Bala na Cesta

Em jogaço, EUA batem a Espanha e ficam com o ouro; Rússia é bronze

Terminou há pouco o basquete masculino da Olimpíada de Londres. E terminou com um jogaço de bola. Assim como em 2008, quando norte-americanos e espanhóis fizeram uma partida histórica (118-107), neste domingo não foi diferente. Os europeus deram um trabalho imensa, chegaram a liderar a peleja no segundo período, mas não aguentaram no final. Os EUA venceram por 107-100, conquistaram o segundo ouro seguido e deram mais uma demonstração de que quando levam os melhores e quando estão comprometidos é quase impossível vencê-los.

Com 30 pontos, Kevin Durant foi o melhor em quadra, mas o que dizer de LeBron James? MVP da temporada regular da NBA, campeão da NBA, MVP das finais da NBA e campeão olímpico agora há pouco (tá razoável, não?). Além deles, Kobe Bryant teve 17 pontos, enquanto que do outro lado Juan Carlos Navarro foi muitíssimo bem com 21 pontos, e Pau Gasol quase entra para a história como o primeiro atleta a conseguir um triplo-duplo em uma final olímpica (24 pontos, oito rebotes e sete assistências). Foi um partidaço, disputado com uma intensidade incrível e muito bem jogado pelas duas seleções.

Mais cedo, a Rússia contou com Aleksey Shved (25 pontos, sete assistências e um poder de decisão incrível!) para colocar água na possível festa de despedida argentina. Os russos terminaram com o bronze ao bater os hermanos por 81-77 apesar dos 21 pontos de Manu Ginóbili. Tal qual aconteceu em 2006, no Mundial do Japão, Andres Nocioni, do canto direito, teve a chance de virar a partida para os sul-americanos, mas a bola caprichosamente bateu no aro e saiu. Medalha para os europeus, mas é bom deixar claro: no final da partida, Luis Scola disse que ninguém ainda pensa em aposentadoria na seleção nacional.

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Sem surpresa, EUA batem França e conquistam ouro no feminino; Austrália fica com o bronze

Terminou há pouco o torneio de basquete feminino da Olimpíada de Londres. Os Estados Unidos não tiveram muito trabalho, bateram a França por 86-50, conquistando o quinto ouro consecutivo (1996, 2000, 2004, 2008 e 2012) e a vitória de número 41 de forma seguida.

No começo, até que as francesas tentaram equilibrar a peleja (20-15), mas no segundo tempo não tiveram forças para segurar a onda. Perdiam por 43-32, mas ficaram seis minutos sem pontuar e levaram 19 pontos seguidos. A desvantagem que era de 11 saltou para 30 (62-32) rápido, e depois foi só ver a comemoração das norte-americanas. Candace Parker, em noite inspiradíssima (sua filha e marido estavam na plateia), anotou 21 pontos e 11 rebotes, e além dela, apenas Sue Bird (11) teve dígitos duplos.

Prêmio máximo para as americanas, mas a França merece um parabéns especial também. Não “só” pela prata conquistada neste sábado, mas sim pela continuidade de seu trabalho com uma geração muito boa. Para se ter uma ideia, em 2003 as francesas foram medalha de bronze no Mundial Sub-21 da Croácia. Daquele time, cinco estiveram em Londres, na Olimpíada (Godin, Gomis, Dumerc, Ndongue e Lepron). Ou seja, houve sequência de trabalho. Ah, sabe quem ficou com a medalha de prata naquele Mundial de 2003? O Brasil. Sabe quantas meninas de nove anos atrás estavam nos Jogos de 2012? Apenas Érika e Silvia de um elenco com muitas atletas que, com menos de 30 anos, já PARARAM de jogar. Explica muita coisa, não?

No jogo do bronze, a veterana Kristi Harrower queria que sua despedida da seleção australiana fosse em grande estilo. E ela conseguiu. Teve 21 pontos, quatro assistências e três rebotes na vitória de sua equipe por 83-74 contra a Rússia. Além dela, outras duas veteranas foram muitíssimo bem. Lauren Jackson teve 25+11, e Suzy Batkovic saiu-se com 17-8.

