Bala na Cesta

Arquivo : Demétrius

Com 2-1 na série, Limeira joga contra Pinheiros em casa por inédita classificação no NBB
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Fábio Balassiano

Limeira e Pinheiros vão fazendo até aqui uma das séries mais equilibradas do mata-mata do NBB. Na verdade, apenas Paulistano x Basquete Cearense também permanece viva (os paulistas venceram ontem por 89-85 e empataram em 2-2, deixando a decisão da vaga para sexta-feira em Fortaleza). Com 2-1 na série, o time do interior de São Paulo pode se classificar paras as quartas-de-final caso vença o atual campeão da Liga das Américas logo mais, às 20h, no ginásio Vô Lucatto. Caso consiga avançar, será uma classificação inédita (o campeão paulista de três temporadas atrás jamais venceu um duelo playoff) para a equipe limeirense.

Veja mais informações no quadro abaixo.

Para vencer, o time do técnico Demétrius precisará muito dos dois rapazes que o cercam na foto deste post – os armadores Ronald Ramon e Hélio, que vêm fazendo ótima série até aqui (25,5 pontos e 6,3 assistências para a dupla que parece se completar cada vez mais em quadra.

Do outro lado estará um Pinheiros “machucado” (Márcio Dornelles, o “capitão” da defesa está fora) mas ainda acreditando em uma reviravolta na série. Lucas Dias, uma das revelações do basquete brasileiro, foi muitíssimo bem na vitória por 93-82 na segunda-feira com 12 pontos e cinco rebotes. Shamell, que já jogou em Limeira, tem jogado bem (19,6 pontos, 5,6 rebotes e 4,3 assistências), mas para o time da capital vencer um maior equilíbrio defensivo e menos exagero nos três pontos será necessário. Para vocês terem uma ideia, no confronto o time de Cláudio Mortari arremessou 106 vezes de dois e 81 de três (35 x 27 na média), mas nos dois duelos mais recentes houve mais bolas de longe (33 x 32 e assustadores 36 x 19 no jogo 3).

O que será que acontece logo mais em Limeira? Será que o time da casa consegue sua primeira classificação no NBB? Comente!


Limeira joga bem, vence Pinheiros de novo e fica a um jogo das quartas-de-final do NBB
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Fábio Balassiano

Por Bruno Mesquita, direto de São Paulo (SP)

A derrota por 95-82 sofrida na tarde deste domingo, no ginásio Poliesportivo Henrique Villaboim, complicou de vez a situação do Pinheiros, que viu Limeira abrir 2 a 0 no confronto para ficar a apenas uma vitória da próxima fase do NBB. Assim como a primeira, Limeira venceu de maneira incontestável, dominando o placar o tempo inteiro. Outro fato que se repetiu em relação a primeira partida é que novamente cinco jogadores de Limeira marcaram 10 ou mais pontos: Hélio (25 e 8 assistências – foto à direita), Ronald Ramon (15), Fernando Mineiro (13), Diego (18) e Daniel Alemão (10, com mais 10 rebotes).

As equipes entram em quadra para o jogo 3 da série já nesta segunda, às 19 horas, no mesmo Poliesportivo Henrique Villaboim em São Paulo.

O jogo começou nervoso e quando Limeira começou abrir vantagem Cláudio Mortari pediu tempo. De nada adiantou, pois o Pinheiros não conseguia escapar da marcação extremamente agressiva e competente do adversário. O placar de 26 a 11 a favor dos visitantes mostrou bem a diferença nos primeiros minutos.

No segundo quarto, Pinheiros viu que precisava igualar seu oponente na disposição defensiva, e dessa forma conseguiu encostar no placar (43 a 38 ao final do período). Os jogadores de Limeira que jogavam bem começaram a ficar pendurados em faltas (o que irritou muito sua torcida) e isso também colaborou.

