Bala na Cesta

Após sucesso deste ano, Jogo das Estrelas de 2018 continuará em São Paulo
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Fábio Balassiano

Fotojump / LNB

Como disse no texto anterior, o Jogo das Estrelas de 2017 foi um sucesso absoluto. Mais de 10 mil pessoas no ginásio, inúmeros patrocinadores associando suas marcas ao NBB, ex-atletas sendo homenageados, festa na quadra e muito mais. E o blog antecipa uma novidade: o evento de 2018 também será em São Paulo. A informação foi confirmada por João Fernando Rossi, presidente da Liga Nacional de Basquete.

EVENTO BALA NA CESTA EM SP– 27/03

''Queremos continuar ativando São Paulo e por isso vamos manter o evento por aqui. É a maior cidade do país e estamos muito satisfeitos com o que tivemos no Ibirapuera. Tivemos um desafio imenso realizar o que nos propusemos, mas deu muito certo. Creio que fomos bem acima do esperado. Foi um divisor de águas não no basquete, mas no esporte brasileiro. Este domingo foi um marco para nós'', contou Rossi.

Caio Casagrande / LNB

Nascido e criado na cidade, Rossi não escondeu a empolgação com o resultado do evento, mas sabe que para 2018 a Liga Nacional terá que se superar para fazer uma festa ainda melhor do que a que foi vista neste domingo.

''Agitar a cidade de São Paulo, com o basquete daqui, ver quase 4 mil crianças no ginásio foi gratificante. Empresas, investidores, amantes da modalidade, imprensa, todos muito empolgados e com parte e interna e externa sendo ativados. Isso é excelente. Só que agora temos como dever de casa ver o que pode ser melhorado e partir da próxima semana já pensar em como fazer o Jogo das Estrelas do NBB, o décimo da nossa história, da melhor maneira possível em 2018'', concluiu.


Impecável, Jogo das Estrelas ratifica NBB e cria novo padrão de eventos esportivos no país
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Fábio Balassiano

Antes do Jogo das Estrelas do NBB eu disse aqui que esperava que o evento posicionasse a Liga Nacional de Basquete no topo do país. Eu errei. O que vimos no Ibirapuera neste domingo foi além disso. Muito além.

EVENTO BALA NA CESTA EM SP– 27/03

Em espetáculo impecável do começo ao fim, o Jogo das Estrelas comprovou que a turma da Liga Nacional é diferente, em termos de gestão, administração e apreço a novidades, do que vemos nos demais esportes do país. Continuará errando no dia a dia, mas seu saldo é absurdamente positivo e toda a evolução que vimos nos nove anos desde a sua criação acabaram fazendo com que o Jogo das Estrelas de 2017 criasse um novo padrão de qualidade para eventos no Brasil. Foi tudo tão lindo, correto, bem cuidado, caprichoso que só nos restou aplaudir. E nem abordo a parte técnica da coisa, não, hein. Venceram Tyrone (Mogi, Desafio de Habilidades), Jefferson (Bauru, Torneio de 3 Pontos), Bennett (Pinheiros, Enterradas) e NBB Mundo (Shamell o MVP). Falo pela parte do entretenimento. Aqui meus destaques:

1) União de todas as gerações -> Problema crônico do basquete nos últimos anos, pela primeira vez eu vi todas as gerações do esporte em um mesmo espaço. Bicampeões do mundo (Wlamir, Succar, Moises e Amaury), jogadores do Sírio e Monte Líbano (Israel, Maury, Marcel, Cadum etc.), dirigentes, técnicos, ídolos acima de qualquer suspeita (Oscar Schmidt, Magic Paula e Hortência) e tudo mais estavam no local. E felizes. Todos, sem a menor exceção, foram homenageados. Saíram do Ibirapuera certamente muito felizes com a reverência da Liga Nacional e do público.

