Bala na Cesta

Categoria : Alto-falante

Após críticas por jogo 1 apesar do triplo-duplo, LeBron James rebate: ‘Já fiz mais e perdi’
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Fábio Balassiano

“Já sei, já sei o que você vai dizer. Que eu poderia ter feito mais, né. Então. Eu já fiz mais e também perdi jogos e séries. Lembro-me que, quando estava em Cleveland, nas finais de conferência de 2009 contra o Orlando, eu fiz mais de 36 pontos de média (38,5 pontos, 8,3 rebotes e 8 assistências, pra ser mais exato). Gostaria de poder ter feito mais naquela série também, mas não pude. Eu não pude. Eu faço o que é melhor para o time. Mas nem sempre o que é melhor para o time resulta em vitórias. Simplesmente é o que consigo fazer em quadra. Nem sempre sai tudo perfeito”

A declaração, dada ontem em ótima entrevista coletiva em Miami, é de LeBron James, que mesmo com triplo-duplo no jogo 1 (18 pontos, 18 rebotes e 10 assistências), foi criticado por ter chutado pouco (16 arremessos na partida que abriu a série). Eu, sinceramente, não consigo entender muito bem estas críticas a um cara que termina com um TD em uma partida contra uma das melhores equipes de toda NBA (e olha que já critiquei LeBron demais).

Nem eu, e pelo visto nem Gregg Popovich, que foi para a coletiva depois de James. Lá, ele disse o seguinte: “Ele é um jogador crescido, maduro, formado. Ele não precisa que nenhum de vocês (jornalistas) digam a ele o que ele tem que fazer. Se ele passa, vocês dizem que ele precisava ter arremessado. Se ele chuta, vocês falam que ele deveria ter tocado a bola. A opinião de vocês não vale nada para ele, e não deveria valer nada mesmo. Fico feliz que ele tenha se desenvolvido, aprendido o jogo como ele é. É um baita jogador”, afirmou Pop.

Concorda com algumas das críticas a LeBron? Ou considera exagero? Só lembrando: o cara terminou com triplo-duplo em uma partida final de NBA (o terceiro de sua carreira, e o segundo seguido – ele agora só está atrás de Magic Johnson, que tem oito em finais). Comente!


Sempre polêmico, Dennis Rodman diz: ‘LeBron James seria apenas mediano na década de 90′
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Fábio Balassiano

“Acho sinceramente que esta comparação entre LeBron James e Michael Jordan não existe. LeBron seria um jogador não mais que mediano na década de 80, no começo na de 90. Fazer o que o Michael fez? MJ tinha mais carisma, era mais articulado. LeBron e mais, como vou dizer, não há clique, sei lá. Ele é um grande jogador, não me entenda mal, mas pra mim Scottie Pippen e Michael Jordan são a melhor dupla que eu vi em uma quadra de basquete. LeBron entrou na liga em um momento perfeito da liga, com jogo menos físico, mais tranquilo. Michael, em um momento em que jogava, levava porrada, caía, batia lance-livre e era derrubado novamente. E LeBron não faz isso. Hoje a única coisa que eles fazem é reclamar sobre faltas. Tudo o que eles fazem é reclamar. Já estou cansado de ouvir as pessoas comparando Jordan a James. São épocas e jogadores completamente diferentes, pô”

A declaração, dada nesta sexta-feira ao programa “The Dan Patrick Show”, é de Dennis Rodman, maluco-beleza que fez sucesso nas quadras da NBA por Detroit Pistons, Chicago Bulls e San Antonio Spurs na década de 90. O figuraça fala sobre LeBron James, de quem não parece ser muito fã, não.

Concorda com ele? Comente!


