Brasil dá vexame, perde do Japão e estréia mal no Mundial Feminino Sub17
Fábio Balassiano
Não dá pra dizer que não era esperado (menos, claro, por Hortência, que na entrevista ao UOL avaliou bem o seu trabalho). Quem acompanha este espaço sabe bem quão ruim foi a preparação da seleção feminina Sub17 para o Mundial da Holanda (leia mais aqui). Mas eu confesso a surpresa com a estréia.
Nem em meus piores pesadelos eu achei que veria o Brasil, qualquer Brasil (Sub19, 17, 13, 11…), perder do Japão por mais de 20 pontos. Pois foi o que aconteceu na manhã desta sexta-feira. Apesar dos 23 pontos de Izabella Sangalli (10/18 nos chutes da melhor jogadora desta geração), a seleção de Janeth Arcain levou inacreditáveis 92-71 (12-26 no último período) das asiáticas, complicando-se ainda mais para o restante da competição.
Não vi o jogo, mas é absolutamente chocar que o Brasil teve 33 (sério) erros em 40 minutos (e apenas oito assistências). É quase um desperdício por minuto. Muita coisa, não? Muito por causa deles, que gerara 24 pontos fáceis para as japonesas, a equipe de Janeth perdeu, mas não dá pra ignorar a marcação ridícula do perímetro (as adversárias tiveram 10/20 de fora) e os 12 rebotes ofensivos das rivais, que se traduziram em igual número de pontos em segundas-chances (e é bom lembrar que normalmente o Japão tem equipes baixíssimas – esta tem média de 1,74m de altura e a ala-pivô Nakamura, cestinha com 21 pontos, não passa de 1,77m).
Amanhã o Brasil enfrenta Austrália, e se a estréia já foi assim, fico imaginando como serão os próximos jogos. Até quando, basquete feminino? Micos sem limite até quando? Só lembrando que a seleção masculina nem sequer se classificou para o Mundial Sub17 neste ano. E a CBB acha que está tudo bem…
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Julio pesquisa
19/08/2012 20:22:16
Bala, não só é, como foi! Eu ate ia te mandar no twitter no dia pra ver essa pérola...se fazendo gde partida tomou de 20 do japao, pô, imagina se tivesse jogado mau.rsss........O maravilhoso mundo da CBB ...
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Bruno M.
18/08/2012 18:44:21
Aliás, esse número de erros deve ser um recorde mundial. Nao me recordo de um valor tao alto como esse em nenhuma outra partida. Vai entrar no livro dos recordes?
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Bruno M.
18/08/2012 18:42:29
Pelo menos nao podemos reclamar da falta de um padrao tático entre a seleçao adulta e as de base: a quantidade de turnovers nao raramente passa dos 20. Desperdiçar a bola com passes inacreditáveis é um fundamento treinamento a exaustão nas seleçoes femininas do brasil.
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Ana Clara
17/08/2012 22:35:47
Se tivesse ocorrido uma preparação séria com as duas seleções, tanto a sub-17 quanto a sub-18, neste momento almejariamos um pódio no mundial sub-17 e pelo menos um jogo duro na final com os EUA na sub-18. O que vamos ver é a sub-17 eliminada, possivelmente na 1ª fase, e a sub-18 tomando uma lavada das americanas na final. E no fim das contas o discurso será "demos experiência a essas meninas".