2) Show do Jota Quest -> Fico com as palavras de Rogério Flausino em entrevista exclusiva a mim no final do incrível espetáculo de sua banda: ''Eu sabia que ia ser legal, mas foi muito mais legal do que eu imaginava. Nunca vi uma interação entre música e esporte tão engendrada quanto eu vi hoje. Muito legal, muito legal''. Creio que não precise falar mais nada. Os mineiros colocaram a plateia para pular, cantaram seus hits e empolgaram demais o Ibirapuera. Primeira vez que houve um show do intervalo no Jogo das Estrelas, e a Liga Nacional acertou em cheio na atração.

3) Procura por ingressos e celebridades -> Todo evento bom é concorrido. Logo que cheguei ao ginásio (08h15) vi muita gente procurando ingresso. Quando entrei, uma série de famosos que fazem a imagem do basquete sair de sua própria bolha. Adriane Galisteu (foto), Pedro Scooby (surfe), Emicida (cantor), Lucarelli (vôlei), Thiago Braz (salto com vara) etc. Todos impressionados com a qualidade do espetáculo e animadíssimos com a festa. Todos com milhões de seguidores em suas redes sociais. Pensem na progressão geométrica de posts deles em Twitters, Facebooks e Instagrams. Quanto mais isso acontecer, mais a modalidade passará a ideia de ser cool, descolada.

4) Ginásio lotado -> Foram mais de 10 mil pessoas no Ibirapuera. Em um domingo de manhã. Em um jogo de festa. Sem nenhum time de massa na cidade. Prova que o trabalho da Liga Nacional é excepcional e surtiu efeito. Destes 10 mil, 40% eram de crianças que muito provavelmente tiveram seu primeiro contato em um ginásio na tarde de ontem. Assim se formam novos fãs, torcedores, atletas e consumidores. O clima no Ibirapuera estava indescritível. São Paulo tem uma história na modalidade e creio que o Jogo das Estrelas deste domingo a reacende. Muita gente comentou comigo que houve fila imensa na entrada, mas eram 10h15, quando efetivamente começaram as atrações do Desafio de Habilidades, e o local já estava bem cheio.

5) Torneio de Enterradas -> Vencido pelo norte-americano Bennett, do Pinheiros, foi bem disputado e com um confronto animadíssimo no final entre o ganhador e Gui Deodato, o Batman, de Bauru. É o ''prato'' mais aguardo do cardápio do Jogo das Estrelas e foi muito de ótima qualidade.


Com Ibirapuera lotado e show do Jota Quest, Jogo das Estrelas posiciona NBB no topo do país
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Fábio Balassiano

Mais de 10 mil pessoas lotarão a partir das 10h o emblemático ginásio do Ibirapuera neste domingo em São Paulo para assistir a nona edição do Jogo das Estrelas do NBB. Mas não só isso. Aqueles que sairão de suas casas rumo a grande festa do basquete brasileiro poderão presenciar também os motivos pelos quais o NBB está conseguindo alcançar outro patamar no esporte nacional.

Além do excepcional trabalho prévio de marketing / comunicação que fez os ingressos se esgotarem com antecedência incrível, cabe destacar o que a Liga Nacional reserva para este domingo de março na maior capital da América Latina. Os dois times da atração principal principal (NBB Brasil x NBB Mundo) jogarão com camisas fazendo referência aos tradicionais Sírio e Monte Líbano, que lotaram ginásios na cidade nas décadas de 70 e 80, haverá uma série de homenagens a grandes personagens da modalidade e um show da popular banda Jota Quest no intervalo do Jogo das Estrelas.

Além do Jogo das Estrelas, cujos quintetos titulares serão formados por Marquinhos, Olivinha, Marcelinho, Alex e Giovannoni no NBB Brasil e Rodgers, Shamell, Tyrone, David Jackson e Rollins no NBB Mundo, haverá o Desafio de Habilidades, o Desafio de Enterradas (Jhonathan, que entra no lugar do lesionado Mogi), Bennett, Gui Deodato e Danilo Fuzaro participam), o Concurso de Três pontos (Duda, o atual campeão, Marquinhos, Shamell, David Jackson, Jefferson Willian e Deryk Ramos) e o Jogo das Celebridades.

Atrações de alto nível para colocar de uma vez por todas o NBB no patamar mais alto do país quando falamos em gestão esportiva.


