Bala na Cesta

Arquivo : Jogo das Estrelas

Após sucesso deste ano, Jogo das Estrelas de 2018 continuará em São Paulo
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Fábio Balassiano

Fotojump / LNB

Como disse no texto anterior, o Jogo das Estrelas de 2017 foi um sucesso absoluto. Mais de 10 mil pessoas no ginásio, inúmeros patrocinadores associando suas marcas ao NBB, ex-atletas sendo homenageados, festa na quadra e muito mais. E o blog antecipa uma novidade: o evento de 2018 também será em São Paulo. A informação foi confirmada por João Fernando Rossi, presidente da Liga Nacional de Basquete.

EVENTO BALA NA CESTA EM SP– 27/03

“Queremos continuar ativando São Paulo e por isso vamos manter o evento por aqui. É a maior cidade do país e estamos muito satisfeitos com o que tivemos no Ibirapuera. Tivemos um desafio imenso realizar o que nos propusemos, mas deu muito certo. Creio que fomos bem acima do esperado. Foi um divisor de águas não no basquete, mas no esporte brasileiro. Este domingo foi um marco para nós”, contou Rossi.

Caio Casagrande / LNB

Nascido e criado na cidade, Rossi não escondeu a empolgação com o resultado do evento, mas sabe que para 2018 a Liga Nacional terá que se superar para fazer uma festa ainda melhor do que a que foi vista neste domingo.

“Agitar a cidade de São Paulo, com o basquete daqui, ver quase 4 mil crianças no ginásio foi gratificante. Empresas, investidores, amantes da modalidade, imprensa, todos muito empolgados e com parte e interna e externa sendo ativados. Isso é excelente. Só que agora temos como dever de casa ver o que pode ser melhorado e partir da próxima semana já pensar em como fazer o Jogo das Estrelas do NBB, o décimo da nossa história, da melhor maneira possível em 2018”, concluiu.


Impecável, Jogo das Estrelas ratifica NBB e cria novo padrão de eventos esportivos no país
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Fábio Balassiano

Antes do Jogo das Estrelas do NBB eu disse aqui que esperava que o evento posicionasse a Liga Nacional de Basquete no topo do país. Eu errei. O que vimos no Ibirapuera neste domingo foi além disso. Muito além.

EVENTO BALA NA CESTA EM SP– 27/03

Em espetáculo impecável do começo ao fim, o Jogo das Estrelas comprovou que a turma da Liga Nacional é diferente, em termos de gestão, administração e apreço a novidades, do que vemos nos demais esportes do país. Continuará errando no dia a dia, mas seu saldo é absurdamente positivo e toda a evolução que vimos nos nove anos desde a sua criação acabaram fazendo com que o Jogo das Estrelas de 2017 criasse um novo padrão de qualidade para eventos no Brasil. Foi tudo tão lindo, correto, bem cuidado, caprichoso que só nos restou aplaudir. E nem abordo a parte técnica da coisa, não, hein. Venceram Tyrone (Mogi, Desafio de Habilidades), Jefferson (Bauru, Torneio de 3 Pontos), Bennett (Pinheiros, Enterradas) e NBB Mundo (Shamell o MVP). Falo pela parte do entretenimento. Aqui meus destaques:

1) União de todas as gerações -> Problema crônico do basquete nos últimos anos, pela primeira vez eu vi todas as gerações do esporte em um mesmo espaço. Bicampeões do mundo (Wlamir, Succar, Moises e Amaury), jogadores do Sírio e Monte Líbano (Israel, Maury, Marcel, Cadum etc.), dirigentes, técnicos, ídolos acima de qualquer suspeita (Oscar Schmidt, Magic Paula e Hortência) e tudo mais estavam no local. E felizes. Todos, sem a menor exceção, foram homenageados. Saíram do Ibirapuera certamente muito felizes com a reverência da Liga Nacional e do público.

