Bala na Cesta

Categoria : Da Prancheta

Denver não joga bem, mas vence Sixers no fim a chega a 14 vitórias seguidas na NBA
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Fábio Balassiano

Não é só o Miami que tem uma sequência de vitórias incrível na NBA, não. E não é só o Miami que sofreu um bocado para mantê-la nesta semana (vide o que aconteceu contra o Cleveland na quarta-feira). Na noite de ontem, no Colorado, o Denver Nuggets defendia uma invencibilidade de 13 jogos contra o fraco Philadelphia 76ers em casa.

Jogo tranquilo, tinha tudo pra ser. né. Mas sem o titular Ty Lawson (Wilson Chandler e Mozgov tampouco atuaram) os Nuggets dormiram no ponto. Deixaram o rival abrir vantagem, viram Danilo Gallinari ter uma noite terrível (3/10 nos chutes, 7 erros) e estavam a ponto de ver a série de vitórias ser quebrada.

Até que o técnico George Karl “apelou”. Olhou para o banco e chamou Corey Brewer (foto à direita) e Anthony Randolph, dois jogadores tão talentosos quanto inconstantes. E não é que deu certo? Perdendo por cinco com 15 segundos por jogar, Brewer, que terminou com 29 pontos (melhor marca de sua carreira) matou uma de três, viu Evan Turner errar os dois lances-livres, sofreu falta em um chute longo e virou o jogo com três lances-livres seguidos. Na posse de bola final, os Sixers tentaram o arremesso, mas Randolph deu um toco sensacional em Damien Wilkins e garantiu a vitória de 101-100, mantendo viva a invencibilidade dos Nuggets.

Abaixo com os melhores momentos, e insisto neste ponto: George Karl merece muitos aplausos pelo trabalho que vem fazendo com os Nuggets (seu sorriso no final da peleja ontem, como que dizendo, “eu apostei em dois caras que ninguém dá nada e vejam só o resultado…”, foi lindo”), e o time, que não perde em casa desde 14 de janeiro, tem tudo para decolar nos playoffs com seu jogo de velocidade e força física (méritos para Andre Iguodala na defesa também!).


Melhor da NBA, Heat vencem Indiana, chegam a a 18ª seguida – quando eles perderão?
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Fábio Balassiano

18 - É o número de vitórias consecutivas do Miami Heat, melhor time da temporada 2012-2013 na NBA com 47-14. Em jogo que terminou há alguns segundos, na Flórida, LeBron James nem precisou estar tão inspirado (13 pontos, sete assistências e seis rebotes, além de quatro erros) para que a equipe batesse, com facilidade, o Indiana Pacers por 105-91. Dwyane Wade (23 pontos e seis roubos), Chris Bosh (24 pontos) e Mario Chalmers (26 pontos e cinco bolas de três) foram muitíssimo bem.

A pergunta que fica, agora, é: quando é que o Miami Heat, único time da NBA a ter vencido os outros 29 times nesta temporada, vai perder? Atenção aos próximos jogos: Atlanta (casa), Sixers (fora), Bucks (F), Raptors (F), Celtics (F), Cavs (F), Pistons (F), Bobcats (F), Magic (F), Bulls (F), Hornets (F), Spurs (F), Knicks (C), Bobcats (F), Sixers (C) e Bucks (C). Como vocês podem ver, não é um calendário tão dificil, não, e eu parei justamente no duelo contra o Milwaukee no dia 9 de abril. E sabem por quê? Porque, caso a sequência se vitórias se mantenha intacta, seria nesta data que o Miami bateria o recorde história do Los Angeles Lakers (1971-1972) de 33 vitórias seguidas.

Será que eles têm força pra chegar lá? Quando será que a invencibilidade do Miami cai?


Em dois jogos, Maranhão Basquete levou mais de 11 mil pessoas ao ginásio na LBF
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Fábio Balassiano

11.717 - É o público somado dos dois jogos do Maranhão Basquete na Liga de Basquete Feminino até aqui (média de 5.858). Sei que são apenas duas partidas (contra o Sport-PE, na estreia do campeonato, e na segunda-feira contra o São José), mas o Maranhão tem índice que impressiona em um basquete cada vez mais em baixa no país, e mostra que é possível remar contra a maré da falta de investimento e organização que impera na modalidade por aqui. Ponto para os torcedores de São Luís, que têm lotado o ginásio Castelinho quase sempre desde a edição passada da LBF.