Com muito entretenimento e foco no social, Jogo das Estrelas abre programação neste sábado
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Fábio Balassiano

Começa hoje em São Paulo a intensa programação do Jogo das Estrelas do NBB (e com o blog presente – fiquem de olho nas redes sociais para atualizações a cada instante). Hoje, na verdade, é a programação oficial, porque desde quinta-feira os atletas estão fazendo algo bem importante e que nem sempre é realizado por aqui: ações sociais. Os jogadores visitaram a Associação Parque Cocaia, os atletas do Magic Hands (basquete em cadeira de rodas) e no Projeto Passe de Mágica.

A partir deste sábado as atrações acontecem no complexo do Ibirapuera. E todas absolutamente grátis. Quem não conseguiu ingresso para a já esgotada festa deste domingo pode aproveitar para se divertir nos stands abertos nos espaços fora do ginásio.

Há entretenimento para todos os gostos no espaço Joga Junto, o mote oficial da Liga Nacional de Basquete, na Casa Sky, onde haverá a partir das 15h uma clínica com o armador Fúlvio, e, claro, a eliminatória para o Desafio de Habilidades a partir do meio-dia e com transmissão ao vivo para todo Brasil durante o Globo Esporte.

Participam da seletiva o pivô do Caxias do Sul Arthur Bernardi, Alexey (Franca), Betinho (Campo Mourão), Cafferata (Liga Sorocabana), Davi Rossetto (Basquete Cearense), Dawkins (Vitória), Fúlvio (Brasília), Georginho (Paulistano), Holloway (Pinheiros), Kendall (Macaé), Olivinha (Flamengo), Palacios (Vasco) e Tyrone (Mogi).

Vale a pena ficar de olho neste fim de semana de Jogo das Estrelas em São Paulo. A Liga Nacional de Basquete tem conseguido aliar incrivelmente bem os lados de entretenimento, social e esportivo, prometendo tornar inesquecíveis estes dias na maior capital da América Latina.


Lakers joga R$ 100 milhões no ‘lixo’ e afasta 2 maiores salários por motivo curioso: perder
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Fábio Balassiano

Um movimento até certo ponto inesperado de Magic Johnson, novo manda-chuva do Los Angeles Lakers, surpreendeu muita gente que acompanha a NBA essa semana. Com pouco mais de um mês no cargo, Magic não titubeou e colocou Luol Deng e Timofey Mozgov na lista de inativos da franquia. Isso significa dizer que Deng e Mozgov, os dois maiores reforços do time para este campeonato e que recebem juntos US$ 34 milhões em 2016/2017 (mais de R$ 105 milhões), os maiores salários da equipe, estão fora da temporada.

EVENTO BALA NA CESTA EM SP – 27/03

E Magic faz isso por um motivo bem curioso: o outrora glorioso Lakers precisa perder muitos e muitos jogos até o final da fase regular para ter um futuro mais animado do que os últimos anos, quando venceu apenas 58 vezes nos 222 jogos disputados nos três campeonatos mais recentes.

O movimento é condenável, porque no esporte jogar para perder é terrível, mas tem explicação: colocando os atletas mais jovens para jogar até o final da temporada a franquia de Los Angeles, que hoje possui a campanha de 20 vitórias em 68 partidas, a segunda pior de toda NBA, tem menos possibilidade de ganhar jogos e, por consequência, mais chance de manter a sua escolha no próximo Draft.

Devido às últimas negociações do Lakers, o time só terá chance de escolher jogador no próximo Draft, que é considerado um dos melhores dos últimos anos, caso tenha as posições 1, 2 e 3. Caso não esteja no Top-3, a escolha cairá no colo do Philadelphia 76ers. Ter uma das piores campanhas da temporada portanto aumenta a chance do time de Los Angeles para manter o seu pick protegido no sorteio que é realizado após o término da fase regular da NBA.

Contratados no começo da temporada por Mitch Kupchak, gerente-geral demitido para a chegada de Magic Johnson recentemente, Luol Deng e Timofey Mozgov são dois dos mais experientes do jovem elenco do Lakers. O ala, camisa 9, tinha 7,6 pontos em 26,5 minutos por jogo. O pivô russo, campeão ano passado com o Cleveland Cavs, 7,4 em 20 minutos por noite.