Recordista de vitórias seguidas com o Lakers, Jerry West diz que Miami deve quebrar marca
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Fábio Balassiano

“Acredito que o Miami tenha uma enorme chance de quebrar a nossa marca (do Los Angeles Lakers de 1971-1972, com 33 vitórias seguidas). E você pode me perguntar: ‘Isso me chateia?’. Não, eu respondo, de modo algum, e acho que isso é fantástico para a NBA e para meu amigo Pat Riley, que participa, agora como executivo, da mesma sequência que tivemos como jogadores. É especial e um momento lindo. Acho que a série pode não acabar tão cedo, mas olhando o calendário eu confesso que fico ansioso para ver o jogo deles contra o Spurs, em San Antonio, no dia 31 de março. Lá, Tony Parker estará de volta e será um jogaço”

A frase, divulgada pela ESPN ontem, é de ninguém menos que Jerry West (foto), gênio do basquete e integrante do Los Angeles Lakers de 71-72 (25,8 pontos e 9,7 assistências naquela temporada), time que ainda mantém o recorde de vitórias consecutivas da NBA com 33. Ele fala sobre o Miami Heat, que hoje enfrenta o Detroit Pistons para chegar a 25 seguidas, admite que o perigo de o recorde angelino cair é imenso e ainda rasga elogios a LeBron James: “Ele é um jogador espetacular. E fico impressionado porque depois de todas as coisas negativas que ele ouviu, seu desempenho ficou ainda mais incrível, completo. Ele melhorou muito como jogador, mas ainda mais como pessoa”.

Concordo muito com ele que o jogo que pode derrubar o Miami é este aí do dia 31 de março contra o San Antonio, mas também estou de acordo com West que a série não deve terminar, não. Acho sinceramente que o Heat vai bater a marca do Los Angeles Lakers. E você?

 


Sobre declaração de Michael Jordan, LeBron James rebate: ‘Anéis não definem a carreira’
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Fábio Balassiano

“Michael (Jordan) disse que escolheria Kobe Bryant antes de mim porque cinco anéis são melhores do que um. Isso é uma opinião e eu respeito. Mas acho que, no fundo, anéis de campeão não definem a carreira de alguém. Se fosse assim, eu diria que escolheria Bill Russell antes de Jordan. Mas, não, não escolheria Russell antes de Jordan. E Russell tem onze anéis. MJ, seis. Nesse mesmo raciocínio, escolheria Robert Horry antes de Kobe Bryant”

“Você pega um cara como Jud Buechler, que tem três títulos de campeão. Charles Barkley não tem nenhum. E Buechler não é melhor que Barkley. Patrick Ewing é um dos maiores de todos os tempos. Reggie Miller também. Às vezes, é a situação em que você está, o time que você está e também uma questão de tempo. Pra fechar: eu não jogo para mudar o que os outros pensam sobre mim. Jogo para mim, para minha família, meus companheiros, meus amigos, meus técnicos e minha torcida. Só isso”

A declaração, em resposta a uma dada por Michael Jordan na semana passada (relembre aqui), é de LeBron James, e foi dada no domingo, no Jogo das Estrelas de Houston (foi provavelmente o momento mais emocionante do mala fim de semana no Texas, hein). Quatro coisinhas só:

1) LeBron, meu querido, por que diabos mesmo você saiu de Cleveland para jogar em Miami? Foi para ganhar… anel, não? Ah, bem. Só pra deixar claro antes que me atirem mais pedras: concordo com LBJ sobre título não definir nada. E concordo que todo jogador busca título.
2) LeBron, você é o melhor jogador de basquete do planeta na atualidade. Jordan, de todos os tempos. Fica na sua que seu basquete é excepcional. Bater boca com D’s não é muito recomendável.
3) Passou pela cabeça de LeBron que Jordan foi educado ao citar o número de títulos de Kobe e LBJ para não falar sobre o talento de cada um e mexer ainda mais na ferida de James?
4) Quando perguntado sobre o mesmo tema lá em Houston, Kobe, malandro, disse: “Agradeço a MJ. Nada mais a dizer. Próxima pergunta”.

Sem fim esta discussão, hein. Será que tem necessidade de LeBron se expor a isso?