Foi a quinta medalha consecutiva para a Austrália (1996 e 2012 de bronze, e 2000, 2004 e 2008 de prata), e uma despedida de gala para Harrower, craque de 37 anos que foi carregada por suas companheiras ao final da partida (foto à esquerda).

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Com 40 vitórias seguidas em Olimpíadas, meninas dos EUA tentam ouro neste sábado

Confesso que não esperava ver a final olímpica feminina que verei neste sábado às 17h. Imaginei que a Austrália, com Liz Cambage bombando (como bombou, diga-se) enfrentaria as norte-americanas na grande decisão, e não nas semifinais como aconteceu na quinta-feira. Quem mede forças com os EUA hoje é a França, grande surpresa da comeptição, e australianas e russas disputam o bronze às 13h.

Além da medalha de ouro, os Estados Unidos defendem uma incrível invencibilidade de 40 jogos em Olimpíadas (última derrota foi em 5 de agosto de 1992 para o CEI, nos Jogos de Barcelona, por 79-73), marca absurdamente impressionante que reúne quatro medalhas de ouro seguidas (1996, 2000, 2004 e 2008) e que sinceramente não sei se as francesas conseguem fazer com que ela termine hoje. Se isso não bastasse, a França só venceu os EUA em uma ocasião em torneios oficiais. Foi em 16 de maio de 1971, quando fizeram 68-51.

Será que as francesas, comandadas pela ótima (na foto) Celine Dumerc (melhor armadora da Olimpíada em minha opinião – 15,3 pontos e 3,4 assistências por partida), conseguem evitar o ouro das norte-americanas? Acho quase impossível, e você?

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Argentina tentou, mas não conseguiu parar os Estados Unidos; Espanha também na final

Foi um bom primeiro tempo da Argentina nesta sexta-feira. Concentrada, com força física e muita técnica, os hermanos perderam a primeira etapa da semifinal olímpica contra os EUA por apenas sete pontos (47-40). Chegaram a estar oito atrás no meio da segunda metade, mas aí os norte-americanos pisaram no acelerador.

Engataram uma sequência de 11 pontos seguidos, abriram mais de 20 pontos e não tiveram dificuldade para finalizar o placar em 109-83 (18 bolas de três convertidas), chegando a segunda final olímpica consecutiva e espantando o fantasma de 2004 de vez. LeBron James esteve soberbo na marcação, nas enterradas e terminou com 18-7-7. Do lado argentino, Ginóbili teve 19 pontos, Delfino e Scola outros 15, mas além dos tiros longos, os 15 rebotes ofensivos e a maior rotação dos EUA acabaram com as chances dos hermanos.

No jogo do ouro, os EUA repetem a final de 2008 com a Espanha, que fez um primeiro tempo tenebroso (20 pontos), mas conseguiu se recuperar, anotou 47 nos 20 minutos finais e teve força para vencer a Rússia por 67-59 com 16 pontos e 12 rebotes de Pau Gasol, que esteve brilhante nos minutos finais. A pena da classificação espanhola é que certamente voltará a discussão sobre se valeu a pena ou não ter tirado, se é que eles tiraram mesmo, o pé no quarto período da peleja contra o Brasil.

EUA x Espanha na final, Argentina x Rússia disputando o bronze. Viu os jogos de hoje? O que está esperando pra domingo? Comente!

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Mirando 2004, Argentina tenta o milagre contra os EUA hoje na Olimpíada

Acabei não comentando aqui, alucinado que sou, mas ontem foi definida a final da Olimpíada feminina. A Austrália bem que tentou, contou com 19 pontos de Liz Cambage, mas não foram muito longe contra os EUA, que conseguiram a vitória de número 40 de forma consecutiva no torneio olímpico com os 86-73 de ontem. As norte-americanas medirão forças na final com a França, que venceu a Rússia por 81-64, chegando a sua primeira final olímpica da história.