2) Show do Jota Quest -> Fico com as palavras de Rogério Flausino em entrevista exclusiva a mim no final do incrível espetáculo de sua banda: “Eu sabia que ia ser legal, mas foi muito mais legal do que eu imaginava. Nunca vi uma interação entre música e esporte tão engendrada quanto eu vi hoje. Muito legal, muito legal”. Creio que não precise falar mais nada. Os mineiros colocaram a plateia para pular, cantaram seus hits e empolgaram demais o Ibirapuera. Primeira vez que houve um show do intervalo no Jogo das Estrelas, e a Liga Nacional acertou em cheio na atração.

3) Procura por ingressos e celebridades -> Todo evento bom é concorrido. Logo que cheguei ao ginásio (08h15) vi muita gente procurando ingresso. Quando entrei, uma série de famosos que fazem a imagem do basquete sair de sua própria bolha. Adriane Galisteu (foto), Pedro Scooby (surfe), Emicida (cantor), Lucarelli (vôlei), Thiago Braz (salto com vara) etc. Todos impressionados com a qualidade do espetáculo e animadíssimos com a festa. Todos com milhões de seguidores em suas redes sociais. Pensem na progressão geométrica de posts deles em Twitters, Facebooks e Instagrams. Quanto mais isso acontecer, mais a modalidade passará a ideia de ser cool, descolada.

4) Ginásio lotado -> Foram mais de 10 mil pessoas no Ibirapuera. Em um domingo de manhã. Em um jogo de festa. Sem nenhum time de massa na cidade. Prova que o trabalho da Liga Nacional é excepcional e surtiu efeito. Destes 10 mil, 40% eram de crianças que muito provavelmente tiveram seu primeiro contato em um ginásio na tarde de ontem. Assim se formam novos fãs, torcedores, atletas e consumidores. O clima no Ibirapuera estava indescritível. São Paulo tem uma história na modalidade e creio que o Jogo das Estrelas deste domingo a reacende. Muita gente comentou comigo que houve fila imensa na entrada, mas eram 10h15, quando efetivamente começaram as atrações do Desafio de Habilidades, e o local já estava bem cheio.

5) Torneio de Enterradas -> Vencido pelo norte-americano Bennett, do Pinheiros, foi bem disputado e com um confronto animadíssimo no final entre o ganhador e Gui Deodato, o Batman, de Bauru. É o “prato” mais aguardo do cardápio do Jogo das Estrelas e foi muito de ótima qualidade.


Com Ibirapuera lotado e show do Jota Quest, Jogo das Estrelas posiciona NBB no topo do país
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Fábio Balassiano

Mais de 10 mil pessoas lotarão a partir das 10h o emblemático ginásio do Ibirapuera neste domingo em São Paulo para assistir a nona edição do Jogo das Estrelas do NBB. Mas não só isso. Aqueles que sairão de suas casas rumo a grande festa do basquete brasileiro poderão presenciar também os motivos pelos quais o NBB está conseguindo alcançar outro patamar no esporte nacional.

Além do excepcional trabalho prévio de marketing / comunicação que fez os ingressos se esgotarem com antecedência incrível, cabe destacar o que a Liga Nacional reserva para este domingo de março na maior capital da América Latina. Os dois times da atração principal principal (NBB Brasil x NBB Mundo) jogarão com camisas fazendo referência aos tradicionais Sírio e Monte Líbano, que lotaram ginásios na cidade nas décadas de 70 e 80, haverá uma série de homenagens a grandes personagens da modalidade e um show da popular banda Jota Quest no intervalo do Jogo das Estrelas.

Além do Jogo das Estrelas, cujos quintetos titulares serão formados por Marquinhos, Olivinha, Marcelinho, Alex e Giovannoni no NBB Brasil e Rodgers, Shamell, Tyrone, David Jackson e Rollins no NBB Mundo, haverá o Desafio de Habilidades, o Desafio de Enterradas (Jhonathan, que entra no lugar do lesionado Mogi), Bennett, Gui Deodato e Danilo Fuzaro participam), o Concurso de Três pontos (Duda, o atual campeão, Marquinhos, Shamell, David Jackson, Jefferson Willian e Deryk Ramos) e o Jogo das Celebridades.