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Bruna
17/08/2012 21:10:57
Parabéns Laline pela sua iniciativa de se aprimorar e buscar conhecimento, mas você deve saber das dificuldades e como é raro alguém conseguir o que você conseguiu. Conheço o blog do Professor Paulo Murilo é fantástico, inclusive ele é um crítico ferrenho do estilo de jogo praticado nos clubes nacionais e nas seleções, com arremessos precipitados, pouca leitura de jogo, estilo baseado na correria e por consequência número excessivo de erros de fundamdentos. Infelizmente essas são as características dos atletas brasileiros e é necessário ensiná-los a jogar de uma outra forma, desde a base, pois incentivar esse estilo ou basear um trabalho dentro dessas características é enterrar de vez a modalidade. O Magnano tem muita dificuldade em fazer alguns atletas pensarem antes de excecutar uma jogada ou evitar os excessivos arremessos fora do sistema, mas no geral ele conseguiu mudar um pouco dessa mentalidade e a seleção masculina evoluiu muito, sem falar que ele coordena o trabalho dos treinadores da base, que são seus assistentes e estão sendo preparados para o futuro. A feminina precisa ir pelo mesmo caminho e o que estamos vendo é a sub-17 perder do Japão, errando 32 vezes e a sub-18 jogar horrivelmente contra o México, errando 29 vezes, ambas treinadas por profissionais inexperientes e sem qualquer orientação sob seu trabalho. Estamos cada vez mais afundando e afundando. Já passou da hora de mudar e o espelho é logo ali ao lado: Departamento Masculino. Sobre mudanças estruturais, elas dependem de políticas públicas, que é algo muito mais complexo, realmente não podemos esperar isso acontecer para começar a agir!
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Lédma
17/08/2012 19:55:36
Essa menina Iza Sangalli, precisa urgentemente ser integrada a seleção feminina adulta e desde já começar a jogar por clubes como titular. Sugiro que ela jogue o mundial sub-19 do ano que vem, jogue tbm a copa américa adulta e este ano ainda que possa jogar a LBF como titular. Chega de Karlas, Chucas, Izianes e afins.
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Fábio R.
17/08/2012 19:18:19
Ah Bala.Dá um desconto pras meninas.Nessa idade o aspecto emocional conta demais e atrapalha muito em alguns momentos.Não vejo vexame aí não.Não conhecemos a equipe do Japão.Vexame foi a derrota da Austrália pra Espanha(65 x 49 ),com as meninas da Oceania marcando 3 PONTOS( 3 POOOONTOS!!!) no terceiro quarto.Isso sim é vexame!!
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Marco Aurélio
17/08/2012 18:54:49
Garimpo de talentos por todas as regiões do Brasil, olheiros em campeonatos estaduais de base e em "brasileiros de seleções", convocação de todos os atletas talentosos para treinamentos que servem como espécie de peneira, convocação final dos atletas que mais se destacaram, preparação de 4 ou 5 meses, incluindo amistosos com clube da categoria adulta e equipes da mesma categoria pelo mundo. Taí o recheio da preparação das equipes de volei infanto e juvenil, masculina e feminina para os mundiais da categoria, que acontecem no final desse ano. É difícil fazer isso? Botar dinheiro na mão dessa louca da Hortência (não consigo achar nenhum outro adjetivo para ela, a não ser LOUCA) e de outros dirigentes e técnicos, para fazer esse trabalho de preparação de m**** é um disperdício de dinheiro público que não dá para dimensionar.
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Sérgio Sá
17/08/2012 18:37:19
Eu fiquei no Brasil mesmo e assisti quase todos os jogos do basquete feminino e masculino, do volei, do volei de praia, do futebol, do handebol, etc. assisti até hipismo, judô, natação, ginástica,.... e tudo com comentários, replay e em alta definição.
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Gerson Aluisio Pereira da Silva
17/08/2012 18:26:59
Concordo, Não é preciso realmente de técnico de fora e auxiliares também, mas poderiam muito bem ajudar em clinicas enfim. quando se fala em base para o basquete e no tamanho do Brasil fica uma questão que deveria ser pensado realmente pelos representantes, aonde fica a valorização do PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FISICA DESTE PAIS, afinal o start e o cerne para o desenvolvimento de qualquer esporte preponderantemente passa pelo entusiasmo destes profissionais. enfim novamente FALTA BRASIL PARA O BASQUETE BRASILEIRO.