E hoje é a vez dos rapazes. Para abrir os trabalhos, a Rússia tenta vencer novamente a Espanha para jogar a uma final olímpica pela primeira vez desde 1988. Precisarão barrar os irmãos Gasol e Ibaka no garrafão, mas principalmente a grandíssima experiência espanhola em jogos decisivos. A peleja começa às 13h, e vale a pena ficar de olho.

De todo modo, o jogo que mais me chama a atenção nesta Olimpíada é este EUA x Argentina (17h) na outra semifinal. Os argentinos vêm empolgados pela vitória contra o Brasil, mas sabem que terão que jogar a partida perfeita para repetir um feito: os hermanos são os únicos que bateram os norte-americanos em mata-mata nos Jogos desde que os atletas da NBA passaram a atuar. Foi em 27 de agosto de 2004, também em uma semifinal olímpica, em um dia em que Manu Ginóbili só faltou fazer chover na Grécia. Ele teve 29 pontos (9/13), levou seus marcadores a loucura e impulsionou uma vitória histórica por 89-81 (Andres Nocioni, incansável na marcação, ainda teve forças para contribuir com 13 pontos naquela noite histórica de Atenas).

Oito anos se passaram, a geração dourada está quase saindo de cena e o time norte-americano é muito, muito mais forte que o de 2004. Naquele jogo, Carmelo Anthony e LeBron James eram jovens, e o segundo nem entrou em quadra (LeBron teve três minutos). Do lado argentino, Manu, Scola, Delfino e Leo Gutierrez estavam lá.

Deixo abaixo um vídeo com o último período da vitória platense de 2004. Será que os hermanos conseguem aprontar de novo logo mais? Difícil, sem dúvida, mas como disse Andres Nocioni a ESPN depois da partida, “sonhar não custa, e entrar na quadra pra ganhar é o mínimo que devemos fazer”. O que será que acontece logo mais? Comente!

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Os outros três jogos do dia no mata-mata da Olimpíada de Londres – confira duelos!

Engraçado, né. O foco para nós que estamos aqui está tão “viciado” neste Brasil x Argentina que nem todo mundo se lembra que há outros três jogos pelas quartas-de-final da Olimpíada de Londres nesta quarta-feira. Vamos aos duelos:

Rússia x Lituânia (10h) – A Rússia jogou muito bem a primeira fase (perdeu da Austrália apenas, na última rodada, e poupando suas feras), e enfrenta esta “bipolar” Lituânia, que levou uma surra da Argentina, fez jogo duro contra os EUA e sofreu, pasmem, para derrotar a Tunísia no último jogo do Grupo A. Ao que tudo indica, Andrei Kirilenko levará vantagem, mas são escolas com identidade de basquete bem parecida, o que torna o jogo de daqui a pouco bem equilibrado (e travado também).
Quem avança: Rússia

França x Espanha (12h15) – Será, sem dúvida, o jogo mais nervoso do dia junto com Brasil x Argentina, principalmente pelo que cercou a partida desde segunda-feira, quando os franceses entraram com uma representação no COI alegando que os espanhóis teriam amolecido contra o Brasil. Não deu em nada, mas está obviamente todo mundo mordido. Tony Parker x José Calderón (foto) promete ser um baita confronto individual, mas acho que o garrafão espanhol pode ser determinante (os Gasol e Ibaka são muito superiores aos franceses).
Quem avança: Espanha (gostaria de escrever o contrário…)

Estados Unidos x Austrália (18h15) – Acho que aqui não há nem muito o que comentar, né. Patrick Mills é um bom armador, os alas australianos são bem razoáveis, mas do outro lado estará um time que tem Kevin Durant, LeBron James, Kobe Bryant, Carmelo Anthony etc. . É mata-mata, os nervos normalmente se acirram um pouco, mas não creio haver problemas para os Estados Unidos por aqui.
Quem avança: EUA (aqui não tem nenhuma dúvida, certo?)

Concorda comigo? Tem palpites pra hoje? Comente na caixinha!

