12-6 – 66,7%) enquanto o Palmeiras continua amargando a lanterna da competição (3-17).

O Pinheiros vinha de uma viagem desgastante e três jogos em sequência no fim de semana passado pela Liga das Américas, no México. O técnico da equipe Cláudio Mortari comentou a preparação da equipe e a expectativa para o jogo: “Acho que estamos bem, fizemos um bom treino ontem, mas é sempre desgastante viajar 20h. De qualquer maneira, o que nós temos que fazer, vamos fazer da melhor maneira possível. Hoje vamos enfrentar uma equipe com a classificação muito ruim, a superação deve ser a meta do Palmeiras, mas temos que fazer uma boa partida para melhorarmos na classificação”.

Pelo lado alviverde, o Pivô Marcão destacou o grupo, visando sair da situação complicada na tabela: “Nosso time sempre foi muito unido, tanto dentro quanto fora de quadra. Com o tempo, nós vamos conseguir reverter essa situação no começo do segundo turno”.

O Palmeiras começou exatamente como Mortari e Marcão previam, jogando de maneira coletiva e na base da superação. O Primeiro quarto de jogo foi muito equilibrado. O Palmeiras se destacava nas bolas de três enquanto Pinheiros rodava melhor a bola ofensivamente, vencendo por 24-21. No segundo quarto, um massacre palmeirense (venceu por 32 a 12). O alviverde continuava encestando todas as bolas de três (até com o Pivô Tiagão). O Pinheiros, por sua vez, se descontrolou depois da expulsão de Rafael Mineiro da partida. O pivô não gostou da marcação de uma falta marcada pela arbitragem, se irritou e tomou uma falta técnica. Indignado com os juízes, continuou reclamando no banco e foi advertido com a segunda técnica e a exclusão automática. Foi até o meio da quadra para tirar satisfação, e extremamente frustrado atirou sua toalha na direção dos jogadores palmeirenses.

A partir daí, a equipe da casa começou a se irritar com os juízes a cada lance desfavorável. Além dessa confusão, outro momento que chamou atenção foi o tempo pedido pelo técnico Cláudio Mortari, quando a diferença aumentava a favor do Palmeiras. O técnico estava extremamente irritado e deu uma bronca incrível nos jogadores, que ecoou por todo o ginásio, que, em silêncio, o escutava esbravejar. O clima era tenso na saída para o intervalo. O pinheirense André Bambu alertava para a ansiedade de sua equipe: “Precisamos colocar a cabeça no lugar, ter mais paciência e acertar a defesa para equilibrar o ataque”.

No terceiro período, o Pinheiros conseguiu equilibrar as ações, e foi a vez do Palmeiras aos poucos ir perdendo o controle emocional. Mesmo com mais uma bela atuação de Caleb Brown (segundo cestinha da equipe com 16 pontos, somente atrás de Guto com 18), o Pinheiros cortou para 10 pontos uma desvantagem que chegou a ser de 19.

O período final foi espetacular, assim como Shamell (na foto à esquerda). O ala (cestinha da partida com 27 pontos) chamou a responsabilidade de decidir o jogo e comandou a virada do seu time, que venceu o último período por 29-14. As equipes se alternavam a liderança do placar, e no momento em que Pinheiros liderava por 79 a 78, Joe Smith (24 pontos) converteu uma cesta incrível de três da metade lateral da quadra após salvar um passe equivocado.

Mas o Palmeiras não se deu por vencido e reagiu. Empataria o jogo se o árbitro Vander Lobosco Jr. não tivesse marcado um contestável bloqueio ilegal do pivô Tiagão. Os palmeirenses se irritaram muito com a marcação e a arbitragem saiu sob protestos da torcida e de alguns membros da comissão técnica (o trio foi formado por Lobosco, Diego Chiconato e Leandro Sehnem).