Atrações de alto nível para colocar de uma vez por todas o NBB no patamar mais alto do país quando falamos em gestão esportiva.


Com muito entretenimento e foco no social, Jogo das Estrelas abre programação neste sábado
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Fábio Balassiano

Começa hoje em São Paulo a intensa programação do Jogo das Estrelas do NBB (e com o blog presente – fiquem de olho nas redes sociais para atualizações a cada instante). Hoje, na verdade, é a programação oficial, porque desde quinta-feira os atletas estão fazendo algo bem importante e que nem sempre é realizado por aqui: ações sociais. Os jogadores visitaram a Associação Parque Cocaia, os atletas do Magic Hands (basquete em cadeira de rodas) e no Projeto Passe de Mágica.

A partir deste sábado as atrações acontecem no complexo do Ibirapuera. E todas absolutamente grátis. Quem não conseguiu ingresso para a já esgotada festa deste domingo pode aproveitar para se divertir nos stands abertos nos espaços fora do ginásio.

Há entretenimento para todos os gostos no espaço Joga Junto, o mote oficial da Liga Nacional de Basquete, na Casa Sky, onde haverá a partir das 15h uma clínica com o armador Fúlvio, e, claro, a eliminatória para o Desafio de Habilidades a partir do meio-dia e com transmissão ao vivo para todo Brasil durante o Globo Esporte.

Participam da seletiva o pivô do Caxias do Sul Arthur Bernardi, Alexey (Franca), Betinho (Campo Mourão), Cafferata (Liga Sorocabana), Davi Rossetto (Basquete Cearense), Dawkins (Vitória), Fúlvio (Brasília), Georginho (Paulistano), Holloway (Pinheiros), Kendall (Macaé), Olivinha (Flamengo), Palacios (Vasco) e Tyrone (Mogi).

Vale a pena ficar de olho neste fim de semana de Jogo das Estrelas em São Paulo. A Liga Nacional de Basquete tem conseguido aliar incrivelmente bem os lados de entretenimento, social e esportivo, prometendo tornar inesquecíveis estes dias na maior capital da América Latina.


Jogo das Estrelas do NBB fará bela homenagem a Monte Líbano e Sírio neste domingo
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Fábio Balassiano

Com todos os ingressos vendidos, o Jogo das Estrelas do NBB acontece no próximo domingo no ginásio do Ibirapuera em São Paulo. Será recheado de atrações, como a da banda Jota Quest (mais aqui), e uma homenagem pra lá de especial.

A Liga Nacional de Basquete prepara justa reverência a Esporte Clube Sírio e Clube Atlético Monte Líbano, dois times que marcaram época na capital paulistana nas décadas de 70 e 80.

Os clubes estarão representados no duelo entre NBB Brasil e NBB Mundo. A equipe brasileira vestirá a cor azul do Monte Líbano, vice-campeão do mundo em 1985, enquanto que a legião estrangeira usará o vermelho do Sírio, campeão Mundial de Clubes em 1979 no mesmo ginásio em que será realizada a festa de 2017.

Além das agremiações, a Liga Nacional também homenageará os atletas que fizeram parte destas históricas equipes e nomes como Marcel, Pipoka, Marquinhos Abdalla, Cadum Marcelo Vido, Dodi e Eduardo Agra estarão no Ibirapuera. Todos eles receberão placas comemorativas em relação às expressivas conquistas durante a grande festa do basquete brasileiro.