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Quartas-de-final do Torneio Masculino de Londres estão definidas – veja duelos e horários

Estão definidas as quartas-de-final do torneio masculino da Olimpíada de Londres. Confira os duelos do mata-mata:

1) EUA x Austrália (18h15)
2) Brasil x Argentina (16h)
3) Rússia x Lituânia (10h)
4) França x Espanha (12h15)

Na semifinal, vencedores de 1 e 2, e 3 e 4 se enfrentam. Algum palpite pros duelos das quartas-de-final de quarta-feira? Manda bala na caixinha!

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Coach K: ‘Kobe Bryant está certamente entre os cinco melhores da história’

“Kobe Bryant está na NBA há 16 anos, e se você pensar no que ele já conquistou em termos de façanhas individuais e conquistas de títulos acho que é justo colocá-lo entre os cinco melhores da história do basquete. Além disso, ele já esteve por toda parte, todo mundo conhece ele, que até mesmo quando ele está nas viagens faz questão de encontrar com seus fãs. Ele se comprometeu a ser um dos melhores, as pessoas gostam disso e o resultado é bem claro. Kobe chegou lá”

A declaração, dada em Barcelona para a imprensa mundial, é de Mike Krzyzewski, o Coach K, que se derrete em elogios a Kobe Bryant, cinco vezes campeão da NBA e uma vez medalhista de ouro com a seleção norte-americana. Kobe pode repetir a façanha de 2008 agora em Londres. No amistoso de ontem contra a Argentina, ele teve 18 pontos na vitória dos EUA por 86-80 (grande jogo).

Amanhã, no mesmo palco onde o Dream Team conquistou o ouro 20 anos atrás, Kobe, que tentou levar Mike Krzyzewski para ser técnico dos Lakers em 2005 (o treinador de Duke recusou uma oferta milionária na época), e os norte-americanos medem forças com a Espanha (jogaço imperdível).

E aí, concorda com a declaração de Coach K? Kobe está entre os cinco melhores da história do basquete? Difícil essa, hein. Bem, vamos começar: 1) Michael Jordan; 2) Magic Johnson. E aí depois vocês se viram na caixinha. Palpites na caixinha. Divirtam-se…

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Últimos campeões olímpicos, EUA e Argentina jogam hoje à tarde em Barcelona

Não é o amistoso mais emblemático da série que os Estados Unidos estão fazendo (o maior de todos será na terça-feira, contra a Espanha, na mesma Barcelona que 20 anos antes o Dream Team encantou a todo mundo), mas é, na mesma capital Catalã, o encontro das duas últimas campeãs olímpicas. A partir das 16h30 (o Sportv2 promete transmitir), argentinos e norte-americanos medem forças no Palau Sant Jordi (na foto, o time de Coach K posou na frente do Museu de Arte Catalã, que fica ali pertinho).

Vale a pena olhar com atenção principalmente esta Argentina. Perdeu do Brasil, sem Manu Ginóbili, é verdade, aqui em Foz do Iguaçu, e na última sexta-feira levou uma sacolada da Espanha por 105-85 em uma peleja que chegou a estar perdendo por 29. Os hermanos são experientes, mas pode ser que para o sprint final da geração dourada falte gás, falte pernas para acompanhar o ritmo frenético a que o basquete atual está submetido.

E para um time lento, como o platense, nada pior do que os Estados Unidos pela frente. Como disse Manu em sua página oficial no Facebook, os EUA são o time do pesadelo, e parar, de uma só vez, Kobe, LeBron, Chris Paul e companhia não é das tarefas mais fáceis. Vale ver, também, como os norte-americanos jogarão contra um time que tem um craque reconhecido na NBA (Ginóbili), outro excepcional (Luis Scola) e um histórico de duas vitórias recentes em competições classe A (Mundial-2002 e Olimpíadas-2004).

Vai ver o jogo? Mais um show dos EUA a caminho? Comente!

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Fala, Leitor: Silvio Filho mostra que resultados recentes dos EUA credenciam Brasil

O leitor Silvio Filho enviou um texto para a seção “Fala, Leitor” bacana demais. Ele puxou os jogos dos EUA desde 2006 e mostra a evolução brasileira sob o comando de Rubén Magnano. Conta aí, Silvio!