Resta, agora, o suspense para saber o que acontecerá com a dupla que tem a receber US$ 100 milhões (mais de R$ 300 milhões) até 2020.


Sob nova direção, Atletas reprovam contas da CBB pela 1ª vez e avisam: ‘Estamos atentos’
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Fábio Balassiano

Na eleição de semana passada da Confederação Brasileira de Basketball uma postura em particular chamou a atenção. Foi a da Associação de Atletas (AAPB), que ajudou a eleger o agora presidente Guy Peixoto e que logo depois teve a coragem de, ao contrário dos demais eleitores de Guy, reprovar as endividadas contas da CBB de 2016.

Para uma Associação que sob o comando de Guilherme Giovannoni, atleta de Brasília, aprovava sempre os desmandos financeiros de Carlos Nunes (foi assim por quatro anos consecutivos) e chancelava uma gestão tenebrosa como a dele foi uma surpresa e tanto a mudança de postura. E ela (a mudança) atende pela mudança na presidência da Associação.

EVENTO BALA NA CESTA EM SÃO PAULO – 27/03

Saiu Giovannoni e entrou Guilherme Teichmann (indicado pelo antecessor inclusive). Pivô do Pinheiros e dono de senso crítico acima do normal, o jogador de 33 anos anos e seu vice, Bruno Fiorotto (do Vasco), adotou uma postura muito menos contemplativa e começou a sua gestão dando um recado claro: ''A reprovação destas contas manda um recado de que estamos atentos à próxima gestão''.

O blog conversou com a Teichmann de forma exclusiva e as respostas do presidente da Associação chamam a atenção pela clareza e sobretudo por uma forma bem diferente de ver a situação do basquete brasileiro.

BALA NA CESTA: Gostaria que você explicasse o voto em Guy Peixoto. O que pesou para que a Associação votasse nele e não no outro candidato?
GUILHERME TEICHMANN: Nosso voto foi baseado nos compromissos que o candidato assumiu. Entre eles, um plano de governo emergencial para os 100 primeiros dias visando reverter a suspensão imposta pela FIBA ao basquete brasileiro. Consideramos isso prioridade. A criação da Universidade do Basquete é outro compromisso que nós acreditamos que pode impactar muito no futuro da modalidade, capacitando técnicos, árbitros, dirigentes e jogadores.
A maioria dos atletas consultados por mim citou o perfil gestor do Guy Peixoto e o planejamento apresentado por ele como a melhor opção para solucionar os problemas que a CBB enfrenta e liderar um futuro mais organizado da Confederação. Por isso, cobraremos uma gestão competente e responsável. Outro fator que influenciou muito foram os grandes nomes do basquete que se colocaram ao lado do Guy, como Amaury Pasos, Hélio Rubens e Marcel, por exemplo. Pelo respeito e admiração que temos por essas pessoas que fizeram a historia do nosso esporte, esse apoio tinha que ser levado em consideração.

BNC: Um fato que chamou a atenção positivamente foi a reprovação das contas, algo que não acontecia com a antiga gestão anterior da Associação. Como foi o processo de reprovação das finanças de 2016 da gestão passada da CBB?
TEICHMANN: Nós atletas estamos muito insatisfeitos com a situação financeira da CBB. Nos últimos anos a Confederação recebeu um valor considerável de dinheiro, mesmo assim não honrou suas obrigações e dívidas foram criadas. A reprovação destas contas manda um recado de que estamos atentos à próxima gestão.

BNC: Qual o recado que a Associação quis deixar nesta eleição? O de que a gestão mudou e que agora todos serão mais cobrados?
TEICHMANN: Nosso recado é que confiamos no projeto, mas que estaremos atentos e cobrando. Faremos o que estiver ao nosso alcance para melhorar o nosso esporte e as condições de trabalho dos atletas. Nós atletas precisamos ser mais participativos e ativos nesse processo. Um bom exemplo para nós foi justamente o resultado da eleição da CBB. O apoio dos atletas, ex-atletas e técnicos foi muito importante para o resultado do pleito.