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Gerson Aluisio Pereira da Silva
17/08/2012 18:14:33
Reafirmo,É preciso mesclar essas meninas do sub-17, com sub-19, sub-21...23... enfim e dar bagagem, criar um centro de excelência no basquete, ministrar clinicas com feras " ai acho que Hortência, Janeth, Paula, Karina enfim poderiam ajudar mas apenas em clinicas " a equipe precisa de um técnico do tipo SANGUE E SUOR... tipo mesma batida...mesma batida como no frase "Agua mole em pedra dura tanto bate até que fura" enfim Concordo com as alegações mas acho que é necessário isso pois 2016 está ai e só iremos participar porque seremos os afintriões. PENA.. volto a dizer FALTA BRASIL NO BASQUETE BRASILEIRO... deixem as estrelinhas da wnba, pra lá.
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Gerson Aluisio Pereira da Silva
17/08/2012 18:04:43
Gente,Ta na hora do Brasil acordar novamente para o Basquete, acho que essa geração está na dependência de que surja alguma jogadora fora de série, precisamos de ensaios e ensaios devemos mesclar sub 17, sub 19 e por ai vai, vamos esquecer essas meninas que foram para as olimpiadas são fraquissimas, técnico limitado e com certeza má gestão de Hortência, olha sóh acho que depender de Iziane no feminino é demais não é mesmo Paula ???? depois de sua geração não veio mais nada. então é pegar as melhores e treinar,treinar e treinar já que não surge mesmo nenhuma fera no basquete feminino que formemos uma nova geração na base do volei da decada de 70 com sangue e suor.... e que se pegue um técnico como o do volei da russia dos anos 90... e PAU PRA CIMA DE TODO MUNDO. chega de estrelinhas deixem eles ganharem o dinheiro deles e que esqueçam SELAÇÃO BRASILEIRA..... faltou BRASIL para o BASQUETE BRASILEIRO.[]os.
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Fábio Balassiano
17/08/2012 17:28:54
concordo com isso tb
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Patrícia
17/08/2012 17:07:44
Concordo com você Maria. Conheço e já vi jogar algumas dessas meninas e é realmente uma geração telentosa, como por exemplo a Carla, Kawanni, Kananda e principalmente a Iza Sangalli, mas se essas meninas não forem bem treinadas e com tempo suficiente de preparação só os clubes não vão dá conta do recado.Essas meninas são apaixonadas pelo que elas fazem não é a toa que deixaram para trás família, escola, namorados , amigos pra irem ao mundial sem uma preparação adequada.
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Carlos Alberto
17/08/2012 16:58:13
Mas parece que a concorrência internacional tende a aumentar. Neste mundial sub-17 estão aparecendo equipes que, até então, não figuravam no cenário do basquete, como Holanda, Bélgica. Te cuida, Brasil!
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Laline
17/08/2012 16:56:40
Bruna eu esqueci de te sugerir a leitura de um blog bem interessante, assim como esse , que se chama Basquete Brasil onde tu vais encontrar uma serie de artigos bem fundamentados pelo autor do blog, e acredito que tu poderás ampliar a tua imaginação quando cito a frase : “proposta técnico/tático dentro das nossas características”.
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Maykon Coutinho
17/08/2012 16:53:56
Pelo jeito o futuro do Basquete Feminino é tenebroso e não muito diferente do que acontecer nas Olimpíadas.
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Pacheco
17/08/2012 16:50:12
Estamos entrando naquela....jogamos como nunca;perdemos como sempre.A Hortência tal qual Pelé,como jogadora é inquestionável.Como dirigente é lastimável;prepotente e arrogante.
