Bala na Cesta

Arquivo : Dirk Nowitzki

Dallas cresce, vence três seguidas e ameaça oitava posição do Lakers no Oeste
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Fábio Balassiano

Na semana passada escrevi aqui que a briga final pelas últimas colocações do Oeste ficaria entre Houston, Lakers e Utah, né. E muita gente contestou: “Bala, mas e o Dallas?”. Achei que os caras não conseguiriam chegar, não teriam forças para buscar uma oitava colocação de conferência. E aí o que aconteceu? Os texanos começaram a vencer, óbvio (e se começarem a perder a partir de hoje vocês vão me zoar, eu sei, mas é mais forte do que eu).

Já são três vitórias seguidas (a última, na prorrogação por 109-102, contra o Clippers na terça-feira) e 9-3 nos últimos 12 jogos. O time, que tinha 25-32 no começo de março, tem agora 35-36, está mais vivo do que nunca na briga pela última vaga do Oeste (já colou no Utah Jazz e está a apenas dois jogos do Lakers, o oitavo colocado e que agora tem que lidar também com a ausência de Ron Artest/Metta World Peace, lesionado no joelho) e pronto para ficar com campanha positiva pela primeira vez na temporada desde 21 de novembro de 2012.

A receita do time, que hoje enfrenta o Indiana Pacers em casa no confronto do técnico Rick Carlisle contra sua ex-equipe, passa pelo sucesso recente de Dirk Nowitzki (20 pontos, 8,3 rebotes e 54% nos chutes nos últimos dez jogos) e pelo crescimento surpreendente do veterano armador Mike James (10,4 pontos, 5,1 assistências e boa condução do ritmo do time – foto à direita), além das subidas de produção de Shawn Marion na defesa e em OJ Mayo no ataque.

Os Mavs têm time bem razoável, provavelmente fariam menos feio que os Lakers contra Spurs ou Thunder nos playoffs, jogam justamente contra os angelinos na próxima terça-feira fora de casa e estão bem preparados para este fim de temporada.

Dirk Nowitzki disse que só faria a barba novamente quando seu time chegasse aos 50% de aproveitamento. Acho que ele já pode preparando o barbeador para sonhos um pouco mais altos. Os Mavs chegarão no primeiro objetivo do alemão, gênio de bola. A questão maior que fica é será que a vaga nos playoffs também vem? Comente!


Duas temporadas depois de decisão, Dallas e Miami jogam hoje em momentos distintos
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Fábio Balassiano

No dia 12 de junho de 2011, Jason Terry anotou 27 pontos, Dirk Nowitzki somou outros 21 e o Dallas Mavericks venceu o Miami Heat por 105-95 para fazer 4-2 na final da NBA e conquistar o seu primeiro (e até então único) troféu da liga. Exatos 600 dias se passaram, e hoje as duas franquias voltam a medir forças na Flórida. E em momentos pra lá de diferentes.

No ano seguinte, LeBron James conquistou o seu sonhado título com o Miami, amadureceu horrores (não parece mais a criança que, ao lado de Dwyane Wade, brincou com a gripe de Nowitzki) e neste ano tem jogado uma barbaridade (já são 29 jogos seguidos com 20 ou mais pontos, maior sequência dos últimos 20 anos na NBA, e uma média que beira o triplo-duplo com 26,3 pontos, sete assistências e 8,4 rebotes). Se isso já é muito, imagina um elenco que já era forte, há dois anos, com Ray Allen e Rashard Lewis vindo do banco de reservas. Este é o Miami Heat de 2012-2013, com 21-8 (sete vitórias nos últimos dez jogos e líder no Leste).

Do outro lado estará um Dallas Mavericks cada vez mais em reconstrução e em baixa. Com 13-19 e seis derrotas nos últimos sete jogos (a única vitória veio ontem, na capital dos EUA, contra o Washington por 103-94), os texanos tiveram a volta do craque Dirk Nowitzki há quatro jogos, mas o resultado em quadra ainda não tem sido visto (desde que o alemão voltou, a diferença média nas derrotas foi de incríveis 22,5 pontos e em todos com 105 ou mais pontos sofridos). Os Mavs tentaram, é verdade, reforçar o time com OJ Mayo, Elton Brand, Derek Fisher (que já se foi) e Chris Kaman, mas parece muito claro que Mark Cuban precisa mesmo é abrir o cofre no final desta temporada para fazer dos últimos anos de Dirk na NBA (o cara já tem 34 anos) algo menos sofrido.