Para se ter uma noção do tamanho da média de torcedores que o time de Iziane tem, ela é duas vezes maior que a apresentada por Mogi das Cruzes (2.208), líder no quesito no (já mais organizado e sedimentado) NBB e três vezes maior que a de Franca (1.800) e Flamengo (1.500), dois dos mais tradicionais times do país.

Mesmo assim nem tudo são flores, obviamente. Conforme reportagem aqui do UOL ontem na segunda-feira havia as (famosas e sempre presentes) goteiras e o campeonato é curto demais. Serão mais dois, três, no máximo quatro jogos no Castelinho, e fico me perguntando se a diretoria da LBF fez algumas contas de público, de projeção de público principalmente em Americana, São Luís e Recife, locais em que os ginásios têm ficado cheios, para não prolongar o certame por pelo menos mais um tunro.

É o panorama do basquete feminino atual, infelizmente, mas é bacana demais olhar que há localidades que ainda não desistiram da modalidade. É a hora de CBB e LBF sentarem juntas, marcarem território nestas cidades e aumentar a popularidade do basquete das meninas de uma vez por todas. Não sei, sinceramente, se há esporte amador no país que tenha, em um campeonato, média superior a cinco mil pessoas, não.


Da Prancheta: Kobe Bryant chega ao sexto jogo seguido com 30 ou mais pontos
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Fábio Balassiano

6- São os jogos seguidos de Kobe Bryant com 30 ou mais pontos na NBA. O último veio ontem, quando o ala teve 34 na vitória do Los Angeles Lakers por 111-98 contra o Philadelhia 76ers (a partida foi exibida pelo site da NBA para o Brasil de graça pela internet). Ele se juntou a Michael Jordan e Kareem Abdull-Jabbar como os únicos atletas com 34 ou mais anos a atingir a sequência.

A campanha angelina agora está em 11-14, e agora são três dos próximos cinco jogos em casa para fechar o ano. “Zerar” a campanha já seria um baita lucro para quem esteve tão mal assim.

Será que Kobe, chutando 47% e com 29 pontos de média, consegue transformar seus pontos em vitórias para seu time? Comente!


New York Knicks vence Miami Heat por 20 pontos fora de casa – e sem Carmelo Anthony
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Fábio Balassiano

20 - Foi a diferença de pontos da vitória do New York Knicks contra o Miami Heat na noite de ontem, na Flórida (112-92). O time de Mike Woodson não contou com Carmelo Anthony, machucado, mas conseguiu o triunfo na casa do rival, chegando a ótima campanha de 14-4 (líder do Leste).

Com segundo tempo magistral (59-39) e ótima atuação de Raymond Felton (27 pontos e sete assistências – na foto ao lado de Jason Kidd), os Knicks passaram o carro em cima do Miami, que viu LeBron James quase conseguir novo triplo-duplo (31 pontos, dez rebotes e nove assistências), mas Chris Bosh (3/12) e Dwyane Wade (3/13 e quatro erros) em noite desastrosa.

A pergunta que fica é: este Knicks tem fôlego e força para brigar por título do Leste contra este Miami Heat, a quem já venceu duas vezes nesta temporada? O time tem marcado bem, jogado coletivamente e mostrado muita cabeça para decidir mesmo não jogando tudo o que pode em uma noite (como foi contra o Charlotte nessa semana). Será que eles podem sonhar alto?

Caixinha aberta para os comentários de vocês!


Em nova derrota do Cavs, Varejão consegue 9º duplo-duplo seguido
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Fábio Balassiano

17+18 – Foram os pontos e rebotes de Anderson Varejão na noite de ontem em mais uma derrota do Cleveland (desta vez para o Detroit fora de casa por 89-79).