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Lauro
17/08/2012 16:44:26
kkkkk essa foi engraçada, "no maravilhoso mundo da cbb", daqui a pouco vão estar comemorando o inédito 11º lugar no mundial, nossa que colocação exótica kkkkkk
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Laline
17/08/2012 16:19:05
Antes de um " trabalho massificado com treinadores estrangeiros no Brasil" , como tu citas , temos é que definir apartir de uma politica esportiva para onde vamos e o que queremos no basquete feminino. Simples.Não adianta trazer técnico estrangeiro para meia duzia enquanto todo o resto do país morre sem estrutura nenhuma para a pratica da modalidade.Isso é mascarar o problema e não resolver. O intercâmbio é sim muito importante , mas antes dele vem uma serie de questoes mais importantes que precisam estar definidas e bem resolvidas. Todos esses países que tu citas como exemplos positivos já tem essas questões muito bem RESOLVIDAS e suas ações são consequências disso. E por ultimo eu NUNCA falei que essa proposta de jogo que o feminino apresentou na Olimpiada era a ideal, ou que eu concordava com ela, eu apenas falei "que necessitamos de uma proposta técnico- tatica efetiva, baseada nas nossas características" . Esses centros que tu citas (AIS, USA e Espanha) eu já tive a oportunidade de fazer instânciaS investigativas em todos eles (faço isso desde 2008) tanto com a formação de base , como em equipes adultas desses países e te garanto que todo esse exito na formação é resultado de uma politica esportiva muito bem planejada e executada .Enquanto não tivermos essas questões muito bem resolvidas no Brasil , fica muito dificil de nós colhermos os mesmos frutos que eles (mesmo adaptando seus modelos). Caso não ocorra a resolução dessas questões que te falo, o que nos resta mesmo é essa tua idéia imediatista: trazer estrangeiro para resolver os problemas técnicos-táticos DAS SELEÇÕES DE BASE ATÉ O ADULTO ou rezar já que Deus é brasileiro.
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Fabiano Augusto Pires
17/08/2012 16:15:22
Vivemos em um país onde o primeiro esporte é o Futebol, o segundo esporte é Futebol e o terceiro também, depois vem as NOVELAS DA REDE GLOBO, ou seja, não preciso dizer mais nada.
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Fábio Balassiano
17/08/2012 15:10:15
nao é possível isso
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Marco
17/08/2012 15:00:12
Hortência declarou em 2009 enquanto acompanhava o Mundial juvenil: “Estou bastante surpresa com as nossas meninas e feliz, pois elas estão umas verdadeiras guerreiras. Só de pensar que se tivéssemos tido uma preparação adequada essas meninas estariam com certeza disputando o título.Temos um ponto contra que é a falta de experiência, mas será a ultima vez que competiremos sem conhecer os nossos adversários.”Fonte: http://bloglog.globo.com/blog/blog.do?act=loadSite&id=40&postId=18101&permalink=trueTrês anos depois, nada mudou. A promessa não foi cumprida e estamos colhendo os mesmos resultados ruins.
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Ricardo
17/08/2012 14:55:00
No maravilhoso mundo da CBB, a home do site anuncia: "A Seleção Brasileira Sub-17 Feminina fez uma grande partida na estreia do 2° Mundial da categoria, nesta sexta-feira (17/08), em Amsterdã, na Holanda." Cara, perdemos de 21 pontos do Japão!!!!!!Como eles podem ser tão fora da realidade???? Que credibilidade hein!!!
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Bruna
17/08/2012 14:40:55
Existe uma defasagem técnica gritante em relação aos treinadores de basquete no país. Isso é óbvio para quem assiste Campeonatos de Base, LBF ou NBB e depois assiste competições internacionais. Acho que é necessário um intercâmbio para melhorarmos o nível dos profissionais da área. Na Europa existem várias boas iniciativas em diversos países e existe intercâmbio constante entre as Federações. Estados Unidos não preciso nem falar e o Canadá ali ao lado vai de carona. Na Austrália existe o AIS. E no Brasil o que temos? Qual é a instituição que dá suporte aos treinadores? Como é a formação dos profissionais da área? Qual deles consegue viajar para fazer intercâmbio na Europa ou nos Estados Unidos? Estamos muito distantes dos grandes centros onde a modalidade realmente se desenvolve e existe oportunidade de aprendizagem. Trazer um grupo de treinadores para o país e implantar um sistema moderno como filosofia de jogo em todas as categorias vai ajudar todos a evoluir. Imagino que a sua sugestão de "proposta técnico/tático dentro das nossas características" seja jogar como os atletas gostam: com velocidade e tiros de 3 pontos. Discordo totalmente. O estilo de basquete praticado no país é ultrapassado e não vamos chegar a lugar nenhum insistindo nisso. O que devemos fazer é enfatizar a defesa, jogar coletivamente, valorizando a posse de bola no ataque, diminuindo o número de violações. Precisamos ensiná-los a pensar e não a jogar por instinto, correr e arremessar sem ler o jogo! Precisamos fazê-los evoluir e a praticar um basquete mais competitivo e contemporâneo. Vai ser muito difícil isso acontecer se não tivermos um trabalho massificado com treinadores estrangeiros no Brasil!