Pouco tempo passou, mas os cenários são bem diferentes para os dois últimos campeões da NBA. Em quadra a partir das 22h30 desta quarta-feira (de Brasília). Embora a lógica não seja muito amiga do esporte, é bem improvável que Nowitzki consiga ajudar os Mavs a bater os Heat nesta noite. Alguém não aposta na vitória do Miami na noite de hoje?


San Antonio Spurs atropela Dallas Mavericks no dia do retorno de Dirk Nowitzki às quadras
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Fábio Balassiano

E Dirk Nowitzki voltou às quadras. Depois de se recuperar de cirurgia no joelho, o alemão, craque de bola, jogou na noite de domingo seu primeiro jogo na temporada 2012/2013.

E, bem, não foi bem uma estreia como ele gostaria – ou merecia. Atuando em San Antonio, o Dallas viu sua estrela maior atuar por 20 minutos e anotar oito pontos, mas levou uma surra daquelas de dar gosto. O placar final diz tudo: 129-91 (36-14 no terceiro período e cinco Spurs com 14 ou mais pontos – Tiago Splitter, que teve cinco pontos e sete rebotes, não está entre eles). Foram 20 bolas de três por parte dos donos da casa, batendo o recorde da franquia em arremessos longos.

Com 12-16, resta saber se Dirk terá força para levar o Dallas aos playoffs (creio que sim) e se conseguirá ir além disso. OJ Mayo tem jogado muitíssimo bem (apesar dos seis erros na noite de hoje, ele tem 19,8 pontos e é uma grata surpresa para quem saiu de Memphis sem que a franquia brigasse muito para mantê-lo), mas não há muito mias para onde correr, não.

Será que o alemão consegue? Comente!


Na Contagem Regressiva, alemão Dirk Nowitzki aparece mostrando todo o seu talento
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Fábio Balassiano

O alemão Dirk Nowitzki, do Dallas Mavericks, é um dos melhores estrangeiros a atuar na NBA. Craque consagrado com o título de dois campeonatos atrás em cima do Miami, ele foi pedido para estar aqui na Contagem Regressiva por Marco Tulio, leitor do blog. Fala, Marco!

“Acho que já está na hora de uma menção especial a esse fantástico jogador, um dos melhores estrangeiros da história da NBA. Confesso que sou muito fã dele pelas qualidades do seu jogo, arremesso certeiro, habilidade para se livrar dos oponentes e aquele “pulinho” para trás seu que geralmente é fatal. Tudo isso junto é difícil de se encontrar devido ao seu tamanho e ao seu jogo mais lento e cadenciado. Esse cara merece demais depois da injusta crítica contra ele depois da derrota para o Miami Heat nas finais de 2006, e a sua volta por cima contra o mesmo Heat em 2011 levando o time nas costas e garantindo assim seu único titulo de campeão e MVP da finais. Acho que ele não jogará por muito mais tempo, portanto precisa ser reverenciado ainda em atividade”

Abaixo vídeos do alemão!

O CHUTE CERTEIRO NO JOGO 2 CONTRA O MIAMI NA FINAL DE 2011

 

OS 50 PONTOS E 12 REBOTES NA FINAL DO OESTE DE 2006

 

CONTRA O ORLANDO, UM POUCO DE SUA ARTE


Clica aí: as melhores jogadas dos últimos dias na NBA
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Fábio Balassiano

Como vocês devem saber, este escriba aqui estava sem internet há três dias (foi quase como me tirarem chocolate e batata frita). Mas agora está tudo melhorando. Selecionei alguns vídeos muito legais sobre os últimos dias na NBA. Vamos dar uma olhada?

Na quinta-feira, Derek Fisher jogou pela primeira vez como um Thunder em Los Angeles, contra os Lakers. Venceu o jogo por 102-93, marcou sete pontos, mas o mais bacana foi a recepção. Clica aí



Na sexta-feira, Chris Paul deu uma mãozinha salvadora para os Clippers vencerem o Portland em Los Angeles.

 

Também na sexta-feira Dirk Nowitzki mostrou a Hedo Turkoglu com quanto talento se faz um arremesso decisivo. Olhem quanta técnica do alemão (reparem nos pés).

Durante a semana, o Oklahoma jogou contra o Portland. Olhem o que Serge Ibaka fez com Nicolas Batum.