No final da partida ala Márcio lamentou o ocorrido com o Rafael Mineiro, exaltando suas qualidades: “Nós conhecemos o Mineiro e apesar de ter tido alguns problemas, dá pra entender. Sabemos da importância dele para a nossa equipe. Nós vamos sentir muito a falta dele na próxima partida, mas só de estar presente ele já vai contribuir muito”.

Na próxima rodada, Pinheiros tentará melhorar sua campanha em casa diante do também embalado Paulistano, que vem de três vitórias seguidas. Já o Palmeiras recebe o Vila Velha no Palestra Itália, em busca de uma vitória que o tire da última colocação.


Paulistano segue reagindo, vence 2ª seguida e complica a situação do Palmeiras
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Fábio Balassiano

Por Bruno Mesquita, direto de São Paulo

O Paulistano derrotou o Palmeiras no Ginásio Antônio Prado Júnior na noite desta terça-feira por 83 a 69, emplacou a segunda vitória seguida e continua reagindo na competição (ainda assim, com uma campanha de 4-7 em 2013). O Palmeiras, que vinha de vitória diante do Suzano (87 a 79), acumulou mais um revés e continua em situação delicada na tabela, já que a vitória do Tijuca sobre o Mogi acirrou ainda mais a luta contra o rebaixamento.

Antes da partida, o discurso era de otimismo por parte dos palmeirenses. O Pivô Mudo transmitiu o sentimento da equipe: “O último jogo contra Suzano trouxe uma motivação de 100% para a nossa equipe porque a gente não vinha conseguindo os resultados planejados. Além disso, contribui para renovar nosso ânimo a volta do Tyrone Curnell, e agora com o time completo nós vamos pra cima do Paulistano”.

Do outro lado, o técnico Gustavo De Conti pregava respeito pela equipe adversária: “Você tem que olhar o time não pela classificação e sim pela qualidade. Na classificação eles não estão bem, mas a qualidade do time é muito boa, com jogadores importantes e os estrangeiros que andaram machucados. Só espero que eles não se acertem hoje e que a gente faça um bom jogo, e isso dependerá muito de nossa iniciativa defensiva. Não estamos preocupados em jogar bem hoje não, minha preocupação é não deixar o Palmeiras jogar”.

O Paulistano seguiu as ordens de seu comandante e dominou completamente o primeiro quarto (29 a 12), infiltrando no garrafão alviverde com muita facilidade, principalmente com a velocidade do ala Pedro (cestinha do time com 18 pontos). Gustavo De Conti em alguns momento da partida coloca os armadores Muñoz e Elinho para jogarem juntos, uma tática que se mostra interessante pois o time se torna ainda mais veloz.

O Palmeiras equilibrou a partida nos dois períodos seguintes. Segurou o ímpeto ofensivo do Paulistano com uma defesa muito agressiva e impôs um ritmo veloz no ataque, com destaque para Caleb Brown (cestinha do jogo com 24 pontos) e só terminou o terceiro quarto com 11 pontos de desvantagem porque vacilou demais e permitiu 7 pontos do Paulistano nos últimos 50 segundos.

O último período foi dominado pelo time da casa, que voltou envolvendo novamente o Palmeiras com seu jogo ofensivo e controlou o placar até o final. A impressão que ficou foi que o Palmeiras não tinha mais pernas nos minutos finais, tamanha foi sua dedicação durante o jogo.

Os objetivos das equipes são diferentes na sequência do NBB. O Paulistano vai jogar quatro partidas seguidas fora de casa (Suzano 07/02; Pinheiros 14/02; Minas 20/02 e Vila Velha 23/02) tentando se firmar cada vez mais na zona dos playoffs. O Pivô Renato Carbonari falou sobre sua expectativa: “É a melhor possível, vamos buscar essas vitórias fora de casa para conseguir a melhor colocação possível”.

Pelo lado alviverde, a preocupação é grande e o foco já está na próxima partida segundo o armador Arthur Pecos: “A vitória (sobre Suzano) tinha nos dado mais energia, só que hoje aconteceu (nova derrota), é o jogo, deixamos a vitória escapar, só que vamos encarar o Pinheiros da mesma forma que viemos pra cá, como se tivéssemos vencido o jogo anterior”.