O histórico título do Sírio, que tinha Oscar, Marcel e Marquinhos no elenco, em 1979 veio depois de uma incrível vitória no Ginásio do Ibirapuera contra o Bosna Sarajevo, da antiga Iugoslávia, por 100 a 98. Além do Mundial, o Sírio se firmou ainda mais como potência ao faturar sete títulos nacionais e oito Sul-Americanos. Já o Monte Líbano conquistou cinco nacionais (entre 1982 e 1987), sendo os quatro últimos de maneira consecutiva. Neste período, o clube paulistano foi vice-campeão mundial em 1985, após ser derrotado pelo anfitrião Barcelona na grande final. Os grandes responsáveis por esta época áurea foram Cadum, Israel, Pipoka, Maury e Marcel, o único a atuar pelas duas equipes.


Com show do Jota Quest, Jogo das Estrelas do NBB foca no entretenimento em SP
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Fábio Balassiano

Pela primeira vez sendo realizado em São Paulo, o Jogo das Estrelas do NBB (site oficial aqui) em 19 de março promete ser um marco na história da Liga Nacional de Basquete. No maior centro econômico do país o evento contará com show da banda Jota Quest (notícia divulgada há instantes pela LNB), uma das mais populares do país, terá parceria com a Rede Starbucks e marcará o primeiro passo da ativação da Nike, nova patrocinadora da entidade (mais aqui). Cadeiras de pista e numeradas já estão esgotadas, mas as arquibancadas, que custam a partir de R$ 5, ainda estão à venda no site da LNB.

O foco do Jogo das Estrelas de 2017 está no entretenimento, em atrair e reter fãs para o esporte, algo que vemos com frequência na NBA. Conversei com João Fernando Rossi, presidente da LNB e um dos entusiastas deste modelo de gestão que privilegia o lazer dentro dos ginásios de basquete. Rossi, empolgado, lança inclusive um desafio ao prefeito de São Paulo, João Doria Jr. .

BALA NA CESTA: Me chamou a atenção que neste ano teremos um jogo no Ibiraquera, um dos maiores palcos de basquete do país, com muita história e tudo mais, a chegada da Nike, nova patrocinadora da Liga, também uma parceria com a Rede Starbucks, famosíssima no mundo inteiro, e agora o show do Jota Quest. O foco está mais do que nunca no público com bastante entretenimento mas também em mostrar ao mercado publicitário a força do produto de vocês, não?
JOÃO FERNANDO ROSSI: Isso mesmo, Bala. O foco está em proporcionar ao público a melhor experiência de lazer possível não só no domingo, o dia do evento propriamente dito, mas sobretudo durante o final de semana inteiro onde teremos atividades, e mostrar ao mercado corporativo que em momento de crise econômica o basquete brasileiro (NBB) é a melhor opção de investimento no esporte no Brasil. Modéstia à parte, somos hoje o que há de melhor no esporte em relação a custo/beneficio, e sabemos bem que os investidores estão buscando visibilidade, retorno alto sobre investimento e se associar às marcas com retorno garantido.

A grande novidade é termos um evento com Show (Jota Quest) e Basquete juntos. Isso mostra como estamos focados em transformar um espetáculo esportivo em entretenimento. Ter o Jota Quest no intervalo do Jogo das Estrelas é o coroamento de todo esforço dos clubes e mais um passo na incessante busca pela fidelização do fã da bola laranja no mercado brasileiro e das Américas. Essa festa no Ibirapuera reforça o comprometimento da Liga com os torcedores e no desenvolvimento da modalidade. Teremos o que existe de melhor dentro e fora da quadra nessa grande festa do esporte. Nossa ideia é começarmos um relacionamento com os fãs de basquete no Jogo das Estrelas. Depois nossa missão é fazer com que ele (relacionamento) se prolongue durante muito tempo.

Nosso ativo, com clubes de futebol, líderes em olimpismo e cidades tradicionais e recém-chegadas, é bem robusto e possuímos TV aberta (Band), TV fechada (Sportv) e o nosso canal de WebTV que exibe jogos semanalmente através da plataforma Facebook Live. Caminhando com o que há de mais moderno no mundo, posso dizer com orgulho que nossas mídias sociais possuem números bem interessantes em Facebook, Twitter, Instagram, Snapchat e outros. A Liga Nacional organiza 4 campeonatos (NBB, Liga de Basquete Feminino, Liga Ouro e Liga de Desenvolvimento Sub-22), estamos presentes em 11 estados, com 30 clubes e 83% do PIB brasileiro, e atingindo 77% da população brasileira. Não posso esquecer de dizer que temos parceria com a liga de basquete mais desejada do mundo, a NBA. Estamos muito animados. Se permitir, posso lançar um desafio no seu blog?