Faltou alguma? Diga aí na caixinha!


Rodada de hoje da NBA tem reedição da final de 2011 e duelo entre Kobe Bryant e Kevin Durant
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Fábio Balassiano

Quinta-feira animada esta na NBA, hein. Em Los Angeles, os Lakers fazem um confronto pra lá de interessante contra o Oklahoma City Thunder (confesso que estou curioso para ver como Ron Artest, o famoso Metta World Pierce, marcará Kevin Durant, e como Serge Ibaka tentará minar Pau Gasol com seu jogo físico no garrafão). É o duelo entre o time que foi e que quer continuar sendo muito bom e a franquia que quer se tornar vencedora. Do jeito que as coisas caminham, a segunda possibilidade é bem mais forte. Ah, e será a primeira vez que Derek Fisher jogará no Staples Center vestindo a camisa do Oklahoma. Imagino que a salva de palmas será imensa.

Mas, de verdade, Thunder x Lakers não é O jogo da noite, não. Às 21h (de Brasília), com direito a um correspondente de peso deste blog no ginásio (meu irmão estará na American Airlines Arena), o Miami recebe o Dallas Mavericks na reedição da final da temporada passada. Pouca coisa mudou nos Heat, que continuam baseando tudo em LeBron James e Dwyane Wade (o que é péssimo), embora o jogo tenha um ponto emblemático para o Miami: depois de perder duas seguindas em dígitos duplos pela primeira vez desde que o trio se juntou, vencer um rival bem conhecido depois de dois dias de folga tem lá o seu valor.

Já o Dallas Mavericks mudou demais – e para pior. A campanha de 29-22 fala muito pouco sobre um elenco instável pacas (é impressionante como há sequências de vitórias e derrotas na temporada – e sem explicação “lógica” alguma) e cujas médias despencaram em relação à temporada passada: para ficar em dois exemplos, o ataque, que produzia 100,2 por partida, agora só faz 95,1, e o jogo de passes parece não fluir tanto – as 23,8 assistências caíram para 21,2.

Os Mavs perderam muito com as saídas de JJ Barea, Caron Butler, DeShawn Stevenson e Tyson Chandler, e os que chegaram pouco acrescentam (Vince Carter, Delonte West e Lamar Odom, que demonstra uma falta de comprometimento terrível desde que foi trocado pelo Los Angeles Lakers por duas mariolas mordidas). Tanto é assim que o jovem Rodrigue Beaubois tem ganho cada vez mais espaço na rotação (28,8 minutos nas últimas dez partidas) de uma franquia que inspira pouquíssima confiança para os playoffs embora não falte talento.

Quem será que vence os grandes jogos desta noite? Lakers x Thunder e Heat x Mavs? Comente na caixinha!


Alto-falante: Dirk Nowitzki diz que não merecia ser convocado para o All-Star Game
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Fábio Balassiano

“A verdade é que não mereço jogar o All-Star Game. Fazendo 15, 16 pontos, acho que não tenho feito por onde. Além disso, há jovens que têm jogado muitíssimo bem, como LaMarcus Aldridge (Portland) e Kevin Love (Minnesota). Eles merecem participar do evento. Há muitos jogadores talentosos em minha posição, e agora estou mais concentrado em recuperar a minha forma física e técnica do que em qualquer outra coisa”

A frase é de Dirk Nowitzki, craque de bola, atual MVP das finais da NBA e dez vezes All-Star da liga. A declaração foi dada na segunda-feira, mas mesmo assim o alemão foi convocado.

De todo modo, Dirk reconheceu a má fase (seus 17,2 pontos são os piores números desde a sua temporada de estreia), a falta de pontaria (45,5%, a segunda pior de seus 13 anos na NBA) e coloca seu “posto” de reserva no All-Star Game completamente à disposição.

E você, concorda com ele? Comente na caixinha! Ah, a caixinha de comentários voltou ao seu formato antigo. É mole, mole de comentar. Vai lá!


Dallas e Oklahoma reeditam a final do Oeste em condições diferentes
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Fábio Balassiano

Oklahoma x Dallas Mavericks é o grande jogo da rodada na NBA (começa às 23h, de Brasília). Os dois times fizeram a final do Oeste na temporada passada (4-1 pros texanos), mas agora o momento é absurdamente outro: os Thunder estão voando (3-0 – venceu a peleja contra o Memphis, nesta quarta-feira, por 98-95 com 32 pontos de Kevin Durant), jogando uma bola redondinha, enquanto os Mavs têm tido dificuldades incríveis neste começo (duas derrotas seguidas, em casa, e jogando um basquete sofrível contra Miami e Denver).