Depois do primeiro turno do NBB, meus prêmios para os melhores do campeonato até aqui
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Fábio Balassiano

Assim como fiz com a primeira metade da NBA, vale a pena citar os melhores do NBB até aqui. Terminou, oficialmente, o primeiro turno na segunda-feira, com os jogos de Flamengo e Brasília contra Uberlândia e Bauru, respectivamente, e acho que chegou a hora de fazer a mesma coisa com o campeonato mais importante do país. Coloquei as categorias ortodoxas, e outras que vieram da minha cuca-maluca, ok?

MVP: Marquinhos (Flamengo – na foto à direita)
REVELAÇÃO: Lucas Mariano (Franca)
MELHOR TÉCNICO: José Neto (Flamengo)
MELHOR TIME: Flamengo
JOGADOR QUE MAIS EVOLUIU: Guilherme Deodato (Bauru)
MELHOR DEFENSOR: Alex Garcia (essa é barbada por aqui)
MELHOR JOGADOR QUE NINGUÉM NOTA: Olivinha (Flamengo) 
QUINTETO IDEAL: Fúlvio, Marquinhos, Robert Day, Giovannoni e Lucas Mariano.
QUINTETO IDEAL SUB22: Benite (alterei aqui), Ricardo Fischer, Leonardo Meindl, Gui Deodato e Lucas Mariano.
TIME SURPRESA: Basquete Cearense (estreante, tem 9-8 e está em oitavo)
JOGADOR SURPRESA: Desmond Holloway, da Liga Sorocabana (20,4 pontos e 4,5 rebotes por jogo – a torcida de Sorocaba tem até música pra ele, cantando o sobrenome do ala no ritmo de Holiday, de Madonna – deve ser sensacional isso)
MELHOR REFORÇO DA TEMPORADA: Marquinhos (Flameng0)
MELHOR REFORÇO DA TEMPORADA QUE NINGUÉM NOTOU: Kojo (Flamengo) e Joe Smith (Pinheiros)
TIME DECEPÇÃO: Tijuca e Palmeiras (2-15 e lanterna)
JOGADOR DECEPÇÃO: Estevam (cadê o basquete deste pivô, alguém viu por aí?)
MELHOR ESTRANGEIRO: Robert Day (Uberlândia)
TÉCNICO SURPRESA: Daniel Wattfy (Vila Velha, com menção honrosa a Rinaldo Rodrigues, da Liga Sorocabana)
MALA DO ANO: Os juízes (haverá post sobre isso logo mais)
PIOR MOMENTO DA TEMPORADA: O jogo 1.000 do NBB entre Flamengo e Brasília
MELHOR JOGO QUE EU VI: Flamengo x Pinheiros, no último sábado
TIME MAIS DIVERTIDO DE VER JOGAR: São José e Franca
TIME QUE DÁ MAIS RAIVA DE VER JOGAR: Brasília (com o time que tem, joga o basquete mais feio do país – e ainda assim ganha por causa da reserva técnica que possui)
JOGADOR PARA FICAR DE OLHO NO SEGUNDO TURNO: Paulão Prestes (Brasília)
TIME PARA FICAR DE OLHO NO SEGUNDO TURNO: Pinheiros (ainda não jogaram completos a temporada toda!)
MELHOR TIME QUE NINGUÉM NOTA: Bauru (11-6)

E aí, concordam comigo? Comentários na caixinha!


Brunoro assume cargo no Palmeiras, e (acredite) fala em conciliar trabalho na Confederação
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Fábio Balassiano

“Caros, Palestrinos! Voltei para a Sociedade Esportiva Palmeiras. Amanhã (hoje) será a minha apresentação!”. Foi com esta frase que José Carlos Brunoro anunciou em seu Twitter que está de volta ao Palmeiras. Ainda não se sabe exatamente qual o escopo total de seu trabalho, mas de acordo com reportagem aqui do UOL (leia aqui) o “diretor-executivo tem a missão de comandar a profissionalização de departamentos do futebol, esportes olímpicos e marketing”.