BNC: Claro. O que seria?
ROSSI: É um desafio ao Prefeito da cidade de São Paulo, João Doria Jr. Sei que ele gosta de basquete, e lanço em seu blog um desafio para que ele faça parte do torneio de habilidades deste Jogo das Estrelas. E aí, João Doria, topa? #JogaJuntoJoaoDoria .

BNC: Este ano o Jogo das Estrelas terá formato diferente, com todas as atividades realizadas em um só dia, o domingo. O que a Liga Nacional pretende com isso e qual o motivo da mudança?
ROSSI:
A ideia é fazer com que o público amante do esporte e do basquete possa ter uma experiência completa de basquete. Pesou para que escolhêssemos São Paulo o fato de, devido a Olimpíadas e Copa do Mundo, a cidade do Rio de Janeiro ter recebido a maioria dos grandes eventos do esporte brasileiro nos últimos anos. Sendo assim, a escolha de São Paulo, a maior capital da América Latina, passa pelo desafio de despertar a população paulistana para o basquete. Nossa intenção é ativar uma das maiores metrópoles do mundo. Gosto de lembrar que cidade e o Ibirapuera foram o principal palco do basquete brasileiro durante décadas. Sobre ser tudo no mesmo dia, pensamos muito em termos um dia inteiro com muito entretenimento esportivo, algo que nunca houve na história do esporte brasileiro. O evento no domingo começa às 10h e terá o Desafio de habilidades, Torneio de 3 pontos, Torneio de enterradas, Desafio das Celebridades e o jogo principal entre NBB Brasil x NBB Mundo. Um domingo completo de muita festa no esporte brasileiro. Quero frisar que no sábado teremos na parte da manhã um treino aberto com os atletas do Jogo das Estrelas. Na sequência as eliminatórias do Desafio de Habilidades serão exibidas ao vivo pela TV Globo.

BNC: Apesar das finais serem em um dia só, haverá as eliminatórias no sábado e também ações sociais previstas desde sexta-feira. Podemos esperar neste Jogo das Estrelas do NBB em São Paulo o maior número de ações não só sociais mas também de marketing da história do evento?
ROSSI: Teremos o #EspaçoJogaJunto, área de lazer voltada à interação do fã do basquete e disponível no sábado e domingo e totalmente grátis. O Ibirapuera estará repleto de atividades para as famílias, com ativações dos patrocinadores (Caixa, Sky, Avianca, Nike e Starbucks) que envolvem quadras de basquete, máquinas de arremessos, distribuição de brindes e presença dos atletas para fotos e autógrafos. Além disso, estaremos preparados para receber o público com vasta área de alimentação, tornando o programa completo do começo ao fim para as famílias paulistanas.

Ainda sobre marketing, venho do mundo empresarial e sou muito objetivo. Estamos em SP, a cidade mais populosa das Américas e a sétima do mundo, com mais de 12 milhões de habitantes e a décima-quarta mais globalizada do mundo. São Paulo é o décimo PIB do mundo e corresponde a 11% do PIB brasileiro. Portanto, estamos com expectativas de mostrar ao mundo corporativo e seus investidores que a Liga Nacional (NBB) é o melhor investimento no esporte brasileiro. O Jogo das Estrelas é o nosso cartão de visita. Estaremos recebendo grandes empresas, patrocinadores, investidores e agências de Marketing esportivo. Mostraremos nosso lado de gestão, empreendedorismo, responsabilidade social e de negócios tanto para LNB quanto para os clubes. É uma oportunidade única para todos buscarem pontos de contato comerciais. É um ambiente propício para início de novos negócios.