A caminho dos vestiários, Paulinho expôs as dificuldades que sua equipe estava sentindo: “Não estamos encontrando o ritmo de jogo. No primeiro quarto novamente perdemos por uma diferença grande e é ruim ficar correndo atrás. No segundo quarto jogamos melhor, muito por conta da torcida também e agora precisamos de mais energia e não entrar nesse lance de arbitragem”. Demétrius também fez sua análise: “A chave para vencer é a defesa. A partir do momento em que bobeamos, o Pinheiros complicou um pouco o jogo. Se conseguirmos manter nessa margem (de 36 pontos por tempo) é o ideal”.

O terceiro período foi parecido com o primeiro, com domínio de Limeira. Hélio invadia o garrafão, pontuava, distribuía assistências sem grandes dificuldades e foi fundamental para que sua equipe pudesse abrir novamente grande vantagem.

A dedicação de Limeira para marcar era tanta que no último quarto, mesmo com 19 pontos de vantagem, os jogadores estavam correndo para o combate de quadra inteira. Shamell (cestinha da equipe com 18 pontos) tentou liderar Pinheiros a uma reação na base do jogo individual num final de jogo alucinante (no sentido de correria), mas já era tarde demais. Limeira se manteve firme e garantiu a vitória por 95-82.

Ao final, Daniel Alemão mostrou-se contente com a vitória que veio como uma forma de redenção: “Estamos fazendo uma boa defesa. Temos consciência de que ficamos devendo muito na fase de classificação. Nos unimos mais, treinamos muito e consequentemente melhoramos nossa defesa”.


Com roubada no fim, Bauru vence clássico contra Limeira novamente nos últimos segundos
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Fábio Balassiano

Por Rafael Placce, direto de Bauru (SP)

Antes de começar a falar do jogo, gostaria de falar um pouco da rivalidade entre Bauru e Limeira, que são duas cidades com muita tradição no basquete paulista e suas equipes formam uma das rivalidades mais intensas do NBB (inclusive acho que a Liga explora muito mal as rivalidades entre Bauru, Franca, Limeira e São José). Sempre que os dois times se enfrentam, o bicho pega e isso já havia ocorrido quatro vezes durante a temporada. Limeira foi o time responsável pela quebra da invencibilidade bauruense no Campeonato Paulista, 75-72, na última bola. No segundo turno, Bauru passou o carro 86 – 63, mas aí veio a final dos Jogos Abertos do Interior e Limeira venceu por 93–78, na Panela lotada. Bauru sentiu o golpe e começou o NBB 5 muito mal. A vingança veio no primeiro turno, em Limeira, com a vitória bauruense, também na última bola, por 84–82.

Na tarde deste sábado o roteiro não foi muito diferente. Jogo tenso, nervoso, brigado e novamente decidido nos últimos segundos. Liderados por Ricardo Fischer (20 pontos, sete rebotes e seis assistências) o Paschoalotto/Bauru venceu por 83–82 o time de Limeira, que teve como destaques o armador Hélio (17 pontos e sete assistências) e o pivô Guilherme Hubner (17 pontos e sete rebotes).

O jogo não teve muita variação durante os três primeiros períodos e seguia bastante equilibrado.  As equipes jogavam de duas formas completamente diferentes, porém eficientes. Enquanto Bauru dependeu muito dos lances individuais (por várias vezes quando a bola caía na mão da primeira opção ofensiva, os outros quatros jogadores não davam sequência na jogada e permaneciam parados, o que forçava o jogador com a bola se virar para criar seu arremesso), Limeira rodava muito bem a bola até achar um buraco criado por algum erro na rotação defensiva bauruense. Esse erro geralmente era dos pivôs, e foi aí que Guilherme Hubner deitou e rolou.  Além disso, Bauru sofreu muito com os rebotes no primeiro tempo, mas depois do intervalo conseguiu equilibrar a tábua.