Foi o nono duplo-duplo seguido do pivô brasileiro (e o nono com a absurda marca de pelo menos rebotes), cada vez mais cotado para jogar o All-Star Game nesta temporada e agora com 15,2 pontos e 15,4 rebotes de média no campeonato.

Incrível o que vem fazendo o cabeludo, hein!


Brilhante novamente, Anderson Varejão ajuda Cleveland a vencer Clippers em Los Angeles
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Fábio Balassiano

15+15 - Foram os pontos e rebotes do brasileiro Anderson Varejão (foto) na noite de ontem (ele ainda teve três roubos e ótima defesa). Ele foi fundamental para o seu time, o modesto Cleveland Cavs, bater o Los Angeles Clippers por 108-101 na Califórnia para “zerar” a campanha após quatro partidas (2-2 agora). Além dele, brilharam o calouro Dion Waiters (28 pontos) e o armador titular Kyrie Irving (24 pontos e dez assistências).

Varejão tem, agora, a absurda média de 14 pontos e 15 rebotes na temporada. É cedo (são só, repito, quatro jogos), mas o basquete que ele tem jogado é absurdo, é muito acima do que ele já apresentou em outros anos. É torcer para que sua forma física continue assim, porque se ano passado ser um All-Star bateu na trave, do jeito que as coisas andam nesta temporada não escapa.

Será que o brasileiro chega lá?


Pivô Abi Olajuwon tem estreia discreta em vitória de Ourinhos na semifinal do Paulista
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Fábio Balassiano

4+8 - Foram os pontos e rebotes da norte-americana Abi Olajuwon, maior reforço de Ourinhos para a temporada, em sua estreia na noite de hoje em partida vencida pela sua equipe contra São José fora de casa na abertura da semifinal do Paulista feminino de basquete por 63-60 (o jogo deve ter sido fraco em termos técnicos, já que houve 31 desperdícios de bola e inacreditáveis 27 erros nas 35 tentativas de arremessos de três pontos). Filha de Hakeem, lenda da NBA, a pivô jogou pouco mais de 18 minutos na sua primeira partida em solo brasileiro.


Iziane tem estreia tímida, e Mystics perdem mais uma na WNBA
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Fábio Balassiano

4 - Foram os pontos da brasileira Iziane Castro Marques agora há pouco na sua estreia pelo Washington Mystics. O resultado, porém, não foi dos melhores. O Mystics perdeu por 83-68 para o Indiana Fever, somou a terceira derrota seguida (5-19 ao todo) e viu sua situação, em termos de classificação para os playoffs se complicar ainda mais.

Iziane esteve em quadra por 17 minutos, acertou dois de seus quatro arremessos e cometeu dois erros. Deve ganhar mais tempo de quadra nas próximas partidas.

Tags : Iziane WNBA


Pontuação de hoje é a 14ª pior da história olímpica do basquete masculino brasileiro
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Fábio Balassiano

Fiquei curioso com a pontuação brasileira na tarde de hoje e fui pesquisar. Os 67 pontos do time de Rubén Magnano entram para a história como a décima-quarta pior marca de uma seleção nacional desde que o relógio dos 30 segundos passou a valer (1956).  Só lembrando: hoje o relógio é de 24 segundos (mais ataques acontecem, portanto) e há a linha de três pontos. Confira abaixo a lista completa.

  1. Brasil 47 x 53 União Soviética (1964)
  2. Brasil 50 x 58 Peru (1964)
  3. Brasil 52 x 64 Bulgária (1956)
  4. Brasil 53 x 86 Estados Unidos (1964)
  5. Brasil 53 x 70 União Soviética (1968)
  6. Brasil 54 x 61 Estados Unidos (1972)
  7. Brasil 60 x 53 México (1968)
  8. Brasil 61 x 54 Finlândia (1964)
  9. Brasil 62 x 64 União Soviética (1960)
  10. Brasil 63 x 90 Estados Unidos (1960)
  11. Brasil 63 x 64 Cuba(1972)
  12. Brasil 63 x 75 Estados Unidos (1968)
  13. Brasil 65 x 76 União Soviética (1968)
  14. Brasil 67 x 62 Grã-Bretanha (2012)