Além do entretenimento devemos acelerar nosso programa de responsabilidade social. Estamos trabalhando com empresas e comunidades para uma sociedade mais justa. Já fazemos isso, na Liga Nacional, de forma pontual, mas estamos nos preparando para sermos mais atuantes neste sentido e a partir evento já queremos começar a atuar de forma mais estruturada.


Passado, presente e uma boa perspectiva de futuro na LBF
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Fábio Balassiano

ponte1

lbf2Foi um sábado pra lá de emocionante no ginásio Taquaral, em Campinas. As 2.500 pessoas que esgotaram os ingressos em menos de duas horas viram uma festa lindíssima do Jogo das Estrelas da Liga de Basquete Feminino que contou com belíssima homenagem ao time de 1993 da Ponte Preta campeão mundial (na foto acima estão Hermes Balbino, preparador físico, Maria Helena Cardoso, a técnica, Eleninha, sua assistente, e as atletas Paula, Hortência, Silvinha, Helen, Ruth, Roseli e Claudinha), com a vitória do Time Rainha Hortência contra o de Magic Paula (Nádia, na foto ao lado, foi a MVP) e com as de Tati Pacheco nos três pontos e Babi no Desafio de Habilidades.

ginasio1Mais do que isso: foi um sábado maravilhoso em que todas as últimas gerações do basquete feminino se encontraram no ginásio Taquaral em Campinas. Vale dizer, desde já, que a cidade não tem um time profissional de basquete feminino há tempos e que os torcedores foram à festa em peso. Que eu me lembre, vi Micaela, Mamá, Geisa, Katia, Claudinha, Adriana Santos, Silvinha, Marta (jogava demais, nossa mãe!), Hortência, Paula, Ruth, Borracha, Lais Elena, Antonio Carlos Vendramini, Paulo Bassul e tantos outros que ajudaram a modalidade a crescer horrores nas décadas de 70, 80 e 90 (principalmente). Gente com conhecimento, com talento, com vontade de ainda auxiliar em alguma coisa no esporte.

lena2Um dos momentos mais emocionantes pra mim foi quando vi Maria Helena Cardoso chegando ao ginásio com Eleninha, sua fiel escudeiro por mais de 50 anos. Faltava pouco tempo pro Desafio de Habilidades começar, as duas se encaminhavam aos seus lugares, mas algo aconteceu quando as duas pisaram no Taquaral e foram vistas por suas ex-atletas. Não andaram mais cinco metros. TODAS, sem exceção, saíram de seus lugares para falar com as esplêndidas treinadores. A isso se dá o nome de gratidão, não?

dupla1A gente não sabe exatamente quais serão os próximos passos da Liga de Basquete Feminino. Se ela (LBF) irá mesmo para dentro, em definitivo, da estrutura da Liga Nacional de Basquete (LNB) ou se tomará seu próprio rumo. Pelo que se viu neste sábado no ginásio Taquaral e pela necessidade urgente de renascer das cinzas, me parece bem óbvio que a Liga feminina precisa, sim, de um empurrão para sair da inércia e voltar a encontrar o bom caminho. Se hoje está na estaca zero em termos de desenvolvimento, organização e parte técnica, a modalidade das meninas pode olhar para a dos rapazes e ver o que no NBB conseguiu se transformar em tão pouco tempo.

iziane1O abraço da foto ao lado acaba sendo simbólico: Iziane, campeã da última LBF pelo Sampaio Corrêa e MVP das finais, foi formada pela brilhante Maria Helena Cardoso em seu antigo clube, o BCN. O abraço carinhoso e pra lá de respeitoso, visto do fundo por uma feliz Carina Felippus, representa as duas faces boas do basquete vistas nas duas últimas semanas – o time que colocou 13 mil pessoas em dois jogos finais do campeonato e uma das maiores formadoras de talentos (e de seres humanos) do basquete brasileiro. Precisa-se, urgentemente, que elas (estas boas faces) sejam mais vistas – e não ignoradas.