O quarto período foi o mais fraco tecnicamente, com as duas equipes errando muito. Bauru errou um pouco menos e conseguiu chegar com seis pontos de vantagem faltando 1:30 para o fim do jogo, mas aí Diego guardou uma bola de três para Limeira. Na sequência, Colemam forçou um arremesso e perdeu a bola, no contra ataque, Ronald Ramon deixou tudo igual com outra bola de três, 79 -79 faltando 0:56. Bauru finalmente conseguiu marcar em dois lances livres de Ricardo Fischer. Na jogada seguinte Andrezão (mais uma vez entre os cinco que terminaram o jogo) conseguiu roubar a bola de Hélio, Ricardo Fischer anotou mais dois, Diego ainda converteu mais uma bola de fora, mas o cronômetro zerou em seguida e não havia tempo para mais nada.

Limeira conhece sua 17ª derrota no campeonato, oito delas por menos de quatro pontos e está na 12ª colocação, com uma vitória a mais que o Mogi, 13º. Bauru chega a sua vitória de número 19 e divide a 3ª posição junto com o Uberlândia.


O vice-campeonato da Sub18 na Copa América e as lições de conquistas passadas na base
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Fábio Balassiano

Terminou ontem a Copa América Sub18 de São Sebastião do Paraíso (MG). Como era esperado, o Brasil perdeu para os favoritos EUA por 81-56 e terminou com o vice-campeonato (além dos dois finalistas, Argentina e Canadá fecham os americanos que vão para o Mundial Sub19 da República Tcheca). Não vou me ater a nomes agora, embora seja atraente demais falar sobre Deryk, Lucas Fumacinha, Danilo, Lucas Dias etc., porque acho que o grande trunfo deste time foi justamente o conceito implantado pelo técnico Demétrius.

Se não dá para avaliar o sistema do treinador da Sub18 pelos números (foram apenas cinco jogos, muito pouco), fácil é desvendar o que se passa na cabeça de Demétrius como técnico. Tarado por defesa e comprometimento, essas foram as chaves do time que chegou a final ontem. Ponto para ele, ponto para o grupo que acreditou no (bom) discurso do treinador. Mas, e sempre há um porém, vocês sabem bem, histórias de sucesso nas divisões de base falam muito pouco sobre o futuro dos meninos, e meninas, nas categorias adultas.

Da seleção brasileira vice-campeã mundial Sub21 feminina em 2003, apenas Érika vingou no altíssimo nível (Europa e WNBA). O time de Neto que foi quarto colocado no Mundial sub19 da Sérvia em 2007 teve Paulão e Betinho como destaques, mas ambos, como se vê cinco anos depois, não foram muitíssimo longe.

Indo um pouco mais próximo, do time que foi vice-campeão da Copa América Sub18 há dois anos e nono no Mundial Sub19 ano passado, Raulzinho conseguiu uma transferência para o exterior, Cristiano Felício segue em evolução na seleção brasileira que está no Sul-Americano, Lucas Bebê luta por minguados minutos na Espanha e os demais não têm muito espaço. Na feminina que foi bronze no Mundial do Chile, Damiris, um fenômeno, é titular da seleção adulta, Tássia pode integrar o time olímpico, mas as outras dez sofrem para conseguir atuar em times adultos na ainda pequena LBF.

Ou seja, e acho que não é necessário repetir isso aqui sempre: ir bem na base é ótimo, mas não garante nada quando o bicho realmente pega, na categoria adulta. Primeiro porque os próprios clubes meio que “boicotam” os jovens no adulto, apostando no produto certo, no veterano que já sabe alguma coisa e que não precisa ser muito ensinado. Depois porque os próprios jovens por vezes saem do país para sonhos irreais, sem ter estrutura (emocional, técnica e física) para isso. E por fim, porque o mercado interno é pequeno, quase diminuto mesmo (com a criação da segunda divisão do LNB esta situação pode melhorar um pouco, e eu espero que no feminino mais clubes surjam para as meninas jogarem o quanto antes).