Mas o ponto que chama a atenção pra mim é justamente (e isso bate com o que havia escrito aqui ontem mesmo) uma possível conciliação entre seu trabalho de Consultor Técnico na Confederação Brasileira e sua nova função no Palmeiras. Vejam o que ele disse ao UOL: “Não vejo nenhum problema (em conciliar). É a minha empresa que realiza trabalhos para a CBB. Eu nem preciso estar presente. Vamos continuar”.

Tipo assim: o ex-treinador de vôlei, que é consultor técnico da Confederação de Basketball (!!!), está dizendo que, pelo fato de sua empresa (a BSB), ter um trabalho de consultoria (juro que gostaria de entender que tipo de consultoria, mas aí é outra história) para a CBB a sua ida para o Palmeiras não impede que ele continue a “realizar trabalhos” para a entidade, é isso mesmo? Juram que eu li certo? O mundo está completamente maluco, ou o basquete está aceitando qualquer coisa ultimamente? Será que um esporte que precisa desesperadamente de crescimento pode realmente permitir que alguém receba seus vencimentos sem dedicação exclusiva (e que, segundo o próprio, nem “precisa estar presente no dia-a-dia”)? Que coisa, hein!

E lá em cima, quando se lê ‘esportes olímpicos’, que leia-se também o seguinte: Basquete de um clube que tem time na principal competição de basquete do país, o NBB. Ou seja: Brunoro manterá a sua conta, através de sua empresa (BSB), na Confederação Brasileira e dirigirá um time que tem basquete desde a formação (base, CBB, lembra algo?) até o adulto. Que tal? Não há conflito algum aqui?

E a CBB com isso, vai falar alguma coisa? Presidente Carlos Nunes, o senhor vai aparecer dessa vez? O senhor e sua Confederação vão continuar permitindo que um funcionário da entidade siga tratando o basquete como um de seus trabalhos, e não como O trabalho? Que situação deprimente, decadente, vive o basquete brasileiro, não? Choca-me bastante que a entidade máxima, clubes, dirigentes, Federações, jornalistas e atletas não esbocem sequer reação com uma atitude assim e que Brunoro siga esfregando na cara de todos que ainda amam este esporte quão supérfluo o basquete é em sua vida.

E a você, te parece normal essa atitude de José Carlos Brunoro? Será que dá mesmo pra conciliar Palmeiras e CBB? Comente!


Correspondente BNC: Em clássico, Flamengo vence Palmeiras sem dificuldade no NBB
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Fábio Balassiano

Por Bruno Mesquita, direto de São Paulo (SP)

No jogo que fechou a rodada dupla no Ginásio Professor Hugo Ramos, em Mogi das Cruzes, o Flamengo derrotou o Palmeiras por 106-61 sem muito esforço, mantendo a sua invencibilidade no NBB (13-0) e piorando ainda mais a situação palmeirense no campeonato (2-13). O time verde  permanecerá na zona do rebaixamento independentemente de qualquer outro resultado da rodada.

O Flamengo construiu sua vitória tranquilamente desde o início. O ala Vitor Benite (cestinha do jogo com 28 pontos – na foto à esquerda) começou desequilibrando a partida logo no primeiro quarto (vencido pelo Fla por 29-14), encestando quatro bolas de longa distância. O segundo período foi o único que o Palmeiras conseguiu manter o jogo equilibrado (venceu por 24-23), muito por conta de momentos em que o Flamengo se mostrou displicente, perdendo oportunidades em contra-ataques fáceis.