BNC: O que podemos esperar desta nova gestão liderada por você e pelo Bruno Fiorotto, pivô do Vasco?
TEICHMANN: Nossa missão é que os atletas participem mais. Nos esforçaremos por uma maior interação entre jogadores de times diferentes para solucionar problemas em comum. Também queremos diminuir a distância entre os atletas e quem comanda nosso esporte. Uma marca importante da nossa gestão será mostrar a preocupação que já existe por parte de nós, atletas, com as comunidades. Queremos fortalecer a imagem do jogador de basquete como um personagem importante e um influenciador dentro da sua comunidade. Vamos promover mais ações sociais. Inclusive já estamos fazendo algumas e acho que vale a pena usar o espaço para detalhar. Na última semana fizemos doação de cestas básicas através dos jogadores dos times de São Paulo para moradores de uma favela que foi vítima de incêndio.

BNC: Como foi o processo de comunicação de você para com os demais atletas da Associação? Eles apoiaram a decisão de votar no Guy Peixoto?
TEICHMANN: Falamos por telefone e mensagens. A decisão do voto da AAPB foi baseada nessas conversas.
Tentei me comunicar com o máximo de atletas, mas é claro que faltou conversar com muitos. Esse processo de comunicação dos atletas também é uma das coisas que precisamos melhorar. Estamos analisando qual será a melhor plataforma para isso.


Baixinho do Boston, Isaiah Thomas supera Kobe e LeBron e é o mais decisivo do século na NBA
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Fábio Balassiano

Não tem pra Kobe Bryant, LeBron James, Kevin Durant ou Russell Westbrook. O jogador que tem a melhor média de pontos em últimos períodos da NBA nos últimos vinte anos é Isaiah Thomas, craque baixinho do Boston Celtics. Veja a lista abaixo:

Armador de 1,75m do Boston Celtics, cuja história de vida e carreira foi contada aqui recentemente, o camisa quatro tem incríveis 9,9 pontos de média em quartos períodos em 2016/2017 da NBA, superando em 0,3 a Westbrook, que tem 9,6 pontos nos 12 minutos finais das partidas também nesta temporada. Sua performance assustadora nos derradeiros momentos das partidas leva a tradicional franquia verde a ótima campanha de 42-25, a segunda melhor da conferência Leste, e é a melhor deste século XXI.

EVENTO BALA NA CESTA EM SÃO PAULO – 27/03

Conhecido por seu ''instinto assassino'' para os momentos decisivos, Kobe Bryant aparece na lista das dez maiores médias em últimos períodos com surreais quatro participações (único atleta a ter múltiplas marcas neste sentido). Kobe teve 9,5 em 2006/2017, a terceira maior pontuação dos últimos 20 anos, quando este tipo de índice passou a ser medido, e também figura com o feitos obtidos em 2012/2013, 2006/2007 e 2004/2005.

Considerado o melhor jogador da atualidade, LeBron James teve 9,1 pontos nos últimos períodos em 2007/2008. Dwyane Wade, Kevin Durant e Tracy McGrady também figuram na lista.

No vídeo abaixo é possível ver uma performance extraordinária de Isaiah, que no dia 30 de dezembro do último ano anotou surreais 29 pontos nos 12 minutos finais e liderou os Celtics a uma importante vitória contra o Miami Heat.


Podcast: mico da NBA com Warriors x Spurs, Jogo das Estrelas do NBB e eleição na CBB
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Fábio Balassiano

No programa dessa semana falamos muito sobre o mico da NBA envolvendo a parida Spurs x Warriors. A liga tem como fazer alguma coisa para evitar a frustração dos fãs do ginásio e também de casa? Falamos também sobre o Jogo das Estrelas do NBB, que promete um espetáculo de entretenimento com direto a show do intervalo do Jota Quest e tudo. Por fim, explicamos o que a chegada de Guy Peixoto a CBB significa.

EVENTO BALA NA CESTA EM SÃO PAULO – 27/03

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Sem time, Varejão e Huertas têm menos de um mês para encontrar nova franquia na NBA
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Fábio Balassiano

Dois únicos brasileiros sem time na NBA, Anderson Varejão e Marcelinho Huertas, recentemente dispensados de respectivamente Golden State Warriors e Houston Rockets, têm menos de um mês para encontrar um novo clube para atuar na temporada 2016/2017 da NBA.