Por isso, mais do que nunca, é torcer para que a CBB siga investindo nestes jovens meninos, dando-lhes condições para chegar a profissionalismo sem tantos sustos (não dá pra pensar que sendo a Sub19 a última seleção de base o trabalho da Confederação termina, né), e que LNB e clubes sentem e conversem com a entidade máxima sobre como fazer com que a transição base-adulta seja menos traumática, para dar mais resultados aos formadores e, claro, aos atletas.

Parabéns a Demétrius e atletas, mas espero que a felicidade da conquista não se torne glória única na carreira destes jovens que têm tudo para vingar em grandes palcos.


Brasil leva susto, mas vence México na abertura da Copa América Sub-18 masculina
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Fábio Balassiano

Foi um susto no começo. O Brasil levou 23-9 no primeiro período da Copa América Sub18 masculina que está sendo disputada em São Sebastião do Paraíso (MG), mas conseguiu se recuperar bem (fez 23-15 no segundo quarto), bateu o México por 79-69 e largou bem na competição que garante quatro vagas no Mundial Sub19 de 2013.

Lucas Dias, com 16 pontos, 12 rebotes e +19 no +/- (ele foi o MVP no Jordan Classic, lembram?), Deryk Ramos (19 pontos) e Arthur Pecos (15) foram os grandes destaques do time, que cometeu 17 erros e teve aproveitamento ruim dos três pontos (5/23), mas soube superar um primeiro período ruim para vencer um jogo importante.

Amanhã o time de Demétrius enfrenta as Ilhas Virgens, e se vencer já garante vaga no Mundial (os dois primeiros de cada chave se classificam). Acompanhou o jogo? Comente na caixinha!


Campeão, Demétrius comenta a conquista da Sub17
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Fábio Balassiano

Ontem à noite consegui enfim conversar com Demétrius após a conquista do Sul-Americano Sub17 (vitória contra a Argentina por 74-48 – a primeira em decisões de torneios da categoria de base desde 2006). No papo, falamos, claro, sobre a conquista da equipe e também sobre a filosofia de trabalho dele, que também conquistou um título Paulista (em 2010, em sua temporada de estreia, por Limeira). Confiram a entrevista (se o áudio estiver baixo, por favor me desculpem).


Vale o caneco no Sul-Americano Sub17
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Fábio Balassiano

Pelo Sul-Americano Sub-17 de Cúcuta, na Colômbia, a Argentina venceu ontem os donos da casa por 60-53 e fará neste sábado (19h) a final contra o Brasil, que fez 57-39 contra o Equador para fechar a primeira fase na primeira colocação. Brasileiros e argentinos já estão classificados para a Copa América Sub-18 de 2012. Colombianos e uruguaios disputam a terceira e última vaga.

Se é bem verdade que título em divisão de base vale menos do que a formação de atletas, também é fato que o basquete brasileiro precisa de um troféu nas categorias inferiores com os rapazes – e um troféu contra a Argentina tem um peso ainda maior, vamos combinar. Por isso o jogo desta noite é importantíssimo para o time de Demétrius, que ainda não sabe se contará com o armador Deryk, de Limeira, que tenta se recuperar de lesão no tornozelo.

Que a seleção brasileira mantenha a cabeça no lugar e faça uma boa partida. Adoraria dizer o clichê “vitória é consequência”, mas hoje ele (o clichê) vale muito pouco. Para o basquete brasileiro o troféu seria muito, muito bacana. Caso consiga, Demétrius sobe mais alguns degraus em sua escala para se tornar um técnico de alto nível.

Será que o Brasil enfim bate os hermanos em uma decisão sul-americana? Comente na caixinha!


Novato, Demétrius leva seleção ao 1° triunfo contra Argentina em 2011
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Fábio Balassiano

Com apenas uma temporada de experiência em clubes (em Limeira, onde se sagrou campeão Paulista) e estreando em competições internacionais como técnico, Demétrius Ferracciú completou 38 anos esta semana (17 de julho) comandando a seleção brasileira no Sul-Americano de Cúcuta, na Colômbia. Tinha vencido todos os adversários até ontem, quando o Brasil enfrentaria a Argentina, rival até então invencível (para o país) no ano (leia mais aqui). Mas a invencibilidade platina terminou nesta quinta-feira.