No segundo tempo, o Palmeiras voltou completamente desorganizado. O espanhol Arturo Alvarez não consegue fazer com que o Palmeiras jogue como uma equipe. Mudou suas peças o tempo inteiro e não achou nenhuma formação que trouxesse qualquer dificuldade aos cariocas. Os minutos finais do alviverde em especial foram vergonhosos. Inúmeros erros infantis e air-balls bizarros. Caleb Brown, cestinha da equipe com 15 pontos, deixou a partida no fim com fortes dores e é mais uma preocupação para os palmeirenses.

O Flamengo, por sua vez, ultrapassou pela segunda vez consecutiva a marca centenária em pontuação (foram 105 conta Suzano quinta passada). Marquinhos, cestinha do NBB (21,9 pontos) se manteve próximo de sua média, anotando 20 pontos, enquanto Olivinha também se manteve próximo a sua média em rebotes com 8 (tem média de 9,5).

Na próxima segunda-feira o Flamengo vai jogar a sua terceira partida seguida fora de casa, buscando a manutenção da liderança invicta diante do Minas. Já o Palmeiras vai tentar quebrar a sequência de derrotas (são 10 seguidas) na próxima quinta, diante do Joinville, fora de casa.


Correspondente BNC: Palmeiras perde pro ex-lanterna Tijuca e cai para penúltimo do NBB
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Fábio Balassiano

Por Bruno Mesquita, direto de São Paulo (SP)

A queda diante do Tijuca por 79-77, no Ginásio Palestra Itália na noite desta quinta-feira, talvez seja a mais dolorosa para a equipe palmeirense nesta série de nove derrotas consecutivas até o momento no NBB. Primeiro por se tratar do adversário que era o lanterna do campeonato (o Tijuca tinha campanha de 1-12), e também pela forma como perdeu, com um chute de três a 0,5 segundos do estouro do cronômetro – isso dentro de casa. A equipe alviverde agora é a 17º colocada (2-12) e foi ultrapassada pelo próprio Tijuca nos critérios de desempate.

O técnico Arturo Alvarez disse antes do início da partida que a ideia era fazer o Palmeiras esquecer o que tinha acontecido até então, focando ao máximo nos 40 minutos diante do Tijuca. Só que durante a partida o Palmeiras pareceu sentir o peso da sequência negativa e se mostrou novamente muito nervoso. O alviverde iniciou o jogo com uma formação um pouco diferente devido a ausência de Tyrone Curnell. Arthur Pecos foi o armador principal da equipe, enquanto Caleb Brown vinha do banco na maioria das vezes para fazer a função de ala.

O primeiro tempo de partida foi muito tenso, com erros dos dois lados e disposição de sobra (o pivô Tiagão – 17 pontos – contagia nesse quesito). O equilíbrio foi tanto que o primeiro tempo terminou empatado em 36. O terceiro período foi o de maior descontrole da equipe palmeirense, que forçava demais nas infiltrações e abusava dos erros, permitindo ao Tijuca a maior vantagem do jogo no final do quarto (59-52). No último quarto, o ala Guto (17 pontos) comandou a reação alviverde, que chegou a estar na frente por 77-76 a poucos segundos do fim. Porém, o armador Bruninho acabou convertendo uma bola de três a 0,5 segundos do fim para decretar a vitória dos visitantes.

No final do jogo, o técnico Miguel Ângelo da Luz falou sobre o alívio que a vitória depois de dez derrotas seguidas trouxe ao Tijuca: “Foi punk esse período, é o que eu posso te dizer. A gente lavou roupa suja lá no Tijuca. A diretoria continuou firme comigo e os atletas também. Nos fechamos, e embora ainda falte muita coisa essa vitória foi muito importante. Apesar de estarmos numa situação incômoda, acredito que com a chegada do americano (Rashaun), com a volta do Fred e com um pouco mais de entrosamento a gente consiga impor um ritmo que acho necessário para conseguirmos brigar por uma vaga nos playoffs”.

Já as perspectivas palmeirenses não são tão positivas assim. A reação parece improvável na próxima rodada, já que a equipe enfrenta o Flamengo, líder invicto da competição até aqui.