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Elcio Luis Neves Azevedo
17/08/2012 14:32:48
Estive em Londres nas Olimpiadas, assisti 2 jogos do basquete feminino, é uma vergonha, é um time que leva a bola do nada para lugar nenhum, agora começa o sub 17 e perde do Japão, até quando isso vai, aqui em Guaratingueta, tem projeto Hortencia, venham conhecer dai vão começar a entender o porque desses times fracos que estamos criando aqui no Brasil, não gtem base é muito fraco a direção é fraca ( e muito fraca, ponha fraca nisso) e 2016 ta chegando.
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Fábio Balassiano
17/08/2012 13:58:46
Sim, é tipo o AIS da Austrália. Abs
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Fábio Balassiano
17/08/2012 13:57:22
impossívelnao há concorrência aqui na américa do sul
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Laline
17/08/2012 13:50:27
Bruna eu discordo totalmente de ti, respeito a tua opinião mas a "solução" do basquete feminino brasileiro na minha opinião passa bem longe do que tu colocaste. Derrepente para o adulto até pode ser um caminho a curto prazo , mas a base do país tem que ser trabalhada por profissionais brasileiros ( dentro de uma proposta técnico- tatica efetiva, baseada nas nossas características) e eu acredito que temos sim muitas pessoas competentes e que podem contribuir para esse trabalho, agora se estas pessoas estao ou não a frente de seleções é outra questão , outra discussão . Não é porque alguns profissionais (¿?) utilizam seleções como laboratorio de aprendizagem , que todas as pessoas que trabalham com a modalidade nesse país também possui esse tipo de atitude . Temos sim muitos bons profissionais brasileiros trabalhando com basquetebol de base dentro e fora do país, se estão ou não envolvidos no projeto da CBB é outra questão. O Brasil tem dimensão continental e não podemos limitar nossa visão somente numa região ou em um grupo limitado de pessoas e sair criticando . Na minha opinião a questão é : Porque os bons profissionais desse país não estão trabalhando nas seleções? Quais são os critérios utilizados para a seleção desses profissionais? Qual é a opinião de doutores e especialistas da modalidade basquetebol sobre a escolha e consequências dessas comissões técnicas? O que isso pode trazer a longo prazo para a modalidade? Será mesmo que a experiência dentro de quadra como atleta e meia duzia de cursos de 20 horas basta para FORMAR o futuro do basquetebol feminino brasileiro? Há muitas questões importantes e bem mais profundas em se tratando de trabalho de base do que simplesmente trazer treinador de fora para resolver o problema das seleções. Trabalho de base é fundamental para qualquer tipo de projeção que qualquer modalidade almeje alcançar . É coisa muito seria e ainda mais se tratando de seleçao nacional.
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Rafael
17/08/2012 13:08:49
Vexaaaaame!!!!E a Hortência tem a cara de pau de falar que está fazendo um bom trabalho e dando atenção para a base!Três semanas de treinos + três jogos amistosos = derrota de 20 pontos do Japão!!! Se Hortência e Janeth tivessem vergonha na cara largariam o osso e pediriam pra sair!!!!
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Maria
17/08/2012 13:00:23
Todos sabem que essa geração é muito talentosa, mas precisava de uma preparação adequada e de um treinador profissional e não uma ex-jogadora (ótima), mas sem experiência ou qualquer preparo para ser técnica. Mais uma para a conta da Hortência, lembrando que se dependesse da rainha l*#c! , Janeth teria dirigido a seleção principal em Londres! Agora uma pergunta: Alguém conhece algum treinador de basquete no mundo que tenha estreado na profissão dirigindo uma seleção? Só podia dar nisso!Parabéns Hortência!!!!