Derrick Rose não descarta jogar só na próxima temporada: ‘Volto quando estiver 110%’
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Fábio Balassiano

“Não tenho data prevista para voltar. E garanto que não vou voltar até que esteja 110% fisicamente. Quem sabe quando será isso? Por enquanto, ninguém. Pode ser em duas semanas, na próxima temporada, qualquer dia desses. É bem simples: só volto quando estiver confiante, muito bem mesmo. Agora, agora, estou na casa dos 80%. Ou seja, ainda é bastante longe do que quero chegar pra jogar. Em quadra, não sei como será meu jogo. Já ganhei muita massa muscular, estou fazendo coisas que nunca fiz antes na quadra, mas não sei que tipo de jogador serei. Só sei que serei muito bom”

A declaração, dada ao USA Today, é do armador Derrick Rose, do Chicago Bulls. Ele rompeu os ligamentos do joelho esquerdo nos playoffs do ano passado (mais precisamente em 28 de abril contra o Philadelphia 76ers) e diz que só volta às quadras de basquete quando estiver 100% recuperado. Nove meses se passaram, e o astro, MVP da temporada retrasada, não tem nem previsão pra isso.

Será que Rose joga ainda nesta temporada da NBA? Comente!


Sem Gasol, Kobe manda recado direto para Dwight Howard: ‘Precisamos de urgência’
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Fábio Balassiano

“Na posição em que nos encontramos não temos tempo pra esperar a cura completa do Dwight (Howard). Precisamos de um pouco de urgência, de sacrifício. Precisamos dele em quadra hoje de qualquer maneira. Sei que para ele a situação não é das mais fáceis, e que tenho cobrado dele como ele nunca foi cobrado na vida, mas é assim que funciona a franquia. É ganhar o campeonato ou tudo será um completo fracasso. Espero que ele entenda isso. Nós não temos um projeto de três anos. Nós temos este ano. Dwight pensa muito no que os outros falam. Já falei para ele ficar focado apenas no que acontece aqui dentro, no que temos como um grupo. Ele sempre me responde ‘OK, OK’, mas ele se abala com críticas. Ele só quer que as pessoas gostem e falem bem dele”

A declaração, dada a ESPN, é de Kobe Bryant, ala do Los Angeles Lakers. O camisa 24, já sabendo da ausência de Pau Gasol por no mínimo quatro semanas (ele está com fascite plantar, o mesmo problema que retirou Nenê dos primeiros dois meses da temporada, diga-se de passagem), pede para que o pivô do time, Dwight Howard, jogue hoje contra o Boston Celtics mesmo com dor no ombro. É a hora, segundo Kobe, do sacrifício, de jogar com dor mesmo.

Os Lakers enfrentam hoje o Boston Celtics (23h de Brasília), amanhã o Charlotte e no domingo o Miami antes de voltar para Los Angeles para quatro duelos seguidos em casa (Suns, Clippers, Celtics e Blazers). Em décimo no Oeste (23-26) e com menos de 40 jogos para terminar a temporada, Kobe acha que não há mais tempo para errar. Minha única dúvida é se este tipo de recado é entendido por Dwight Howard, um dos jogadores mais mimados dessa geração.

Concorda com Kobe? Ou Howard precisa mesmo esperar para atuar quando estiver 100% em termos físicos? Comente!


Agora no Sport-PE, pivô Érika fala sobre situação do basquete feminino: ‘É triste, lamentável’
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Fábio Balassiano

“A situação é triste, lamentável. Na Europa, já estaríamos na metade do campeonato, que começa em outubro. Mas espero que a minha volta e a de meninas como a Adrianinha e a Franciele possa ajudar. É importante que haja um crescimento

A declaração, forte, correta e sincera, é da pivô Érika, uma das melhores jogadoras do mundo (na foto, com a camisa 14), e foi dada ao portal R7. Na entrevista, a pivô, que estreou sábado pelo Sport-PE com 12 pontos, quatro roubos e nove rebotes na emocionante vitória por 66-60 contra o atual campeão da LBF, Americana, tocou nos pontos centrais (o curto período em que o principal campeonato será realizado e da necessidade de maiores investimentos na modalidade).

Torçamos para que depois do que se viu no sábado na Ilha do Retiro (ginásio bem cheio) os dirigentes do basquete brasileiro tenham um pouco de noção do tamanho do esporte e resolvam se planejar da maneira que o esporte das meninas merece.

Será que algum dia veremos isso por aqui?