Será, também, mais uma chance de vermos em quadra dois dos melhores jogadores da atualidade. Kevin Durant pelos donos da casa de um lado. Do outro, o irritadiço Dirk Nowitzki, que ainda não está em forma, é verdade, mas que pode começar a ligar a máquina a partir de quinta-feira. Além disso, será um maravilhoso duelo entre os armadores Russell Westbrook e Jason Kidd, cujos estilos são bem diferentes (o primeiro é mais, digamos, chutador; o segundo, mais cerebral).

É um jogo de temporada regular, é um jogo de começo de temporada, eu sei disso tudo, mas é bom lembrar de uma coisinha: como a fase regular é curta, qualquer vitória em confronto direto pode ser importante na definição do mando de quadra, fator absolutamente importante na pós-temporada. Se o Dallas precisava de mais algum motivo para acordar no campeonato, acho que não precisa mais. O Oklahoma é, na minha opinião, o favorito no Oeste, e batê-los faria muito bem para os texanos iniciarem uma sequência vitoriosa na NBA.

Quem será que vence a partida de hoje, hein?


Mais fraco, campeão Dallas tenta manter o título no Texas confiando em Nowitzki
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Fábio Balassiano

Engraçado, né. Passou a pré-temporada e quase ninguém falou do Dallas Mavericks. Foi assim no playoff passado quase todo, e pelo visto isso não vai mudar. A diferença é que agora trata-se do atual campeão da NBA. E campeão que vem bastante modificado para a temporada que começa hoje justamente contra o Miami, time vencido nas finais que consagraram Dirk Nowitzki e companhia.

Do time que começou a partida número 6 contra o Miami no dia 12 de junho de 2011, não estão mais em Dallas o porto-riquenho JJ Barea (o time sentirá muito a falta dele – podem anotar!) e Tyson Chandler (Knicks). No banco também não ficaram Peja Stojakovic (aposentado), Corey Brewer e DeShawn Stevenson (Nets), isso sem falar em Caron Butler, que, lesionado, não jogou o fim da temporada e se mandou para os Clippers há um mês. Além deles, Rudy Fernandez foi contratado, mas diretamente trocado para o Denver. Muita mudança, não?

Chegaram Lamar Odom, Sean Williams, Vince Carter e Brandan Wright, é verdade, mas a verdade pra mim é uma só: o time é mais fraco do que o que foi campeão há seis meses. Perde-se muito com a saída de Barea (a velocidade que ele imprimia após o primeiro drible no ataque será muito sentida), com a ausência defensiva de Tyson Chandler (Haywood vai sofrer com as comparações…) e com a nulidade de Vince Carter na marcação. Por outro lado, a experiência, a versatilidade e a explosão física de Odom será ótima para um elenco que precisava ser mesmo mais físico.

De todo modo, o maior “ativo” dos Mavs ainda está lá. É Dirk Nowitzki (foto), craque da franquia que vem descansado para esta temporada. E vamos combinar que quem tem Nowitzki já tem muita coisa, não? Sobrou, literalmente e mais uma vez, nas mãos do alemão pra decidir.

Será que ele repete o feito da temporada passada?


Alto-falante: Dirk Nowitzki já pensa em jogar na Europa durante locaute
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Fábio Balassiano

“Para ser sincero eu esperava que com a presença do mediador (George Cohen) alguma coisa boa iria acontecer. Infelizmente, pelo que estamos sabendo, nada evoluiu e isso é muito triste. Se não houver novidade, volto para casa com meu treinador e sigo treinando na Alemanha. Caso o locaute continue até janeiro, fevereiro, aí vou ser obrigado a jogar em algum clube para não perder a temporada completamente. Já estou pensando nisso”

A frase é de Dirk Nowitzki, MVP das últimas finais e craque do Dallas Mavericks. Ele era um dos que diziam não querer jogar na Europa durante o locaute, pois queria se preservar e treinar com seu técnico particular (Holger Geschwinder), mas agora, prevendo uma paralisação acentuada, já começa a pensar em atuar na Europa. Vale lembrar que nenhuma reunião marcada para esta semana ainda.