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joão guizzo
17/08/2012 12:37:23
Cargos "políticos".... cargos "politicos"...... não há no País um programa e um planejamento profissional e sério, de médio e longo prazo. As atletas meninas e meninos são totalmente inocentes. É uma pena realmente, pois não há nenhum motivo plausível para acreditar que isso vai mudar.
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Jah
17/08/2012 11:41:22
Bala,Você já ouviu falar na INSEP? É o centro de treinamento francês de categorias de base para todos os esportes olímpicos. Nele são recrutados os maiores potenciais do país, em todas as modalidades. Estes treinam, estudam e vivem no centro, recebendo um acompanhamento esportivo e educacional de alto nível.Acho que 90% dos medalhistas franceses na história do país passaram por este centro.A França é o país que conta com o maior número de atletas jogando na NBA e a maioria deles (inclusive o Tony Parker) foram formados neste centro. Inclusive também a maioria das atletas da seleção vice campeão olímpica de basquete feminino.A CBB tentou implantar um modelo semelhante no ano passado, aonde foram convocados os maiores talentos do Brasil e que ficaram quase um ano treinando e jogando em São Sebastião do Paraíso. Minha pergunta é: cadê a continuidade? Como sempre, não existem projetos de médio e longo prazo no esporte brasileiro...falta planejamento e visão dos nosso dirigentes... Minha sugestã seria montar novamente esta estrutura em São Sebastião do Paraíso, para atletas entre 14 e 20 anos. Nele somente seriam convocados os melhores do país. Esta equipe teria sempre vaga garantida na NBB, iam perder quase todos os jogos, porém iriam adquirir uma experiência e amadurecimento incríveis.Claro que para que este sistema funcionasse, deveriam ter núcleos de referência regionais, contando com os melhores atletas de cada região e olheiros capazes de detectar os melhores talentos...Utopia? Pode até ser, mas na França deu certo...Abraçosssss
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Thiago Parra
17/08/2012 11:25:33
Fábio, eu sou de Ourinhos, e sei que quando o time foi Parceiro do Pão de Açucar (último grande momento da equipe) de fato foi o o momento que a cidade mais apostou na base, inclusive trazendo jogadores de fora na idade da base... hje a situação mudou muito... vamos ver; quando perdermos pra uma Colombia da vida no pré olimpico americano e não dermos conta no Pré Olimpico mundial... o susto que será!
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Thiago Parra
17/08/2012 11:23:59
O Basquete feminino caminha para os 16 anos de Olímpiadas que o masculino ficou!
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Bruna
17/08/2012 10:01:32
A única solução que vejo para o basquete feminino é a contratação de um treinador estrangeiros e assistentes altamente gabaritados, não apenas para dirigir a seleção adulta, mas também para administrar as seleções de base. Todos os treinadores que estão à frente das seleções (adulta, ub-18, sub-17) estão usando essa oportunidade (e as atletas) para aprender a trabalhar. Isso é um crime! Seleção sub-17 (derrota de 20 pontos e 30 erros contra o Japão). Seleção sub-18 (29 erros contra o México e nenhum padrão de jogo). Lamentável! Não preciso dizer mais nada!
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Fábio Balassiano
17/08/2012 09:44:13
vi ontem simassustador
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Patrícia
17/08/2012 09:41:21
Fábio você assistiu ontem o jogo da sub 18? Viu a quantidade de erros? E contra o México. Meninas que estão em fase de amadurecimento técnico serem treinadas com a penas um mês? O resultado? Isso que vi ontem e que soube hoje. Infelizmente é uma geração que está sendo jogada no lixo. Talvez apenas quem sobreviva nessa geração Iza, a Ramona e a Sassazinha.
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Leo
17/08/2012 09:29:41
Falar o q né....os 32 erros e a péssima defesa...levar 92 pontos dos EUA até vai né...mas de qq outro time escancara os problemas de preparação...
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Felipe
17/08/2012 09:27:43
A pergunta deve ser: Hortência, até quando?