taina1Quem gosta do basquete feminino precisa que as finais em São Luís (ginásio lotado) e o que vimos no Jogo das Estrelas deste sábado sejam mais regra do que exceção. E que nomes tão importantes da história do esporte (Paula, Hortência, Maria Helena Cardoso, Eleninha, Adriana Santos, Marta etc.) estejam inseridas na modalidade (e não marginalizadas). Quanto antes entender que precisa ser mais inclusivo, moderno e relembrando a memória de quem tanto fez pelo feminino, mais rápido sairá do estado em que se encontra.

O pulso, inacreditavelmente, ainda pulsa no basquete feminino.


Jogo das Estrelas da LBF reúne Hortência, Paula e Maria Helena Cardoso hoje
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Fábio Balassiano

sampaio1Normalmente o Jogo das Estrelas acontece durante a temporada. Por motivos burocráticos (e financeiros), o da LBF este ano vai acontecer neste sábado, mais de uma semana depois do Sampaio Corrêa ter fechado o campeonato com o inédito título em cima do Corinthians / Americana. O evento só vai rolar, mesmo, porque a grana referente ao patrocínio da Caixa Econômica entrou, e no contrato está previsto SEMPRE a realização da partida. Ser após a decisão do título, porém, não necessariamente é ruim.

hortencia1E explico a vocês. A partir das 16h (Sportv exibe) em Campinas o ginásio Taquaral recebe as melhores atletas do país, que serão comandadas por Paula e Hortência, dois dos maiores nomes da modalidade de todos os tempos e cujas presenças chamam a atenção. É só por uma tarde, é só uma brincadeira, mas nenhuma das duas jamais treinou uma equipe depois de terem parado de jogar. Os elencos foram definidos para o Jogo em si e para os Desafios de Habilidades e Torneio de 3 pontos e estão aqui. Informações sobre ingressos, aqui. Eu estarei presente ao local e vocês sabem bem como este tipo de cobertura funciona (atualizações constantes em Twitter , Instagram e Facebook durante todo dia).

mariahelenaAlém delas duas estará em Campinas ninguém menos que Maria Helena Cardoso, uma das melhores técnica do basquete brasileiro em todos os tempos. Ela e a sua Ponte Preta de 1993 serão homenageadas no evento pelo título mundial conquistado 23 anos atrás. Maria Helena é uma lenda do esporte e toda reverência que se faz a ela é muito pouca. Será, sem dúvida alguma, um dos momentos mais emocionantes do Jogo das Estrelas.

Quem for de Campinas tem um bom programa para esta tarde no ginásio Taquaral. Quem não for, vale a pena ficar ligado no Sportv


Podcast BNC: O que vimos do Jogo das Estrelas do NBB
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Fábio Balassiano

nbb6No Podcast desta semana Pedro Rodrigues e eu falamos sobre o Jogo das Estrelas do NBB. Estivemos em Mogi das Cruzes e contamos e que funcionou e o que precisa ser ajustado para os próximos anos. Recebemos, no final, o Vice-Presidente da Liga Nacional, João Fernando Rossi, que também faz a sua avaliação do evento.

Caso você prefira, o link direto está aqui . Caso queira, o episódio também está disponível no iTunes! Críticas, sugestões ou qualquer tipo de mensagem é só enviar para podcastbalanacesta@gmail.com . Obrigado, aproveitem e bom programa!