Sem contar com o armador Deryk (lesionado), o Brasil contou com 17 pontos de Arthur Pecos, um duplo-duplo de Lucas Dias (13 pontos e 11 rebotes), 15 rebotes ofensivos e 19 erros dos rivais para vencer a Argentina por 56-51, se classificar para a final da competição (aguardo o vencedor do duelo entre a própria Argentina e a Colômbia nesta sexta-feira para saber o adversário na decisão) e de quebra garantir vaga na Copa América/Pré-Mundial de 2012. Para fechar a primeira fase, o time mede forças hoje com o Equador.

Pode não parecer muita coisa, mas é a primeira vitória contra um rival histórico e cuja fase é bem melhor que a do Brasil e mostra que Demétrius está em um ótimo caminho. Conversei com ele ontem, e a serenidade que o caracterizava em quadra está lá, intacta. Os conceitos que ele aprendeu com Hélio Rubens principalmente (defesa, jogo coletivo e aplicação excessiva), também. O país parece ganhar um grande técnico pros próximos anos.


A chance derradeira
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Fábio Balassiano

Pode não parecer, até porque o site da Confederação Brasileira inacreditavelmente não fala nada a respeito (desde o dia 24 de junho não há informação da equipe), mas hoje começa o Sul-Americano Sub-17 para a seleção brasileira. Em Cúcuta (Colômbia), a equipe de Demétrius estreia contra o Paraguai neste sábado (às 19h de Brasília será a partida) em busca de uma das três vagas na Copa América Sub-18 em 2012.

Mas não é só isso. Demétrius e seus jogadores buscam o que nenhuma outra seleção masculina conseguiu em 2011: vencer a Argentina nas divisões de base em partidas oficiais. Em três jogos, três dolorosas derrotas: a primeira na decisão do Sul-Americano Sub-15 por 77-70, a segunda na Copa América Sub-16 de Cancún, no México (o revés por 85-77 tirou do Brasil a chance de disputar o Mundial em 2012), e a última no Mundial Sub-19 (o triunfo platino por 71-69 eliminou os brasileiros da competição). Para completar, a própria seleção Sub-17 perdeu um amistoso para os grandes rivais por 66-61 na fase de preparação.

Faltam informações (nem o elenco completo foi divulgado pelo site da CBB – uma lástima!), mas o time conta com bons valores: destaque para a dupla de armadores formada por Arthur Pecos e Deryk, e os jovens Lucas Silva (13,8 pontos e 10,2 rebotes na Copa América Sub-16) e Luiz Felipe Ricci (10,6 pontos e quatro assistências na mesma competição). Que Demétrius e os jovens tenham sorte e primeiramente conquistem a vaga. Se conseguirem derrubar a hegemonia dos hermanos em 2011, ainda melhor.


A explicação de Demétrius
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Fábio Balassiano

Conversei há alguns minutos com Demétrius pela internet, e ele me explicou os motivos da comissão técnica para cortar o jovem Dimitri Sousa da Sub-17.

- O Dimitri foi cortado porque não conseguiu mostrar seu melhor basquete – que era o que esperávamos. Não realizou bons treinos tanto na parte ofensiva quanto na defensiva, e fisicamente estava abaixo dos demais. Até ele mesmo se irritava com os próprios erros, percebia que não estava bem.

Eu não sou louco de cortar um jogador que poderia nos dar um título, ainda mais no momento em que estamos. Não existia esse negócio de titular, pois nos quatro jogos que fizemos entramos com quintetos diferentes. Na parte disciplinar, teve problemas com outros jogadores, mas deixo bem claro que não foi por isso que ele deixou de integrar o grupo.