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O Brasil de Magnano e a Teoria da Evolução
Por Silvio Filho

Acho que o resultado de segunda-feira foi muito bom. Contra o time principal dos EUA levar 11 pontos é para poucos, eu pensei. Aí fiquei curioso, fui procurar os resultados americanos e encontrei no site da USA Basketball todos os resultados desde 2006 (com as estrelas da NBA). Por incrível que pareça o Brasil, com exceção da Espanha (quase um empate técnico) e Grécia “somente” porque ganhou deles uma vez, é um dos times que melhor joga contra os EUA nos últimos seis anos. Vamos a alguns números:

Foram 53 jogos disputados pelos Estados Unidos desde 2006, com 52 vitórias e apenas uma derrota (01/09/2006) na semifinal do mundial do Japão-2006 para a Grécia. Desde este dia já são 40 vitórias consecutivas. Nesses 40 jogos as 10 menores diferenças de pontos foram as seguintes:

  ADVERSÁRIO DIFERENÇA PRÓ-EUA COMPETIÇÃO
1 Espanha 1 ponto Amistoso 2010
2 Brasil 2 pontos Mundial 2010
3 Rússia 10 pontos Mundial 2010
4 Brasil 11 pontos Amistoso 2012
4 Espanha 11 pontos Final Olímpica de 2008
4 Austrália 11 pontos Amistoso 2008
7 Lituânia 15 pontos Mundial 2010
8 Argentina 15 pontos Pré-Olímpico Américas 2007
8 Argentina 15 pontos Disputa do bronze no Mundial 2006
10 Lituânia 16 pontos Amistoso 2010

 

TOTAL DE JOGOS DESDE 2006 53 JOGOS as 10 menores diferenças

ADVERSÁRIO DIFERENÇA PRÓ-EUA COMPETIÇÃO
1 Grécia GANHOU DE 6 PONTOS Mundial 2006 (Única derrota em seis anos)
2 Espanha 1 ponto Amistoso 2010
3 Brasil 2 pontos Mundial 2010
4 Brasil 4 pontos Amistoso 2006
5 Itália 9 pontos Mundial 2006
6 Rússia 10 pontos Mundial 2010
7 Brasil 11 pontos Amistoso 2012
7 Espanha 11 pontos Final Olímpica de 2008
7 Austrália 11 pontos Amistoso 2008
7 Porto Rico 11 pontos Mundial 2006

 

O Brasil aparece três vezes nesse quesito. Outra coisa legal de ver é como nossa defesa melhorou.

MENORES PLACARES DOS AMERICANOS DESDE 2006 (53 JOGOS)

ADVERSÁRIO PONTUAÇÃO DOS EUA COMPETIÇÃO
1 Brasil 70 Mundial 2010
2 Lituânia 77 Amistoso 2010
3 Brasil 80 Amistoso 2012
4 Turquia 81 Mundial 2010
5 Alemanha 85 Mundial 2006
6 França 86 Amistoso 2010
6 Espanha 86 Amistoso 2010
8 Austrália 87 Amistoso 2008
7 Grécia 87 Amistoso 2010
7 Irã 88 Mundial 2010

 

De novo o Brasil aparece no topo desse quesito e das três melhores defesas contra os americanos no últimos tempos 2 foram do Brasil. Claro que são situações e períodos diferentes com diferenças de elenco e espírito de disputa. Mas pelos números da historia recente deu pra ver que o resultado de segunda-feira foi muito bom. Não é fácil tomar apenas 80 pontos dos americanos (somente em 17 jogos eles levaram mais de 80 pontos – 32%), o que se explica a dificuldade do nosso ataque em algumas ocasiões.

Esses números me deixaram entusiasmado para as Olimpíadas. Este texto serve somente como questão de comparação com as outras equipes, embora saiba que cada time encare o jogo contra os americanos com táticas diferentes. Mas o mínimo que esses números mostram é o potencial do Brasil e que temos condições de encarar os melhores do mundo fazendo jogo duro. Temos, sim, que seguir com essa postura pois o caminho em Londres pode nos levar a uma medalha.

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