EVENTO BALA NA CESTA EM SÃO PAULO – 27/03

De acordo com as regras da liga, todos os jogadores que tiveram seus contratos rescindidos até o primeiro dia de março podem assinar com outras equipes até 12 de abril, data em que se encerra a fase regular da NBA. É o caso dos dois atletas. Varejão saiu do Warriors em 4 de fevereiro. No dia 26 de fevereiro foi a vez de Huertas, que havia sido trocado do Los Angeles Lakers para o Houston Rockets, ser dispensado pela franquia texana.

De forma realista, a situação de Huertas e de Anderson Varejão não é confortável. O armador não foi bem no Lakers nos dois últimos anos e foi trocado para o Houston, onde acabou não ficando. Com carreira de sucesso na Europa, Marcelinho parece não ter caído nas graças dos dirigentes e dos técnicos da NBA e não tem atraído a atenção no mercado atualmente. Dono de trajetória de sucesso na melhor liga do planeta, Anderson teve seu nome cogitado duas vezes recentemente em Cleveland, por onde atuou por mais de uma década antes de se transferir para o Golden State em 2016. Na primeira os Cavs assinaram com o australiano Andrew Bogut, que se machucou com um minuto de jogo em sua estreia. A franquia de Ohio foi ao mercado, o brasileiro estava disponível, mas o escolhido foi Larry Sanders, pivô ex-Bucks.

Pensando pelo lado otimista da coisa, dá pra lembrar o caso de Dahntay Jones, que ano passado também estava no mercado de jogadores disponíveis e foi contratado simplesmente pelo Cleveland Cavs. A franquia de Ohio apostou na força de marcação do ala, lhe deu um contrato mínimo e fez de Jones um campeão da NBA ao final da temporada de 2016.

Restam menos de 30 dias para os dois conseguirem algum time na NBA.


Jogo das Estrelas do NBB fará bela homenagem a Monte Líbano e Sírio neste domingo
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Fábio Balassiano

Com todos os ingressos vendidos, o Jogo das Estrelas do NBB acontece no próximo domingo no ginásio do Ibirapuera em São Paulo. Será recheado de atrações, como a da banda Jota Quest (mais aqui), e uma homenagem pra lá de especial.

A Liga Nacional de Basquete prepara justa reverência a Esporte Clube Sírio e Clube Atlético Monte Líbano, dois times que marcaram época na capital paulistana nas décadas de 70 e 80.

Os clubes estarão representados no duelo entre NBB Brasil e NBB Mundo. A equipe brasileira vestirá a cor azul do Monte Líbano, vice-campeão do mundo em 1985, enquanto que a legião estrangeira usará o vermelho do Sírio, campeão Mundial de Clubes em 1979 no mesmo ginásio em que será realizada a festa de 2017.

Além das agremiações, a Liga Nacional também homenageará os atletas que fizeram parte destas históricas equipes e nomes como Marcel, Pipoka, Marquinhos Abdalla, Cadum Marcelo Vido, Dodi e Eduardo Agra estarão no Ibirapuera. Todos eles receberão placas comemorativas em relação às expressivas conquistas durante a grande festa do basquete brasileiro.

O histórico título do Sírio, que tinha Oscar, Marcel e Marquinhos no elenco, em 1979 veio depois de uma incrível vitória no Ginásio do Ibirapuera contra o Bosna Sarajevo, da antiga Iugoslávia, por 100 a 98. Além do Mundial, o Sírio se firmou ainda mais como potência ao faturar sete títulos nacionais e oito Sul-Americanos. Já o Monte Líbano conquistou cinco nacionais (entre 1982 e 1987), sendo os quatro últimos de maneira consecutiva. Neste período, o clube paulistano foi vice-campeão mundial em 1985, após ser derrotado pelo anfitrião Barcelona na grande final. Os grandes responsáveis por esta época áurea foram Cadum, Israel, Pipoka, Maury e Marcel, o único a atuar pelas duas equipes.