O Basquete Brasileiro Chegou, por Pedro Rodrigues
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Fábio Balassiano

*Por Pedro Rodrigues (apresentador do Podcast BNC), direto de Mogi das Cruzes

nbb25Aconteceu no último fim de semana o Jogo Das Estrelas do NBB em Mogi das Cruzes. O que torna o evento de 2016 emblemático se deve ao fato da Liga Nacional de Basquete conseguir, em meio a um cenário conturbado no país, dar um passo para a massificação do esporte no país. Com o apoio para o evento da automotiva Renault e da Adidas, a chancela da NBA e o patrocínio das empresas Avianca, Sky, Adidas e o patrocinador master (Caixa) a LNB mostra que tem um produto sólido e que tem um caminho definido. Falou-se muito na questão da ativação das marcas que sim foram muito bem executadas, mas algumas concessões devem ser avaliadas não só com a frieza dos números, mas com um olho no que ocorreu em Mogi:

nbb61. Público no ginásio: Avaliar a venda dos ingressos seria o primeiro passo. O ticket médio, em torno de 20 Reais por dia por pessoa, fica alto para uma família com 4 pessoas. Uma primeira ideia, talvez seja de criar um “passaporte” para o evento. Compra um dia, leva o outro. Algo do gênero. O importante seria ter o ginásio cheio. O que infelizmente não ocorreu. E quem viu apenas a cobertura da TV aberta perdeu uma das melhores torcidas não só de basquete mas de qualquer esporte no país. Esta paixão não conseguiu ser transmitida no engessado segundo dia.

nbb32. Mudar a ordem dos eventos para atender a emissora da TV aberta: Os eventos do sábado, bom horário, 17 horas, com jogo das celebridades e o jogo das estrelas estava com bom público e uma atmosfera elétrica. Já o de domingo o animador tentava jogar pessoas para uma arquibancada específica porque “as atividades só iriam acontecer daquele lado”. Ou seja, 2/4 do ginásio ficaram alienados das atividades de brindes. E na TV o que aparece? Arquibancada vazia. Chato. Entendo que esta concessão é importante e o evento que é sim televisivo, mas o formato precisa ser revisto. Perder uma janela destas para não mostrar os jogadores, os famosos Highlights, estatísticas e uma boa e não somente funcional apresentação dos mesmos. Fica a pergunta: uma pessoa normal sabe que ocorreu em Mogi? Não vale negociar uma inserção de 10 a 15 segundos na revista televisiva do domingo? Ou liberar somente os melhores momentos para outras emissoras? Não vale mostrar pelo menos o campeonato de enterradas com a excelente disputada vencida com maestria pelo menino Mogi do Paulistano?

nbb203. Jogo das Celebridade: Não vejo o jogo das Celebridades como uma concessão muito ruim. O jogo em si não prima pela técnica mas mata-se a saudade de ver um ex-atleta em ação, e neste ano jogaram o Danilo e o Cadum, e pela curiosidade de ver as celebridades em quadra. A Liga teve uma boa sacada chamando jovens celebridades do YouTube, que atingiu em cheio o público de 11 a 14 anos. Ponto pela visibilidade. Para o jogo? A conferir. É uma pelada de fim de ano com os amigos mas devo dizer que tem um comentarista que pode dar aula para muito pivô da NBA como bater lance-livre.

harper4. Jogo das Estrelas: Não sei se já é hora de reavaliar o conceito de NBB Brasil versus NBB Mundo. Este ano o time Mundo precisou de mais dois jogadores locais para fechar o elenco. Minha sugestão seria encarar o jogo com os melhores jogadores de basquete do país e porque não incluir algumas meninas da LBF? Ah sim, este ano o time Mundo teve o reforço do 5 vezes campeão da NBA Ron “Hollywood” Harper. Ultra simpático com todos, jogou uns 7 a 10 minutos cm alguns arremessos de fora. Legal a ideia.

nbb7No cômputo geral mais acertos do que erros. A Liga Nacional mostra com seriedade, suor e coração que é possível fazer esporte no Brasil. Todos, absolutamente todos, os dirigentes têm o discurso alinhado e metas definidas. Espero que agora com os patrocínios os gestores se permitam a inovar um pouco mais, pensar fora da caixa. Quando não se tem dinheiro a margem para erro é alta. Com algum dinheiro dá para pensar em coisas diferentes. E quem sabe não testar na LBF ou na Liga Ouro estas ideias. O basquete brasileiro chegou!