Após expulsão, armador Fúlvio, de São José, reclama do nível da arbitragem brasileira
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Fábio Balassiano

“Impressionante a falta de preparo da arbitragem no NBB. Muito fraca e abuso de autoridade! Minas mereceu a vitória com sobra, parabéns. Algo tem de ser feito, (os árbitros) apitam sem responsabilidade e o que pode representar os atletas para suas equipes. 9 jogos por rodada é igual a 27 árbitros. Desde quando temos 27 árbitros preparados para os jogos? Peço desculpas à torcida de SJC por ter sido expulso de jogo “injustamente”. É muita blindagem para uma arbitragem despreparada. Não pode gesticular, falar, reclamar! E eles fazem o que querem sem consequência por seus atos”

A reclamação, colocada no Twitter, é de Fúlvio, armador de São José expulso na partida de sábado contra o Minas no primeiro jogo do NBB em 2013 (a reportagem deste blog, de autoria de Joana Ferreira, já havia dado conta disso – releia aqui). Na mesma rede social, o técnico Demétrius, de Limeira, disse concordar 100% com o atleta.

Não vi o lance, não vi o jogo, mas realmente é um absurdo o que tem ocorrido nos jogos do Brasil em relação às arbitragens (em Minas, foram Fernando Serpa, Diego Chiconato e Juliana Roveri). A decisão, tresloucada, de colocar microfone nos senhores do apito foi ainda pior, dando mais poder a profissionais que são bem fracos e agora são ainda mais arrogantes e prepotentes.

Infelizmente a Liga Nacional não tomou, ainda, nenhuma medida enérgica em relação a isso, mas já passou da hora. Os jogadores, os verdadeiros artistas do espetáculo, estão ficando em segundo plano e cada vez mais tímidos para atuar devido aos árbitros. Os jogos estão ficando sem contato físico algum, o que é péssimo para a modalidade (o jogo fica veio e chato pacas).

Até quando?


Experiente, Antonio Carlos Barbosa é o novo Manager do Maranhão para a Liga Feminina
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Fábio Balassiano

“É uma nova experiência, em um estado (o Maranhão) que tem tradição em basquete feminino. Trata-se de uma equipe formada para chegar entre os finalistas, tenho um excelente relacionamento com o (técnico) Betinho Lima e estarei junto com ele para ajudar a equipe a atingir os seus objetivos”

A declaração, dada ao site da Liga de Basquete Feminino, é de Antonio Carlos Barbosa (67 anos), experiente técnico (foi medalhista de bronze em Sydney-2000 e tem quase 50 anos na modalidade) e agora manager do Maranhão Basquete, onde ajudará o treinador Betinho Lima a comandar um dos mais fortes elencos da Liga de Basquete Feminino que começará em 19 de janeiro (o time de São Luís, responsável pelos maiores públicos da última edição do campeonato, só estreia em 27 de janeiro, em casa, contra o Sport/PE em clássico do Nordeste).

Barbosa e Betinho têm a missão de levar o forte elenco, que conta com Iziane, Damiris, Cacá (veio de Santo André), Chuca, Bethânia, Kelly, Plutín e Bethânia, às finais da compeitção. Sorte para a dupla e principalmente para o clube, cuja torcida já se mostrou apaixonada na edição passada da LBF.


Popovich, enfim, elogia Tiago Splitter: ‘Está saudável, consistente e tem nos ajudado muito’
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Fábio Balassiano

“Tiago está saudável, ganhando minutos de forma consistente e tem nos ajudado muito. Não só ao time, mas também a Tim Duncan. Outro dia alguém me perguntou o que Tiago havia melhorado. Eu respondi o básico: ‘Nada. É que ele simplesmente ainda não havia jogado muitos minutos’. A diferença é que agora ele está com seu físico em dia, e fazendo o que fez na Europa por anos e anos. É um ótimo defensor, pega muitos rebotes e é fantásticos nos pick-and-rolls. Ele não tem tantos movimentos ofensivos e não é uma ameaça no ataque, mas ele é o jogador dos sonhos de qualquer treinador porque ele faz tudo de forma muito tranquila e natural”

A declaração, que está no site da NBA, é de Gregg Popovich, técnico do San Antonio Spurs. Ele, enfim, parece ter se rendido ao talento de Tiago Splitter, pivô titular da equipe há cerca de um mês.

Bacana, não? Legal ver Tiago, que fez 28 anos no primeiro dia de 2013, ser reconhecido e valorizado como grande jogador que é.